Trip vai dar sobremesa de graça no dia do consumidor em Pelotas

Aproveitando o Dia Internacional do Consumidor, que acontece nesta quinta-feira, 15 de março, o Trip vai dar sobremesa aos seus clientes em Pelotas. Saiba como participar desta deliciosa promoção em parceria com o ecult. 

WhatsApp Image 2018-03-14 at 18.17.01Para ganhar o presente por conta da casa, uma deliciosa fatia de brownie com sorvete, o cliente deverá consumir um dos pratos do Trip Bar e, além disso, apresentar print dessa matéria no seu celular.

A promoção vale enquanto durarem os estoques e estará disponível somente nesta quinta-feira, dia 15 de março de 2018.

Local: Trip American Bar
Endereço: Andrade Neves, 3765 – Pelotas RS
Facebook: facebook.com/TripAmericanBar

Trip American Bar
Um espaço especialmente criado para viver um pouco da cultura americana. Com um menu que vai desde os tradicionais burgers até clássicos da gastronomia americana, como as Buffalo Wings. Um local para estimular a memória afetiva de quem já esteve nos Estados Unidos e proporcionar uma experiência parecida para quem ainda não teve a oportunidade de ir.

Foto Divulgação
Foto Divulgação

Ricardo Borges apresenta “Inverso” em Porto Alegre

Após duas apresentações no Espaço Cultural Victorio Faccin (Santa Maria), o músico Ricardo Borges levará o seu espetáculo “Inverso” para o Teatro Renascença, em Porto Alegre, dia 28 de março às 20h30min.

Divulgação
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Nesta terceira edição, o espetáculo propõe ao público imergir em uma ambiência intimista para contemplar um ritual acústico de expressão, de sentimentos e emoções. “Inverso” sintetiza os três anos em que Ricardo vive em Santa Maria-RS. São 6 músicas registradas em estúdio a partir de 2016 e finalizadas em Maio de 2017. Parcerias, encontros musicais e
espirituais proporcionados pelo Coletivo EntreAutores estão pintados em um disco singelo, orgânico e transparente.

“Esse concerto em em Porto Alegre está sendo pensado e preparado com muita dedicação e amor. Vai ser um pouco diferente dos já realizados em Santa Maria”.

O palco do Teatro Renascença será também o local de estreia das composições do segundo álbum de estúdio do compositor, “Varanda”. A previsão de lançamento do álbum é para o primeiro semestre de 2018. Além disso, convidados muito especiais deixarão a noite ainda mais colorida e memorável.

Ricardo Borges apresenta “Inverso” em Porto Alegre
Quando? 28/03/2018 – quarta-feira
Hora? 20h30min
Onde? Theatro Renascença – Av. Erico Verissimo, 307
Antecipados no link: https://goo.gl/gfdaqg

Os ingressos antecipados serão vendidos apenas online. Também estarão disponíveis para compra no dia do evento na bilheteria do Teatro Renascença. O disco estará à venda após o show.

Foto: Victor Mascarenhas
Foto: Victor Mascarenhas

Ricardo Borges
Guitarrista, violonista e compositor. Acadêmico do curso de Música – Bacharelado em Violão na UFSM também atua na banda “Pegada Torta”. Lança em Junho deste ano o seu primeiro disco solo, intitulado “Inverso”, que sintetiza a sua vida desde que passou a morar em Santa Maria-RS. São 6 músicas escritas desde Março de 2016 e finalizadas na metade de 2017. “Parcerias, encontros musicais e espirituais proporcionados pelo Coletivo EntreAutores estão finalmente pintados em um disco singelo, orgânico e transparente”, afirma Ricardo, que tem acompanhado diversos compositores e intérpretes da música autoral de Santa Maria/RS.

Natural de São Sepé-RS, integrou a banda de reggae Nobre Cidadão (2014-2015), foi guitarrista no projeto “Redimensoar” (2015) e do espetáculo “O que há em mim” (2016), do cantor Kariel. Foi compositor no espetáculo “Pra Cantar O Que É Nosso Vol. I” (2015) e guitarrista/diretor musical do espetáculo “Para Cantar O Que é Nosso” Vol. II (2016) e Vol III (2017), todas produções do Coletivo EntreAutores. Atualmente é músico e compositor na banda “Pegada Torta” (2015-atualmente) e trabalha em seu segundo álbum intitulado “Varanda”, com lançamento previsto para o primeiro semestre deste ano.

YouTube: https://goo.gl/jxzRRb
Facebook: https://www.facebook.com/borgesinverso
Instagram: http://instagram.com/borgesinverso
Site: http://ricborges.com/
Contato: Ricardo Tischler Borges +5555981008879 (WhatsApp)

Cida Moreira é atração musical em Porto Alegre

Show “Soledade” será apresentado no Theatro São Pedro, às 21h, dentro da programação do 6º Sesc Mulher.

As atrações do 6º Sesc Mulher continuam nesta semana e seguem até o dia 09 de abril. Um dos destaques da agenda Arte Sesc – Cultura por toda parte, aqui em Porto Alegre, é o show “Soledade”, de Cida Moreira, no Theatro São Pedro, no dia 15 de março, às 21h. Os ingressos estão à venda nos valores de R$ 15 para a categoria Comércio e Serviços com Cartão Sesc/Senac; R$ 20 para empresários, estudantes, classe artística, idosos e professores; e R$ 40 para o público em geral. Mais informações podem ser obtidas no telefone (51) 3284-2070, no site www.sesc-rs.com.br/centro e na página www.facebook.com/sescportoalegre.

Cida Moreira - Foto: Nilton Serra
Cida Moreira – Foto: Nilton Serra

Com uma voz potente e intensa, Cida interpreta clássicos de Belchior, Caetano Veloso, Leonardo Cohen e Tom Waits. A cantora, atriz e pianista é conhecida por sua personalidade cênica, ela toma conta do palco, ela canta por inteiro com o corpo, com a expressão do rosto e com o toque no piano, o que encanta a todos. De acordo com ela, “Soledade” pode ser definido como um estado poético e musical. “Um sentimento de soledade pessoal e outros muitos sentidos vindos da memória, da poesia, de uma viagem antiga pelas cidades, pelos amores, pelas grandes referências a um estado de alma feminino, de uma artista que em tudo canta um Brasil profundo”, enfatiza Cida.

Ao longo do mês de março, o público também poderá exercer sua solidariedade: o Sesc Centro receberá doações de café em pó, que será revertido para a Casa do Artista Rio-Grandense. Confira abaixo a programação completa do 6º Sesc Mulher.

Sobre o Arte Sesc – Cultura por toda parte – Criado pelo Sistema Fecomércio-RS em 2007, o programa reúne todas as atividades culturais desenvolvidas pelo Sesc no Rio Grande do Sul, entre teatro, música, artes plásticas, literatura e cinema. Além de promover uma intensa troca de experiências e ampliar o acesso à produção artística, o Arte Sesc busca ser reconhecido como promotor de ações culturais no Estado, sendo elas não só apresentações artísticas, mas também de caráter formativo e educacional, orientadas por três eixos: transversalidade, diversidade e acessibilidade.

6º Sesc Mulher – Porto Alegre
De 08 de março a 09 de abril

08/03 a 09/04
Exposição Coletiva: “Fissuras da Paisagem: enredos de quatro mulheres”
Lilian Maus, Natália Leite, Durvalina Celestino e Claudina Pereira (in memoriam), com curadoria de Daniela Pinheiro Machado Kern (RS)
Locais: Café Sesc Centro (Av. Alberto Bins, 665) e Espaço Multicultural Livros sobre Trilhos (estação Mercado da Trensurb)
Horários: 8h às 20h – no Café Sesc Centro segunda a sexta – aos finais de semana, 1h antes de cada apresentação do teatro) e das 8h às 24h – no Espaço Multicultural Livros sobre Trilhos
Sinopse: Um diálogo visual entre quatro mulheres fortes. Uma conversa que envolve cores, formas, linhas e métodos de se criar mundos quando se está internado, desde muito cedo, em um mundo outro, o Hospital Psiquiátrico São Pedro. O que encontramos em tal diálogo proposto pela exposição FISSURAS DA PAISAGEM é sempre o inesperado, o que escapa ao controle, como as marcas de mofo nos bordados de Natália Leite; as manchas de guache das pinturas de Dorvalina Souza; e a prosa libertadora e perspicaz das agendas de Claudina Pereira. Lilian Maus mergulhou nesse mundo outro ao se deixar impregnar pelas obras dessas três artistas, tanto pelas cores que escolhe para suas pinturas, quanto pelos temas. O resultado é uma paisagem interior de escuta, que reage a paisagens interiores de limite desconhecido, de liberdade batalhada, conquistada e sempre em expansão. Afinal, não é à toa que Claudina se coloca no lugar de um pássaro: “Sou ave sem ninho com todos os seus sinônimos”.
Classificação: livre

12/03
Filme: Divã
Local: Teatro do Sesc Centro (Av. Alberto Bins, 665)
Horário: 12h30
Gênero: Comédia/Drama
Direção: José Alvarenga Jr.
Ano: 2009
Sinopse: “Divã” conta a história de Mercedes, uma mulher de 40 anos que vive às voltas com as alegrias e desafios da sociedade contemporânea. Casada e mãe de dois filhos, Mercedes decide, mesmo sem saber bem o porquê, procurar um psicanalista. E, assim, o que antes era apenas uma curiosidade, se transforma em uma experiência devastadora, que provoca uma série de mudanças em sua vida cotidiana.
Classificação: 14 anos
Duração: 88 minutos
Entrada Franca

13/03
Oficina Fissuras da Paisagem
Ministrante: Lilian Maus
Local: Teatro do Sesc Centro (Av. Alberto Binns 665)
Horários: 14h às 16h
Sinopse: oficina de aquarela para percepção e construção da paisagem a partir de exercícios de experimentação sobre papel.
Duração: 2h
Inscrições: encerradas

15/03
Soledade
Cida Moreira (SP)
Local: Theatro São Pedro (Rua. Praça Marechal Deodoro s/nº)
Horário: 21h
Sinopse: Cida Moreira em Soledade, canta grandes compositores brasileiros, como Belchior, Caetano Veloso e muitos outros. No repertório eclético, temos Leonardo Cohen e Tom Waitts. Para Cida Moreira, “Soledade é um estado poético e musical, um sentimento de soledade pessoal e outros muitos sentidos vindos da memória, da poesia, de uma viagem antiga pelas cidades, pelos amores, pelas grandes referências a um estado de alma feminino, de uma artista que em tudo canta um Brasil profundo.”
Classificação: livre
Duração: 60 minutos
Ingressos: nos valores de R$ 15 para a categoria Comércio e Serviços com Cartão Sesc/Senac; R$ 20 para empresários, estudantes, classe artística, idosos e professores; e R$ 40 para o público em geral

19/03
Filme: As mães de Chico Xavier
Local: Teatro do Sesc Centro (Av. Alberto Bins, 665)
Horário: 12h30
Gênero: Drama
Direção: Glauber Filho e Halder Gomes
Ano: 1998
Sinopse: Ruth (Via Negromonte) tem um filho adolescente, que enfrenta problemas com drogas. Elisa (Vanessa Gerbelli) tenta compensar a ausência do marido dando atenção total ao filho, Theo (Gabriel Pontes). Lara (Tainá Muller) é uma professora, que enfrenta o dilema de uma gravidez indesejada. Estas três mulheres se encontram quando, cada um por um motivo particular, resolvem procurar a ajuda do médium Chico Xavier (Nelson Xavier).
Classificação: 12 anos
Duração: 120 minutos
Entrada Franca

20/03
Transição de Gênero: Construindo uma nova existência
Com Atena Beauvoir
Local: Café do Sesc Centro (Av. Alberto Bins, 665)
Horário: 19h
Sinopse: Um bate-papo com Atena Beauvoir, que é mulher transexual, educadora, filósofa e escritora, premiada em 2013 e 2014 em ciências humanas pela IFRS/POA e menção honrosa pela atuação em defesa e promoção dos direitos humanos LGBT na cidade de Canoas, escreveu o livro Contos Transantropológicos, uma série de contos, que buscam oferecer um novo olhar para a existência do ser fenomenologicamente humano.
Classificação: livre
Duração: 60 minutos
Entrada Franca

22/03
Prosa em pauta
Com Valesca de Assis, Renata Wolff e Priscila Pasko
Local: Espaço Saber e Lazer Sesc Centro (Av. Alberto Bins, 665)
Horário: 16h
Sinopse: comemorando o Dia Internacional da Mulher, as escritoras Valesca de Assis, Patrona da Feira do Livro de Porto Alegre 2017 e Renata Wolff, finalista no Prêmio Jabuti com o livro Fim de Festa debatem nesse encontro de gerações, a mulher na prosa. Como mediadora a jornalista e escritora Priscila Pasko.
Classificação: livre
Duração: 90 minutos
Entrada Franca

26/03
Filme: De Pernas pro Ar 2
Local: Teatro do Sesc Centro (Av. Alberto Bins, 665)
Horário: 12h30
Gênero: Comédia
Direção: Glauber Filho e Halder Gomes
Ano: 2010
Sinopse: Alice é uma mulher workaholic que tenta se equilibrar entre a rotina do trabalho e a família. Depois de perder o emprego e o marido, Alice vai descobrir com a ajuda da vizinha Marcela que é possível ser uma profissional de sucesso sem deixar os prazeres da vida de lado. O filme discute com leveza e humor os deliciosos conflitos das mulheres modernas.
Classificação: 14 anos
Duração: 98 minutos

28/03
Clube de Leitura Sesc Centro
Leituras poéticas: A mulher e a poesia
Local: Espaço Saber e Lazer Sesc Centro (Av. Alberto Bins, 665)
Horário: 16h
Sinopse: Clube de leitura Sesc Centro em homenagem ao Dia Mundial da Poesia e o Mês da Mulher, convida para Leituras Poéticas, onde leremos poesias escrita por poetas mulheres. Traga sua poesia e venha ler conosco.
Classificação: livre
Duração: 90 minutos
Entrada Franca

10/04
Oficina Mulheragem
Com Mulheragem (RS)
Local: Teatro do Sesc Centro (Av. Alberto Bins, 665)
Horários: 14h às 16h
Sinopse: a mandala de atrizes que compõem essa seleção de solos, recebe mulheres para um exercício de vivência teatral e encontro. Abertura – acolhimento, roda, conversa informal sobre os processos de cada atriz e as motivações de cada solo, cada uma das mulheres citadas na composição do MULHERAGEM, troca, sensações. Qual a mulher que mais te inspira? até onde tu conhece da tua linhagem feminina? Quem é você agora? roda e canções. ritual. Segunda parte – vivência prática; apropriação e percepção do corpo; jogos teatrais; improvisações sobre as inspirações e ponderações feitas na abertura da oficina. Mais mulheres lembradas, jogo de cena, jogo de lembrar, memória.
Classificação: livre (mulheres de todas as idades podem se inscrever)
Duração: 2 horas
Inscrições: pelo e-mail culturacentro@sesc-rs.com.br ou pelo telefone 3284.2072

Fonte: Luiza Menezes – Usina de Notícias

Ingressos para show “Casa Ramil” estão no terceiro lote de vendas

Pelotas será palco do primeiro show que reúnirá Kleiton, Kledir, Vitor, Ian, Gutcha, Thiago e João Ramil interpretando canções próprias em versões inéditas.

Casa Ramil Foto: Marcelo Soares
Casa Ramil Foto: Marcelo Soares

A venda de ingressos para o espetáculo Casa Ramil que acontece dia 20 de março, às 21h, no Theatro Guarany já está no terceiro lote. Clássicas como Almôndegas, Deu pra ti, Loucos de Cara, Ramilonga, Derivacivilização, Artigo 5°, Amora, Casca, estão no repertório de afetos que o público da terra poderá prestigiar em primeira mão.

O espetáculo nasceu de encontros durante dois verões na casa de veraneio da família na praia do Laranjal, em Pelotas, quando filhos, netos e até bisnetos se juntaram para cantar e tocar, proporcionando à matriarca Dalva Ramil, no alto dos seus 90 anos, reviver o cotidiano de música que ela e o marido, Kleber Ramil, construíram com os filhos e que teve continuidade com as novas gerações.

Os ensaios já começaram, trazendo à tona o prazer dos Ramil em cantarem as composições uns dos outros e se revezarem nos instrumentos. E entre os desafios, tocar alguns deles pela primeira vez. Além dos tradicionais violões, baixo elétrico, violino, guitarra e percussão, a paisagem sonora do Casa Ramil incorpora saz, cuatro venezuelano, raviola agostina, rabeca e efeitos eletrônicos. A cenografia também tem a alma da família, com vídeos de Isabel Ramil, que responde também pela iluminação em parceria com o tio Marcelo Linhares. Karina Ramil é a responsável pela direção de cena. O projeto gráfico é de Chris Ramil, Isabel Ramil e Mariana Barbieri. Na produção, Kaio Ramil, sob a coordenação geral de Branca Ramil, idealizadora do projeto.

Ingressos custam R$ 160,00 (inteira) e R$ 80,00 (meia entrada – para estudantes, professores e pessoas com mais de 60 anos mediante comprovação). A compra pode ser feita em dinheiro ou cartões de débito e crédito (no segundo caso parcelado em até três vezes). É importante lembrar que estudantes podem comprovar o benefício com carteirinhas da UNE, das instituições de ensino ou comprovantes de matrícula. Já professores, através de carteirinhas das instituições de ensino, dos sindicatos ou contracheque. O público da região que quiser reservar ingresso, pode entrar em contato com A Vapor Estúdio ou Lua Nova Produções, através das fanpages ou evento no Facebook.

Casa Ramil
{Kleiton, Kledir, Vitor, Ian, Gutcha, Thiago, João}
Quando? 20 de março, às 21h
Onde? Theatro Guarany – Pelotas
Valores? Inteira R$ 160,00 Meia R$ 80,00

+ informações no evento via Facebook.

Fonte: Satolep Press

Entrevista: Luciano Mello dá detalhes de sua colaboração em novo álbum da Elza Soares

Não é exagero nenhum afirmar que o novo disco da Elza Soares está entre os discos mais aguardados de 2018. O sucessor do premiado A Mulher do Fim do Mundo tem lançamento previsto para maio, pela gravadora Deckdisc, e foi batizado de Deus é Mulher.

lucianoO compositor e músico pelotense Luciano Mello está entre os colaboradores deste novo trabalho e contou ao e-Cult um pouco dessa experiência.

Embora já tivesse uma carreira consolidada, com dezenas de discos lançados, o álbum de 2015 representou um grande marco na carreira de Elza. A Mulher do Fim do Mundo foi o primeiro álbum de músicas inéditas da carreira da cantora. Ela fez questão de escolher músicas que enfatizam temas muito presentes na sua vida, como violência doméstica, negritude, vida urbana, entre outros.

Unanimidade entre os críticos, o disco de Elza foi eleito o melhor álbum de 2015 em diversas listas como da revista Rolling Stone e dos sites TMDQA e Na Mira do Groove. Em 2016 foi coroado com o Grammy Latino na categoria de melhor álbum de MPB.

O aguardado novo disco contará com as principais peças do time que trabalhou no anterior, incluindo a produção musical de Guilherme Kastrup e a direção artística de Romulo Fróes. No último dia 24, o jornal O Globo apresentou a letra de uma das músicas que estará presente no novo disco (veja aqui). E eis aí uma surpresa para nós pelotenses e quem acompanha o trabalho do Luciano Mello. A faixa Dentro de Cada Um, parceria dele com Pedro Loureiro, está entre as 11 escolhidas para o disco. A seguir, Luciano detalha o processo de sua participação neste trabalho.

– Desde quando tu conheces o Pedro Loureiro e como que é o processo de criação de vocês?

Eu e o Pedro nos conhecemos desde 2016. O Pedro teve uma carreira artística como cantor e, além de ser um talentosíssimo produtor executivo, é um excelente compositor, ainda que, muito tímido pro meu gosto, pois é difícil fazer com que ele mostre algo.
Dentro de Cada Um foi encomendada pela Elza. Ela pediu ao Pedro uma música com um tema muito específico, ela queria falar do empoderamento feminino, mas ela queria mais: ela entende o empoderamento feminino como uma revolução pessoal. Ela entende que cada um tem necessariamente uma mulher dentro de si e que qualquer repressão contra mulheres, gays, trans e oprimidos em geral só se extinguirá quando cada um deixar fluir a mulher que tem dentro de si. Falando assim, certamente uma grande cota de machistas imbecis (vale para homens e mulheres, sem distinção, machista tem em todo o canto) vão imaginar que estou falando que eles devem se tornar gays ou colocarem alguns desejos secretos em prática, mas a questão é mais profunda. Deixar a mulher que existe dentro de cada um fluir é, pra Elza, pra mim e pro Pedro também, uma forma absolutamente revolucionária de mudar as coisas que estão à volta. A maioria esmagadora da população mundial teve uma mãe ou uma presença feminina forte na sua criação e, a bem da verdade, há muito pouca diferença entre os sexos. Ao contrário do que se prega por aí, o que não é natural é ser tão macho ou tão fêmea. Isso vale pra os que gostam do papo do que é da natureza ou não.

Compor é uma tarefa íntima, não há exatidão no processo, o rigor e a exatidão estão no resultado. Mas o fato é que eu e o Pedro fizemos a letra por telefone. Conversávamos e eu anotava. Muitas coisas que ele dizia já saiam com métrica e, sem que ele percebesse, eu já estava anotando. Depois de uma hora de conversa eu disse para ele que a letra estava pronta e li, daí eu e ele fomos trocando palavras, adequando à uma métrica geral, procurando, por vezes, algumas rimas. Depois fui pro piano e na mesma madrugada eu tinha uma demo pronta e mandei pro Pedro.

– Como foi o processo de escolha da Elza?

Aí entra a parte difícil. O Pedro é estrategista de carreira da Elza Soares, por uma questão ética ele não poderia colocar uma composição própria na seleção. Eu entrava de carona nessa questão de não poder participar como compositor, por ser muito amigo dele. Mas a gente imaginava que havia uma probabilidade muito grande da Elza querer a canção. Ela ainda não tinha ouvido, mas tínhamos escrito o que ela havia pedido. O jeito foi participar da triagem, como todos os demais participaram. Pelo que sei, mais de 3.000 músicas, foi mais ou menos como quando ganhei o Itaú Cultural em 2001. O Pedro, como bom estrategista que é, teve uma ideia duchampiana: inscreveu a música como se fosse de um compositor chamado Lírio Rosa e torceu pra que ninguém conhecesse a minha voz. O Guilherme Kastrup, produtor musical da Elza, fez a triagem inicial, reduzindo as mais de 3.000 canções iniciais para 30. A partir de então, o Kastrup constituiu um núcleo de cinco jurados: Ele (Guikherme Kastrup), a Elza Soares, o Rômulo Fróes, o Juliano Almeida e, pra piorar de vez nossa situação, o próprio Pedro Loureiro. Havia chegado o grande dia, porém, nossa música não estava entre as 30 finalistas. Mas, o milagre aconteceu: a Elza após ouvir as 30 disse que ficaria apenas com 9 e que faltavam pelo menos duas. Partiram então para mais uma rodada de 30 músicas. Pelo que sei, Dentro de Cada Um, que até então se chamava “A mulher de dentro de cada um”, foi a terceira a ser reproduzida nessa segunda rodada. No meio da música a Elza decretou: “Eu quero essa música!” O Pedro se retirou discretamente, pediu que votassem sem ele, me ligou e contou o que tava acontecendo. Tremi na base! Era a Elza, intérprete absolutamente formativa na minha cultura musical, uma das minhas cantoras prediletas desde que eu me entendo por gente. Quando o Pedro voltou à sala a confusão tava armada, a Elza queria a música a todo custo, porém, ninguém sabia quem era Lírio Rosa, não havia endereço, não havia nada, alguns telefonemas já haviam sido dados e nada. Então o Pedro anuncia: Gente, eu conheço o Lírio Rosa, sou eu! Eu e o Luciano Mello. Explicações dadas, logo em seguida o Pedro me ligou perguntando se eu me incomodava de trocarmos o nome para “Dentro de cada um”, era um pedido da Elza. Só então, o Pedro contou pra ela que era a canção que ela tinha encomendado, porém, que tínhamos optado pela seleção. Pouco tempo depois, dois meses ou menos, eu recebi a foto da Elza gravando com a letra na estante de partituras.

Nota: o álbum incluirá ainda músicas de Tulipa Ruiz, Romulo Fróes e Alice Coutinho, Douglas Germano, Pedro Luís, Mariá Portugal, Caio Pedro.

– Tu costumas trabalhar com parcerias em tuas composições?

Meu processo de composição é, na maioria das vezes, solitário. Tenho, inclusive dificuldades de compor em parceria. Até mesmo minhas parcerias anteriores foram feitas de forma solitária, não existe pra mim essa coisa de “Vamos fazer uma música!” e a música acontecer. Com o Pedro, no entanto, é diferente, existe uma fluência muito intensa. Já compusemos mais outras duas músicas, também a pedidos. Encontramos uma maneira de compor por encomenda e isso é ótimo, é uma parceria que, como disse, flui. Essa fluência vem desde a vez em que trabalhamos juntos na estratégia da carreira de um artista que produzi e que iríamos lançar juntos. Também montamos uma equipe coordenada por mim, pelo Pedro, pelo Patrick Tedesco e pelo Bira Massaut com a Projetar do Rio de Janeiro e a CKCO de Pelotas para trabalhamos na pesquisa das gravações da Elza Soares, fizemos o levantamento desde sua primeira gravação e isso sempre gerava muitas e longas conversas com o Pedro.

E criações entre amigos que são compositores acontecem, na maioria das vezes, naturalmente. Já houve caso em que o Vitor Ramil encontrou uma letra que eu tinha acabado de fazer em cima do meu piano e começou a musicar imediatamente. A música No Floor foi pro meu CD Universo Barato, com eu cantando e o Vitor tocando piano e percussão no piano. Teve um outro caso em que o Vitor botou letra numa música instrumental minha, Fórmica Blue (Valsa tola), gravada pela Adriana Maciel. O Arthur de Faria já me mandou músicas pra eu colocar a letra, nunca devolvi, porém, já mandei letras pra ele musicar, em geral ele devolve, fizemos uma música chamada O Olho de Deus, que vai estar no seu novo álbum. Compus algumas músicas com o Fabio Medina, pra mim um dos melhores cantores, excelente arranjador e produtor, um dos artistas mais completos e geniais das safras mais novas no Brasil. Com ele, fiz por encomenda, Sick Of Love. Ele me entregou a letra e disse: me tira da minha zona de conforto, e eu tirei. Depois, ele pediu que eu solucionasse um refrão de uma música que ele tinha composto, reescrevi a melodia do refrão, totalmente baseado na ideia dele que, generosamente, me atribuiu a parceria em Until We Get There, do álbum Keep It Down. Não há critérios para as parcerias se estabelecerem. Essas coisas vão acontecendo, às vezes, muito naturalmente, outras, por encomenda.

– Qual tua relação com a música e obra da Elza Soares?

É uma ligação ancestral. Meu avô era fã da Elza Soares, minha mãe também. Sempre ouvia falar, mas ouvir com atenção mesmo foi quando o Caetano chamou ela pra gravar a música Língua. Eu pirei com aquela voz. Eu sabia quem ela era, adorava a figura, mas ela me destruiu no dia que eu a vi cantando, em 1986, a música Tiro de Misericórdia do João Bosco e do Aldir Blank no programa Chico & Caetano. Nunca mais parei de ouvir. Quando saiu A Mulher do Fim do Mundo, eu entendi claramente que a história estava se encarregando de colocar a Elza Soares no seu devido e justíssimo lugar. O Lugar reconhecido de uma das maiores e mais contemporâneas cantoras do Brasil. Fico imaginando como vai ser agora nesse álbum Deus é Mulher, em que ela tem por parte da mídia e do público o devido reconhecimento. A Elza não é apenas uma cantora, é uma força revolucionária.

– O Histórias em Torno da Queda foi teu último álbum, correto? Atualmente, tens trabalhando em um novo disco ou quais são os projetos para o futuro?

Depois da quedaO Histórias em Torno da Queda é meu terceiro álbum solo. Esse negócio de último é pra artista que já morreu e todas as suas obras póstumas já foram lançadas (risos). Brincadeiras à parte, meu primeiro CD lançado foi como compositor, produtor e arranjador de um projeto chamado “ZURBe”, ao lado de Miguel Feldens, isso foi lá por 1996, saiu CD, vendeu e foi considerada por alguma revista importante do momento como o primeiro lançamento de industrial music no Brasil, na época o Miranda se interessou, mas a ZURBe não era nem o que eu queria fazer, nem o que o Miguel queria, não colocamos o álbum nem nas plataformas de streaming, mas admito que era uma produção bastante sofisticada pra época. Depois veio, ou melhor, não veio o Canções com restos de acordes que seria o meu primeiro álbum e sairia em 1997, porém se perdeu entre negociações com gravadoras e a quebradeira geral que a pirataria já estava começando a causar, mas a gente nem percebia. Só lancei outro álbum, dessa vez exatamente como eu queria, em 2007, Universo Barato, com participações do Vitor Ramil, Nelson Coelho de Castro, Nico Nicolaiewsky, Pezão (do Papas da Língua), mais uma galera alto nível, graças ao Fumproarte-Porto Alegre, que naquela época existia em Porto Alegre, essas coisas maravilhosas que tinham antes das pessoas saírem pras janelas dos seus apartamentos de luxo batendo panelas e fazerem cultos a patos amarelos em frente à FIESP. Entre o Universo Barato e o Histórias em torno da queda, fiz muitas trilhas para teatro, como o Senhor Kolpert e No que você está pensando, ambas dirigidas por Tainah Dadda, a mesma diretora cênica do meu atual show, Depois da queda, e lancei um EP chamado TrêsCaetanos com leituras minhas para três canções do Caetano Veloso. Agora, ainda no primeiro semestre, pretendo lançar o álbum Depois da Queda, que vai ser meu primeiro álbum ao vivo. O Depois da Queda é um show que eu adoro, com vídeos montados pelo artista multimídia Patrick Tedesco, que são manipulados e editados durante as canções. É uma série de aparatos eletrônicos novos e antigos, tudo no palco e eu no meio desses brinquedos. É um show político. Já que uma parcela grande da população quer andar pra trás, é nossa obrigação como artistas, voltar à canção de protesto e tentar empurrar pra frente. É por aí.

Obs: o CD Depois da Queda foi recentemente aprovado no edital do Programa Municipal de Incentivo à Cultura (Procultura).
Acompanhe Luciano Mello em: https://www.facebook.com/lucianomellomusic

Cine UFPel apresentará filmes dirigidos por mulheres

Os filmes selecionados para o mês de Março no Cine UFPel são todos dirigidos por mulheres e a sessão de abertura do ano é neste dia 08, Dia Internacional da Mulher.

Em destaque ao longo do mês estão os brasileiros “Pendular”, de Julia Murat, que levou o prêmio da crítica no Festival de Berlim em 2017, e “Pela Janela”, de Caroline Leone. Outra novidade do ano no Cine são as sessões SESC, que iniciam no dia 14, com filmes de destaque no panorama internacional. A programação completa está na página do Cine UFPel no Facebook, incluindo com o longa-metragem argentino “Minha amiga do parque”, da diretora Ana Katz.

Sessões desta semana:

Quinta-feira (08), às 19h
Longa: MINHA AMIGA DO PARQUE
Sinopse: Fugir de um bar sem pagar a conta é apenas a primeira aventura de Liz (mãe do recém-nascido Nicanor) e Rosa (mãe da recém-nascida Clarisa). Essa amizade que floresce entre mães que amamentam começa com a promessa de ser uma libertação, mas depois pode se tornar um negócio perigoso.
Direção: Ana Katz
(Uruguai/Argentina, Fic, 2016, 1h26)

Classificação: 14 anos

Sexta-feira (09), às 19h

Curta: LÁPIS DE COR
Sinopse: O documentário aborda a representação racial no universo infantil e a maneira como o padrão de beleza eurocêntrico afeta a auto-imagem e auto-estima de crianças negras, revelando a ação silenciosa do racismo. Lápis de cor faz referência a uma cor de lápis, conhecida como “cor de pele”, que, na verdade, é de tonalidade bege. É essa cor que as crianças utilizam para representar a si mesmas e as pessoas do seu convívio, compondo, nos desenhos, um fenótipo de pessoas brancas – olhos claros, cabelos louros e pele bege – mesmo quando são negras as pessoas representadas.
Direção: Larissa Fulana de Tal
(BRA, Doc, 2014, 2min19)

Longa: A LOUCURA ENTRE NÓS
Sinopse: Quais os limites da nossa sanidade? O que nos define como normais? “A loucura entre nós” lança um olhar sobre os corredores e grades de um hospital psiquiátrico, buscando personagens e histórias que revelem as fronteiras do que é considerado loucura. Através, principalmente, de personagens femininas, o documentário exala as contradições da razão, nos fazendo refletir nossos próprios conflitos, desejos e erros. Livremente inspirado no livro homônimo do médico psiquiatra Marcelo Veras, o filme faz um sensível mergulho nos paradoxos da reinserção da loucura no mundo em geral, subvertendo qualquer tentativa de reduzir as personagens retratadas a marionetes de questões envolvendo a sanidade mental.
Direção: Fernanda Fontes Vareille
(BRA, Doc, 2016, 1h18)

Classificação Livre

Extra, Extra: Jornal e-cult entre os contemplados pelo Procultura 2017

O projeto que traz de volta a edição impressa do Jornal e-cult está entre as Vinte e seis propostas aprovadas no edital 10/2017 do Programa Municipal de Incentivo à Cultura (Procultura).

Aldyr Garcia Schlee, ilustre leitor do e-cult, durante a Feira do Livro de Pelotas em 2016. Foto Deco Rodrigues
Aldyr Garcia Schlee, ilustre leitor do e-cult, durante a Feira do Livro de Pelotas em 2016. Foto Deco Rodrigues

A proposta cultural apresentada no segmento Literatura sob o título “Jornal e-cult” propõe a cada dois meses, entre 2018 e 2019, distribuir uma edição com quatro mil exemplares, de forma 100% gratuita, com conteúdo exclusivamente sobre eventos culturais realizados em Pelotas e produtos lançados por artistas pelotenses ou artistas moradores de Pelotas. No total serão 6 edições impressas.

A Secretaria de Cultura (Secult) divulgou os contemplados por meio de ofício virtual nesta terça-feira (6). Os projetos, que podem custar até R$ 25 mil cada, enquadram-se nas áreas de Literatura, Música, Audiovisual, Folclore e Manifestações Populares, Artes Cênicas, Artes Integradas, e Memória, Acervo e Patrimônio.

Nesta edição, o programa destina R$ 598 mil à iniciativa – 15% a mais do que na anterior. O edital 10/2017, publicado em agosto do ano passado, recebeu 83 inscrições. A seleção é de responsabilidade do Conselho Municipal de Cultura (Concult).

Propostas aprovadas por área:

Literatura
> Mandinga Editorial
> Livro ilustrado Chaminé não é vulcão – Zeca Bum
> Jornal e-cult

Artes Cênicas
> Piratas
> O incrível mistério de Honorato, o Rato!
> 2º Teatrua – Festival de Teatro de Rua de Pelotas

Música
> Pimenta Buena – 3º CD
> Náufragos Urbanos – CD Relógios de Areia
> Ivanov Basso – CD
> Luciano Mello – CD ao vivo Depois da queda
> Marco Brasil – CD Alma brasileira
> Tom Neves – CD Caminho do Bem
> Egbert Parada – CD
> Freak Brotherz – CD 20 anos de carreira
> Alexandre Matos – Candombe para vos

Memória, acervo e patrimônio
> Entre Contos e Lendas sobre João Simões Lopes Neto
> Atlas Digital do Patrimônio Arqueológico de Pelotas 2018

Artes Integradas
> Sovaco de Cobra Trio – Nossa Alma
> 100 Aves de Pelotas
> Maratona Fotográfica de Pelotas
> Histórias de amor e de Carnaval: a cultura e a costura pelas mãos da Griô Dona Sirley Amaro
> A vida é um jogo para quem tem ancas: uma arqueologia documental sobre mulheres escravas domésticas em Pelotas/RS no século XIX
> 7º Festival MozBrasil

Folclore e Manifestações Populares
> Bloco do Mapa festeja a cidade de Pelotas

Audiovisual
> La Muerte
> Cachorro, o Filme

Dia do Circo inspira programação cultural gratuita em Porto Alegre

Sessão de cinema e peça teatral tem temática circense, no dia 27 de março, com entrada franca em Porto Alegre.

Em comemoração ao Dia do Circo (27/03), o Sesc Centro/ POA preparou uma programação especial para o mês de março. A agenda Arte Sesc – Cultura por toda parte conta com sessão de cinema e apresentação de peça teatral, ambas com entrada franca, no dia 27/03. Confira, logo abaixo, a programação completa. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 3284-2070, no site www.sesc-rs.com.br/centro e na página www.facebook.com/SescPortoAlegre.

Será exibido o filme “O Palhaço”, às 15h, no Teatro do Sesc Centro (Av. Alberto Bins, 665). O longa-metragem conta a história de Benjamim, personagem interpretado por Selton Mello, e Valdemar, interpretado por Paulo José, formam a fabulosa dupla de palhaços Pangaré e Puro Sangue. Benjamim é um palhaço sem identidade, CPF e comprovante de residência. Ele vive pelas estradas na companhia da divertida trupe do Circo Esperança, achando que perdeu a graça e parte em uma aventura atrás de um sonho. A atividade é gratuita e aberta ao público.

Historias de Circo sem Lona - Foto Eduardo Fontoura
Historias de Circo sem Lona – Foto Eduardo Fontoura

Outra atração é o Grupo TIA – Teatro Ideia Ação (RS), com o espetáculo Histórias de Circo Sem Lona. As apresentações acontecem na Praça São Sebastião (Entre o Colégio Marista e Santa Casa), às 12h, e no Hall do Hospital da Criança Santo Antônio (R. Sarmento Leite, 77), às 15h. O espetáculo mostra as artimanhas de três palhaços “sem eira, nem beira”, que não têm muitos dotes e precisam encontrar uma forma de ganhar a vida e conquistar o pão de cada dia. E é baseado em reprises e gagues dos palhaços tradicionais de circo.

Dia do Circo – Centro
27 de março

Filme: O Palhaço
Horário: 15h
Local: Teatro do Sesc Centro (Av. Alberto Bins, 665)
Ingressos: Entrada franca
Direção: Selton Mello / 2011 – 90 min
Sinopse: Benjamim (Selton Mello) trabalha no Circo Esperança junto com seu pai Valdemar (Paulo José). Juntos, eles formam a dupla de palhaços Pangaré & Puro Sangue e fazem a alegria da plateia. Mas a vida anda sem graça para Benjamin, que passa por uma crise existencial e assim, volta e meia, pensa em abandonar Lola (Giselle Mota), a mulher que cospe fogo, os irmãos Lorotta (Álamo Facó e Hossen Minussi), Dona Zaira (Teuda Bara) e o resto dos amigos da trupe. Seu pai e amigos lamentam o que está acontecendo com o companheiro, mas entendem que ele precisa encontrar seu caminho por conta própria.
Classificação etária: 12 anos

Historias-de-Circo-sem-Lona-Credito-Tiemmy-SaitoHistórias de Circo Sem Lona
Grupo TIA – Teatro Ideia Ação (RS)
Horário: 12h – Praça Dom Sebastião ( entre o Colégio Marista e Santa Casa)
Horário: 15h – Hall do Hospital da Criança Santo Antônio
Sinopse: O espetáculo mostra as artimanhas de três palhaços “sem eira, nem beira”, que não têm muitos dotes e precisam encontrar uma forma de ganhar a vida e conquistar o pão de cada dia.
Baseado em reprises e gagues dos palhaços tradicionais de circo. Um palhaço apresentador (Stripulia) faz a ponte entre platéia e artistas. O segundo palhaço (Badanha) representa as grandes orquestras circenses e a palhaça (Fadiga) interpreta as atrações, fazendo uma alusão aos vários artistas que se apresentam nos circos. Os quadros são grandes números de enganação, mas que viram uma grande comunhão com o público, devido ao alto grau de simplicidade, ludicidade e, sobretudo, de cumplicidade que se estabelece.
Classificação etária: Livre

Ficha Técnica:
Realização: Grupo TIA
Dramaturgia: Grupo TIA
Direção: Marcelo Militão
Figurino e Maquiagem: Mariana Abreu
Adereços: Grupo TIA, Denise Ayres e Renan Leandro
Trilha sonora: Grupo TIA e Felipe Nunes
Elenco: Marcelo Militão – Mariana Abreu – Mário Ferrolho
Duração: 30min

Sobre o Arte Sesc – Cultura por toda parte – Criado pelo Sistema Fecomércio-RS em 2007, o programa reúne todas as atividades culturais desenvolvidas pelo Sesc no Rio Grande do Sul, entre teatro, música, artes plásticas, literatura e cinema. Além de promover uma intensa troca de experiências e ampliar o acesso à produção artística, o Arte Sesc busca ser reconhecido como promotor de ações culturais no Estado, sendo elas não só apresentações artísticas, mas também de caráter formativo e educacional, orientadas por três eixos: transversalidade, diversidade e acessibilidade.

Fonte: ​Niágara Braga​ – Usina de Notícias

Beatles Festival 2018 acontece neste domingo em Porto Alegre

O Festival Beatlemaníaco mais querido do Sul do Brasil está de volta e com uma grande novidade: será realizado no Parque da Redenção, em Porto Alegre. Beatles Festival 2018 acontece no próximo domingo, dia 11 de março, a partir das 14h.

Zoom Beatles credito Divulgação
Zoom Beatles credito Divulgação

Para a edição 2018, o clima colorido e revolucionário artisticamente da obra Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band dá o tema, com direito a show inédito e exclusivo da banda Zoom Beatles, que vem ao Rio Grande do Sul especialmente para um espetáculo temático com canções dos discos Sgt Peppers e Magical Mystery Tour, que completaram 50 anos de lançamento.

BGirls - Foto: Martinho Caires
BGirls – Foto: Martinho Caires

As garotas da banda BGirls – Beatles por Elas – sobem ao palco num show vibrante e cheio de pegada, afinal elas são experientes em festivais de calibre internacional, como o International Beatle Week em Liverpool (Inglaterra) e o Abbey Road On The River em Indiana (Estados Unidos).

The Beetles (ARG) - Foto Divulgação
The Beetles (ARG) – Foto Divulgação

A banda argentina The Beetles vem apresentar seu novo show com as canções do início da carreira dos Fab Four. Uma apresentação empolgante com figurinos e instrumentos de época, repleto de sucessos e que promete botar pra dançar o Parque da Redenção no embalo das canções que todo mundo conhece. Uma viagem aos tempos do Cavern Club em Liverpool.

E para manter o perfil surpreendente do Beatles Festival o tecladista da banda Cachorro Grande, Pedro Pelotas, sobe ao palco acompanhado da super banda Chaise Brothers para apresentar versões instrumentais das canções de John, Paul, George e Ringo. Um show montado especialmente para o Festival, absolutamente exclusivo e inusitado.

O público poderá também interagir com os jogos e brincadeiras em torno dos Beatles e levar pra casa brindes exclusivos e colecionáveis dos Beatles. Serão os souvenires mais disputados dos últimos tempos.

Um festival para todas as idades, uma viagem por toda discografia dos Beatles. Shows e atrações exclusivas. Um dia especial em torno de John, Paul, George e Ringo. Traga a família, faça um piquenique, venha curtir um dia de Cultura Beatle junto a natureza!

Beatles Festival 2018
Quando? 11 de março, domingo
Onde? Parque da Redenção
Horário? 14h às 20h
Entrada Franca
Classificação etária: livre

Programação:
14h às 15:30 – Welcome Feelings
15:30 – Pedro Pelotas & Chaise Brothers (Beatles Instrumental)
16:20 – The Beetles Argentina (Beatles Hits)
17:20 – Bgirls (Beatles por Elas)
18:30 às 20h – Zoom Beatles (Sgt Pepper’s e Magical Mystery Tour – 50th Celebration)

Beatles Festival 2018 é financiado pelo Pró-Cultura RS através do patrocínio da NET CLARO e realização do Grupo Austral e da Olelê.

Fonte: Aline Fiabane

Encontro inédito reúne Família Ramil no Theatro Guarany em Pelotas

Ocupando o palco e os bastidores do Theatro Guarany, os Ramil se reúnem para compartilhar com o público o ambiente da CASA RAMIL, onde a música sempre deu o tom.

O espetáculo nasceu de encontros durante dois verões na casa de veraneio da família na praia do Laranjal, em Pelotas, quando filhos, netos e até bisnetos se juntaram para cantar e tocar, proporcionando à matriarca Dalva Ramil, no alto dos seus 90 anos, reviver o cotidiano de música que ela e o marido, Kleber Ramil, construíram com os filhos e que teve continuidade com as novas gerações.

Foto Divulgação
Foto Divulgação

No palco, Kleiton, Kledir, Vitor, Ian, Gutcha, Thiago e João Ramil interpretam canções próprias em versões inéditas: Almôndegas, Deu pra ti, Loucos de Cara, Ramilonga, Derivacivilização, Artigo 5o, Amora, Casca… Todos tocam e cantam, dividindo-se nos solos e somando-se nos vocais. Parte do prazer dos Ramil no espetáculo está em uns cantarem as canções dos outros e se revezarem nos instrumentos, incluindo aí o desafio de tocar alguns deles pela primeira vez. Além dos tradicionais violões, baixo elétrico, violino, guitarra e percussão, a paisagem sonora incorpora saz, cuatro venezuelano, viola agostina, rabeca e efeitos eletrônicos.

Os vídeos são de Isabel Ramil, que responde também pela iluminação em parceria com o tio Marcelo Linhares. Karina Ramil é a responsável pela direção de cena.O projeto gráfico é de Chris Ramil, Isabel Ramil e Mariana Barbieri.Na produção, Kaio Ramil, sob a coordenação geral de Branca Ramil, idealizadora do projeto.

SHOW CASA RAMIL
Com Kleiton & Kledir, Vitor Ramil, Ian Ramil, Gutcha, Thiago Ramil e João Ramil
Onde? Theatro Guarany, Pelotas
Quando? 20 de março de 2018, terça-feira
Hora? 21h

Realização: Ramil e Uma Produções
Produção local: A Vapor Estúdio e Lua Nova Produção Cultural

INGRESSOS
1º lote:
Inteira R$ 140,00
Meia R$ 70,00
Solidário R$ 100,00 (doação de 1 Kilo de alimento entregue no dia do espetáculo)

2º lote:
Inteira R$ 150,00
Meia R$ 75,00

3º lote:
Inteira R$ 160,00
Meia R$ 80,00

+ informações no evento via Facebook.