Queimando o Filme!

“Mais uma colaboração de nossos leitores hiperativos, que não deixam escorrer pelos seu cérebros uma boa história.”
Isis Araújo – Coordenadora e-Cult

queimando-o-filmeEssa semana me enchi de razão. Ricardo Silvestrin está me seguindo no Twitter. Oba! Escritor e comentarista consagrado sabendo que existo? Que beleza! E se existo vou ter que pensar agora. Visita importante dá trabalho pra gente. Corri a dar uma arrumada na casa – textinho novo no blog, terminar um dos 3 ou 4 livros que estou escrevendo. Vá que perguntasse sobre minha produção atual? Porque os escritores sempre querem saber dos projetos que nós iniciantes temos. Acho que é pra colocar respeito, autoridade, sei lá! E temos que mostrar serviço. Que produzimos muito. Mas hoje vi que ele segue mais de mil tweeteiros, o que muito desvalorizou minha estrela na calçada virtual. De qualquer modo, estou lá, junto com celebridades e tantos outros desconhecidos que o autor escolheu. E receberá minhas abobrinhas também. Esse texto, por exemplo comecei lá mesmo, no Twitter. O Carpinejar já fez isso, eu sei. Transformou suas postagens em livro. Genial! Imitador de Elvis também é artista? Quem sabe? Na sequência, pensei com cerca de 140 caracteres que talvez ele (o Silvestrin) lesse o que eu escrevia exatamente naquele momento. E com um pouco de sorte não iria responder, nem comentar meus tweets. Pois quem reza não espera resposta divina. Não em voz alta. Que horror! É monólogo de esperanças em quarto fechado. Afinal não fui lá pra jogar conversa fora. Quem começa a escrever acha que é escritor e que logo será lido. Quer fazer público e busca a aceitação de seus pares. Daí que todo iniciante é chato: “ó, Scliar, eu aqui ó, num pé só.” Ou, “Carpinejar, hein, hein, olha, olha, de cabeça pra baixo.” Ou ainda mesmo “Silvestrin, iuhuuuuu, sem as mãos.” Iniciante tem essa necessidade de aparecer. Teclando certa vez com o Leonardo Brasiliense, ele me disse que não existe autor iniciante e sim autor inédito. Tem sentido. Na real pra mim fica até difícil querer aparecer muito porque sou tímido. Não. Tímido é o Veríssimo. Eu sou xucro e desajeitado. E por que escrever? No meu caso é o que o ajuda a (sobre) viver. É egoísmo sim. Pleno e consciente. Eu escrevo pra não endoidar. Pra me tratar. Repito. Escrevo pra me tratar. É doença. Desde criança, pelo menos, que tenho isso. A primeira vez que se manifestou eu tinha oito anos. Minha mãe me pegou no quarto montando um livro com sumário e capa dura. Vai brincar na rua, guri! A vó intercedeu e ajudou a grampear o volume com o batedor de bifes. Voltemos à cena internética… e não foi que entrou uma postagem do Silvestrin? Abre aspas: “como disse a poeta Eunice Arruda: todo escritor, quando inicia um texto, é iniciante.” Coincidência ou não repassei a mensagem do poeta para meus seguidores. Quem conhece o Twitter sabe do que estou falando, é o chamado retweet. Mas é meio assustador esse Twitter. Podemos até dar boa noite ao William Bonner depois do Jornal Nacional. Minha avó ia adorar. Uma coisa tenho que ressaltar, até pra não queimar o filme: se escrevo pra me tratar, o diagnóstico nada tem de sublimação, viu? Arte é arte. Charuto é charuto. Mãe é mãe e Deus não lembra nem um pouco meu pai, que sempre foi bom. O objetivo é aparecer e pronto. Sem esquecer da advertência de Nietzsche, em Ecce Homo, para termos cuidado com quem se promove demais. Mas queremos sempre nossos 15 minutos de postagem, com ou sem fama.

Em “Os contistas”, Moacyr Scliar coloca que “Todos nós tivemos pai e mãe, todos nós tivemos infância, fomos traumatizados, tivemos nossos casos. Por que encher o saco de todo mundo com nossos contos? Já não chegam as preocupações cotidianas da vida, os impostos, as despesas?” Este conto é totalmente metaliterário, inclusive com verdadeiros minicontos no seu interior, como este: “Trinta contistas fizeram um pacto: até o fim da vida leriam os contos uns dos outros.” Hehehe. Bem nessas.

Tem uma música dos Beatles (ok, é cantada pelo Ringo e meio countryzinha) que diz o seguinte: “They’re gonna put me in the movies. They’re gonna make a big star out of me. We’ll make a film about a man that’s sad and lonely. And all I gotta do is act naturally.” Gostei da ideia. Que? Pra que colocar citações em inglês? Pra aparecer, é claro! Ficariam melhores em francês? Deixa eu ver, só tenho o “Petit Prince” à mão aqui, acho que serve: “La seconde planète était habitée par um vaniteux: ‘Ah! Ah! Voilà la visite d’un admirateur!” Lindo! Bravo! Para um vaidoso todos os outros são seus admiradores.

Eu vou me tratar e se um dia me fizerem um filme, ao menos que eu seja eu mesmo.


Márcio Ezequiel
– Natural de Porto Alegre, mudou-se há pouco tempo para Pelotas. Historiador e escritor. Mestre em História pela UFRGS. Estudou a Literatura de Viajantes no RS no século XIX.  Participou de Antologias organizadas por Charles Kiefer e Caio Ritter. Teve contos premiados nos Concurso “Histórias do Trabalho” da Prefeitura de Porto Alegre, no Concurso “Mário Quintana” (SINTRAJUFE/RS). Em 2007, publicou o livro: “Alfândega de Porto Alegre: 200 anos de História.”
Atualmente se aventura na crônica, postando (ou apostando) no seu Blog:  http://marcioezequiel.blogspot.com

Boas Festas

boas-festasBoas Festas e um 2010 recheado de Cultura!

São os votos da Equipe e-Cult.

Em breve novidades no Cardápio Cultural para janeiro de 2010.

Deco Rodrigues
Equipe e-Cult

Recital de Música de Câmara no Conservatório!

violinoO Conservatório de Música da UFPel realizará um recital de música de câmara com acadêmicos dos cursos de bacharelado na próxima terça-feira, dia 22 de dezembro.
O evento ressaltará obras clássicas do violonista Ferdinando Carulli, do minimalista Arvo Pärt, além do nacionalismo de Osvaldo Lacerda, dentre outros estilos musicais. Serão apresentadas também obras para formações instrumentais variadas: canto e piano, dois violões, violino e violão, além de composições para piano a quatro mãos.

O quê: Recital de Música de Câmara
Quando: dia 22 de dezembro, às 18h.
Onde: Conservatório de Música da UFPel (rua Félix da Cunha, 651, esquina rua Sete de Setembro).
Entrada Franca

Isis Araújo
Cult Produções

Foto: Divulgação

Carnaval de Pelotas vale o investimento?

025e05c14e9b4c4c3757e2f98147e731O amigosdepelotas.com fez recentemente uma enquete questionando se o Carnaval de Pelotas vale o investimento da prefeitura (R$ 1 milhão). Foram 274 votos. A maioria, 223 votantes (82%), acha que “NÃO”. O número dos que consideram que “SIM”, que vale o investimento, ficou em 51 (18%).

A enquete já foi encerrada mas fica o convite para a postagem de comentários sobre o assunto, clique no link abaixo e diga qual a sua opinião. 
82% acham que Carnaval pelotense não vale o investimento feito pela prefeitura


Leia também:
Fetter Apóia apenas os Grandes Eventos?

Deco Rodrigues
Equipe e-Cult
Foto:
http://www.pelotas.rs.gov.br/carnaval/2009

Casa de Pelotas completa dois anos no Mercado da capital

mercado2-400A Casa de Pelotas completa neste domingo (20) dois anos de atividades no Mercado Público de Porto Alegre. O espaço, que ocupa 90 metros quadrados no andar de cima do prédio histórico, foi instituído por meio de convênio firmado entre os prefeitos Adolfo Antonio Fetter (PP) e José Fogaça (PMDB). Intermediado pelo Centro de Desenvolvimento Econômico e Social de Pelotas, presidido pela economista Rosi Pinto Osório, a Casa – um misto de doçaria, lanchonete, cafeteria e centro de informações e eventos – é o único ponto oficial de referência da cidade na capital gaúcha.

Em visita na tarde do dia 17 de dezembro, ao secretário-adjunto municipal de Desenvolvimento Econômico, Paulo Peter, a ex-doceira pelotense, Márcia Carvalho, agradeceu o apoio e o subsídio de propaganda e divulgação dos potenciais turísticos do município. “Deixamos sempre à disposição dos clientes um farto material da prefeitura, além de oferecermos produtos alusivos a Pelotas”, informa.

Para os apreciadores do café, a empresária oferece no cardápio, que inclui fotografias dos principais locais homenageados, quatro tipo de iguarias geladas: Grande Hotel, Laranjal, Baronesa e Princesa do Sul. “As pessoas dizem ‘eu quero um Grande Hotel’ e só este pedido já é uma forma de difundir as nossas preciosidades”, afirma Márcia. Com um público fiel e um trânsito muito grande de turistas, a Casa de Pelotas comercializa cerca de 300 docinhos típicos ao dia.

As paredes das lojas 62, 64 e 66 do Mercado de Porto Alegre exibem painéis gigantescos com a montagem de fotos do patrimônio cultural e histórico: chafariz da rua Andrade Neves, Praça Coronel Pedro Osório, Theatro Sete de Abril, Catedral, Grande Hotel e Grupo Tholl.

O prefeito Fetter considera uma honra para o município manter na capital uma “vitrine da cultura pelotense num dos mais belos e históricos prédios de Porto Alegre”. Segundo ele, a Casa de Pelotas foi concebida para ser um pequeno pedaço da “Princesa do Sul”, levando o sabor da doçaria variada e despertando a vontade de conhecê-la – Fenadoce, Laranjal, turismo rural e Centro antigo, entre outros pontos atrativos.

Fonte: pelotas.com.br
Redator: Carolina Ney – MTb/SP: 23024
Fotó: Gilberto Simon / PMPA

Quilombo do Sopapo em apoio ao Mestre Batista

Hoje (19/dez) será lançado o Movimento de apoio ao Mestre Batista, Mestre Griô e Luthier, que tem sido fundamental na preservação do Tambor de Sopapo. O evento Reflexões e Mostra de Artes Cultura Negra ocorrerá em Pelotas, no Auditório Projeto Casa Brasil – Dunas, a partir das 17h.

Os ingressos, que serão revertidos em recursos para o Mestre Batista, têm valores de R$ 2,00, R$ 5,00 e R$ 10,00 e estarão à venda no local. O Auditório Projeto Casa Brasil – Dunas fica na Avenida 01, nº 2057, Loteamento Dunas. Informações pelo fone (53)3228.7261.

Reflexões e Mostra de Artes Cultura Negra é uma realização da União das Escolas de Samba de Pelotas, ONG AMIZ e Odara, com o apoio da Catarse – Coletivo de Comunicação, da banda Bataclã FC e dos Pontos de Cultura Ventre Livre e Quilombo do Sopapo de Porto Alegre.

Confira a programação:
17h: CONVERSAÇÕES sobre o Projeto “Tambor de Sopapo – Resgate Histórico da Cultura Negra do Extremo Sul do Brasil” e sobre o lançamento da Rede Sopapo (Richard Serraria, Catarse e Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo); Projeto Educação Quilombos (UFPel – FaE); e O Quilombo é Aqui (projetos 2010 Loteamento Dunas)
19h: MOSTRA CULTURAL com a presença da Ação CaÔ, com Richard Serraria, Marcelo Cougo e Sérgio Valentim; Mostra de Dança ODARA e Afropel, Núcleo de Artes Rede Vidadania (Violeir@s), Banca CNR, Edu da Matta – Vândalos e Bateria da Imperatriz da Zona Norte (fundada pelo Mestre Batista).

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SOBRE O TAMBOR DE SOPAPOO Tambor de Sopapo está na raiz da história do extremo sul do Brasil – desde as charqueadas até o embalo dos carnavais de rua e de avenida da região. No entanto, a partir dos anos 1970, o processo de ‘carioquização’ do Carnaval fez com que este instrumento, de grande porte e construção artesanal, fosse substituído por instrumentos conhecidos como surdos, também de sonoridade grave e com processo de produção industrializado. Como resultado, esteve em vias de extinção, iniciando-se um resgate no ano de 2000 através de iniciativas como o Projeto CABOBU.

 

O Movimento de apoio ao Mestre Batista, Mestre Griô e Luthier fundamental na preservação do Tambor de Sopapo, pretende trazer à tona a história deste instrumento, resgatando a contribuição cultural do negro em uma região caracterizada pela predominância do positivismo branco. Nesse sentido, integram-se diversas instituições em uma teia de relações que visa essencialmente a fortalecer e potencializar ações de promoção da identidade afrodescendente do Brasil.

Fonte: http://quilombodosopapo.blogspot.com

Medéia: Talento Não Tem Idade

Por volta das 19:30, mais de cem pessoas lotaram o teatro do Instituto de Artes e Design (IAD) da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), no dia 15 de Dezembro de 2009, para assistirem ao processo de montagem do texto i430Medéia, de Eurípedes, representado por Josiane Almada, aluna do segundo ano de ensino médio da Escola Estadual Joaquim Duval, coordenado pela professora de Literatura Dagma Colomby. Certamente, foi um grande desafio para uma adolescente de 19 anos enfrentar uma platéia lotada de atores, diretores, professores de teatro e alunos das faculdades de dança, teatro, cinema, música e artes visuais da UFPEL, além do público em geral.

Neste sentido, saliento o virtuosismo com que Josiane interpretou Medéia, uma mulher com mais de quarenta anos, amargurada pelos dissabores da vida que, em um momento de loucura, acaba matando os próprios filhos, no intuito de vingar-se do ex-marido, após ele ter se casado com uma mulher mais jovem. Sendo assim, o que mais chamou atenção não foi apenas a capacidade interpretativa da jovem atriz, mas sim, a compreensão que esta adolescente apresentava de cada palavra do texto, expondo todo o denso universo psicológico que Medéia exige. Relato estes fatos, pois, atualmente, com uma triste constância observamos muitas pessoas subirem ao palco, intitularem-se atores, sem sequer significarem o texto dito pelas personagens e ainda chamarem isto de teatro.

Outro aspecto importante, refere-se ao fato do trabalho evidente em vertentes baseadas em poéticas do teatro físico, tratando o ator como um elemento orgânico, onde observamos todo o contexto sendo contado através da fusão dos aspectos físicos e psicológicos da personagem. Estas características estavam presentes neste trabalho e seu crédito deve-se, em grande parte, ao brilhante trabalho da professora Dagma Colomby, a qual, além de diretora de teatro e atriz há mais de 20 anos nesta cidade, soube conduzir, com maestria, o trabalho de sua aluna. Deste modo, percebe-se o eficiente labor de uma educadora capaz de descobrir os meios possíveis para alcançar a significação do processo criativo por parte de seus alunos. Além disso, Dagma e Josiane construíram um trabalho competente, no qual seus referenciais as levou a criar uma atmosfera que transcendeu aos limites do palco, envolvendo todos os presentes. Em função disso, não foram poucas as vezes em que era possível ouvir o choro da platéia comungando com o sofrimento e a loucura de Medéia.

Em consonância com o que foi dito acima, reafirmo que a batalha de uma professora e uma aluna de ensino médio, de uma escola pública, distante do perímetro central desta cidade ao levarem o seu trabalho artístico para apreciação de um público acadêmico, dentro da própria Universidade, foi vencida com o brilhantismo e a sensibilidade que somente os verdadeiros artistas possuem. Desta forma, espero que o nome Josiane Almada seja uma constante em futuros espetáculos teatrais. Ademais, anseio que o trabalho da diretora Dagma Colomby obtenha o devido respeito que merece. Entretanto, ainda sinto falta desta atriz novamente nos palcos pelotenses. Esta situação deve-se muito ao fato de há alguns anos Dagma dedicar-se ao fomento da arte teatral no Bairro Santa Teresinha, em Pelotas, agregando mais de cem pessoas em seu trabalho de experimentação teatral.

Portanto, espero que os preconceitos intelectuais do centro e zonas “nobres” desta cidade consigam ter o respeito e humildade em identificar que o talento surge independentemente de sua situação socioeconômica e geográfica. Acrescentado-se a isso, almejo que este digno trabalho, construído em uma escola pública, reverbere estimulando o processo criativo em outros locais desta cidade, onde freqüentemente resta apenas a soberba e o saudosismo, já que o público anseia por gozar dos prazeres que somente a arte pode lhes fornecer.

MSc. Vagner Vargas
DRT – Ator – 6606 – Integrante do CCETP.
vagnervarg@yahoo.com.br
http://ccetp.blogspot.com

Luciano Huck adere à Vigília Cultural

luciano-huck-1691O apresentador Luciano Huck, da Rede Globo, confirmou nesta quarta (16) seu apoio ao movimento pelotense Vigília Cultural – firmado “em sigilo” durante sua passagem pela cidade, na semana passada. Foi o que disse hoje ao diretor do Grupo Tholl, João Bachilli, um dos líderes do movimento.

O Vigília Cultural, representado por um estandarte verde contendo a palavra CULTURA, foi criado por representantes do segmento cultural da cidade um dia depois de a prefeitura ter perdido o prazo para realizar a Conferência Municipal de Cultura (que definiu diretrizes para os próximos anos, a serem levadas às conferências estadual e nacional).

O primeiro ato dos líderes do movimento foi pedir apoio da Câmara de Vereadores para que ela própria convocasse a conferência, o que ocorreu.

O movimento luta para que a prefeitura encaminhe à Câmara projeto de lei propondo a criação de um Sistema Municipal de Incentivo à Cultura (a exemplo das leis federais e estaduais de estímulo ao financiamento da produção cultural) e para que a Secretaria de Cultura seja preservada na reforma administrativa do Executivo, prestes a ser realizada. A Secretaria deve ser mantida, mas anexará outras pastas que serão extintas.

O envio foi prometido pelo prefeito Fetter Jr., mas até este momento de sua gestão não o fez.

Huck em Pelotas, laços com o Tholl desde 2007
Huck esteve na semana passada em Pelotas, para gravação do quadro “Hoje a festa é sua”, que beneficiou Dona Conceição Teixeira e seus 53 filhos com uma reforma geral na casa onde moram. Ele visitou também o Centro de Treinamento Tholl e aderiu à Vigília Cultural, instalada na cidade dia 01 de outubro.

Também assinou o livro de apoio à cultura, deixando a seguinte mensagem: “Se a magia existe, com certeza, ela mora ou passa férias por aqui”.

O apresentador participou de brincadeiras com os artistas, inclusive vestiu um dos figurinos do espetáculo Tholl, Imagem e Sonho (foto acima).

Desde 2007, Huck criou laços com o Tholl. Estava em Porto Alegre quando foi ao ar um especial sobre a trupe circense de Pelotas. Disse ter ficado encantado e entrou em contato com o diretor do Grupo, João Bachilli. Na oportunidade, integrantes do elenco do espetáculo Tholl, Imagem e Sonho participaram do Caldeirão, mostrando cenas do espetáculo, em quatro sábados consecutivos.

Agora, em sua vinda à Pelotas, não deixou de prestigiar a trupe. A opinião de Huck sobre o espetáculo Tholl, Imagem e Sonho é a seguinte: “Para mim o Tholl foi uma das boas surpresas de 2007. Fiquei muito impressionado com a riqueza de detalhes, concepção e, principalmente, a paixão de cada um dos componentes, começando pelo João. Parabéns.”

Fonte: http://ato-cultural.blogspot.com/2009/12/luciano-huck-adere-vigilia-cultural.html

mmm!!! no Teatro do COP

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Encenar a vida como ela é, o como foi. Nesse caso, a vida de Alexandre Coelho quando trabalhava de ajudante de cozinha em um restaurante de Madrid.
A partir desta experiência, surgiu a ideia de Ummm…!!!

Nesta obra veremos o palhaço Goiaba tentando cozinhar um prato que o público escolheu previamente, onde mostrará sua particular relação com todos os elementos que compoem a arte culinária, mediante um mundo de imaginação, loucura e lembranças de aquele tempo recheado de temperos e aromas; o tempo de Café Central, o tempo de sua infância, aos pés de seu pai na cozinha de sua casa.

Local: Teatro do COP
Data: Domingo 20 de dezembro
Horário: 21horas
Ingresso: Geral R$15, assinantes DP R$ 10, estudantes R$ 8.
 
Dramaturgia de Maria Eugenia Lopez e Danilo Facelli
A partir de uma ideia original de Alexandre Coelho
Direção de Alexandre Coelho
Asistência de Direção de Maria Eugenia Lopez
Cenografia Raquel Cuevas Martinez
 
Com Alexandre Coelho e Matthieu Cheveau como maitre e técnico
Realização de Los Estupendos Estúpidos e Penso Projetos Interativos
Esta obra esta dedicada a memoria de Hugo Freitas de Oliveira.
 
Alexandre Coelho de Oliveira, ator palhaço e orientador de palhaços, formado no Brasil a partir de 1990 com Gabriel Cosoy, Ida Celina, Clóvis Veronez, Flavio Dornelles, Néstor Monasterio, Paulo Flores, Augusto Boal, Ricardo Puccetti e Ana Cristina Colla ( Grupo Lume ). Na Espanha com Gabriel Chamé, Pepe Núñez, Paulo Sciutto, Paula Susperregui e José Piris. Atuou em obras como Conversas com o Señor Brecht – Grupo Oficina de Teatro; Um Homem é um Homem – Grupo de Teatro do COP; A Noviça – Grupo Oficina de teatro; Liubliú!! ( amo! ) – Teatro Benjamim.
Em 2001 cria a companhia Los Estupendos Estúpidos, no Brasil, estreiando seu primeiro espectáculo Pedacinho, que esteve em cartaz até 2005.
Em 2007 estreia de Los Ingeniosos Hidalgos, uma leitura palhaça de Don Quijote de la Mancha, com sua direçao. Até 2009 contava com mais de 120 apresentaçoes, com destaque no Festival de Mimos de Perigueux, em França, onde foram premiados como segundo melhor espetáculo por votaçao popular e a turnê de 2008, no norte de Espanha e sul de França, até o Festival de Rua de Aurillac.
Durante o ano de 2006 participou, como ator, na Companhia Aqu Teatro, em Granada, com a obra Deriva en Sombra;
Atualmente é diretor de Los Estupendos Estúpidos.
Profesor / orientador de palhaços em:
Teatro Benjamim, Pelotas, Brasil, 2001 / 2002
El5espiral, Granada, Espanha, de 2005 a 2007;
Estudio3, Madrid, Espanha, de 2005 a 2008;
La Petite, Granada, Espanha, 2008 a 2009;
Sala dos Estupendos Estúpidos, Granada, Espanha, a partir de 2009.

Fonte: Fernanda Schneider
Penso Produções Interativas
Fones: (53) 3305.9601 | 9124.8291
Email|Msn: fefapel@hotmail.com

Leia: Los Estupendos Estúpidos em Pelotas

Los Estupendos Estúpidos em Pelotas

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A companhia Los Estupendos Estúpidos foi originalmente criada na cidade de Pelotas (Brasil), no ano de 2002, com a finalidade de aprofundar o treinamento e prática do universo do palhaço. Fundada por Alexandre Coelho, Dario de Araújo, Douglas Passos, Patricia Silveira e Lucia Berndt.
Sua primeira obra , Pedacinho  estreiou no mesmo ano no Teatro Sete de Abril.
Em 2004, a companhia viaja até Espanha, onde se incorporam a ela novos palhaços: Luis Bondia e David Brito. Durante os seguintes anos, participam em diversos festivais e encontros, como Feverestival em São Paulo, Maratón Clown em Madrid, Festival de Mimo em Perigueux 2006 (França) e salas de teatro em Valencia, Barcelona, Granada e Madrid.
Pasado este periodo a companhia troca de integrantes, incorporando-se a ela e formando-a atualmente: Fanny Giraud, Rayco Marrero, Danilo Facelli, Paula Sánchez, Maria Eugenia López e Belén López.
Em 2007 estreiam Los Ingeniosos Hidalgos, uma leitura palhaça do universo criado por Cervantes em Don Quijote de la Mancha. Com esta obra viajam até o festival de Perigueux em 2007, onde conseguem o 2º melhor espetáculo por votação popular.
Em 2008 fazem uma turnê de um mes e meio por Catalunha e França, realizando 28 atuaçoes, entre elas cabe destacar a participação na edição deste mesmo ano no Festival de teatro de rua de Aurillac e no Festival de Guitarra de Perpignan.
Neste  mesmo ano estreiam La Gran Noche Mortal, obra de linguagem palhaça e bufonesca, esta última uma das mais recentes linhas de investigação da Cia.
Atualmente Los Estupendos Estúpidos administram uma sala própria de treinamento, ensaios e formaçao de palhaços, na cidade de Granada, Espanha.

Leia: mmm!!! no Teatro do COP

Fonte: Fernanda Schneider
Penso Produções Interativas
Fones: (53) 3305.9601 | 9124.8291
Email|Msn: fefapel@hotmail.com