Exposição Fotográfica no prédio do MERCOSUL, em Pelotas.

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Na semana em que o Centro de Integração do MERCOSUL (CIM) comemora seus 14 anos (29 de novembro de 1995 – 29 de novembro de 2009) está no saguão a exposição do fotógrafo Nauro Júnior, intitulada: “EXPEDIÇÃO LAGOA MIRIM – UMA AVENTURA ENTRE DUAS PÁTRIAS”.
Esta exposição é resultado da expedição que, Nauro Júnior, o jornalista Carlos Etchichury e a aluna de jornalismo da UFRGS Mariana Muller, acompanhados de três conhecedores da região, os pescadores Reinaldo Dias, Reginaldo Dias e Michele Pedroso, fizeram pela região da lagoa e revelaram lugares até então desconhecidos dos gaúchos.
Os aventureiros percorreram 4,7 mil quilômetros quadrados da lagoa que ocupa o extremo sul do Estado e avança pelo Uruguai. Desta expedição resultou um blog em que são relatadas as aventuras diárias da equipe e também a exposição. A “Expedição Lagoa Mirim – Uma aventura entre duas Pátrias” aconteceu no período de 1º a 14 de outubro de 2009.

O quê: Exposição Fotográfica “EXPEDIÇÃO LAGOA MIRIM – UMA AVENTURA ENTRE DUAS PÁTRIAS”
Quando: Diariamente das 7:30 às 17:30, exceto sábados e domingos.
Onde: Centro de Integração do MERCOSUL
Entrada Franca

Fonte: Universidade Federal de Pelotas

INDIE FRIDAY, no Fox Pub!

O tecladista da Canastra Suja, Vini Albernaz, preparou uma playlist escolhida a dedo com o melhor do Indie Rock mundial. Na sua playlist constam nomes como Franz Ferdinand, Arctic Monkeys, Libertines, Strokes, Los Hermanos, The Killers e alguns clássicos rockabilly também.

O quê: INDIE FRIDAY – com Vini Albernaz (Canastra Suja)
Quando: Sexta-Feira, dia 27/11, às 23h.vini
Onde: Fox Pub
Quanto:
R$6,00

Fonte: Acessoria Fox Pub

Solo de Piano no Conservatório!

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Hoje no Conservatório de Música da UFPEL acontecerá, dentro da programação do VI Festival Contemporâneo RS, evento acontecendo simultaneamente em Pelotas e Porto Alegre, A apresentação de Piano Solo da Professora Lúcia Cervini.

O quê: Piano Solo de Lucia Cervini
Quando: Dia 23 de novembro, às 20h.
Onde:
Conservatório de Música da Ufpel
Entrada Franca

Isis Araújo – Equipe e-Cult

Peça Teatral “Dez (Quase) Amores”, de Cláudia Tajes, no Sete!

dezmgicojpg“Dez(quase)Amores” é uma comédia baseada no livro de Claudia Tajes, com todas sessões lotadas em suas temporadas. A adaptação teatral do livro foi feita por Bob Bahlis e sob supervisão de Claudia Tajes.
Assim como no livro, a peça traz  Maria Ana, que sem pudor e bastante humor, percorre  as vielas de amores absurdos, vivendo-os como se  o amor fosse pra sempre. A peça mostra esses Encontros e desencontros, vividos na infância, adolescência, amadurecimento e (quase) maturidade de Maria Ana. Ela é uma dentre tantas – parecidas, mas não idênticas – mulheres.É vaidosa, sensível e frágil, mas não se descabela quando o fim de um relacionamento – que parecia ser o perfeito – é anunciado.

Feminismo barato e apocalíptico não há. Há mais comédia que romance, ou, quase.
Maria Ana inicia sua trajetória amorosa com Bejair, onde dá o primeiro beijo no cinema: “Ele disse que ia ligar e não ligou.”O coração partido de Maria Ana regenera-se rapidamente e na faculdade conhece Reginaldo,  estudante profissional e esquerdista com quem faz sexo pelapelotasorgasmo primeira vez.

A procura do amor, Maria Ana encontra pelo caminho Henrique, o pintor, e seu amigo Augusto; Tarugo, o estudante de educação física, e Roger Moreira, o vizinho casado;  Luiz, o Papai do Noel do shopping center; Eduardo Suki, o médico japonês; e Machadov, o mágico do circo.

Ao final da peça contabiliza-se quase dez amores e vários desencontros.
É o amor visto pelo lado feminino, sem água e sem açúcar, mas com a malícia que um retrato da mulher livre contemporânea requer. Através dos amantes de Maria Ana, podemos ter uma idéia de como funciona o comportamento dos homens, alguns caçadores, outros – presas.  Eles sintetizam em poucos traços as características essenciais de determinados tipos sociais.

O quê: Peça “Dez (Quase) Amores”, adaptação do livro de Cláudia Tajes.
Quando: Dia 03 de dezembro (quinta-feira) às 21h.
Onde: Theatro Sete de Abril
Quanto: R$20,00

Fonte: Teatro Sete de Abril
Fotos: Divulgação

Adaptação de Obra de Carpinejar “Filhote de Cruz Credo” no Sete!

dsc00061O espetáculo teatral infantil “Filhote de Cruz credo” é inspirado no livro de Fabrício Carpinejar: “Filhote De Cruz-Credo: A Triste Historia Alegre De Meus Apelidos”. Além do livro, o diretor da peça Bob Bahlis adaptou outros textos de Fabrício, em que o poeta lembra-se da infância. O espetáculo infantil mostra a prática do Bullying, dentro e fora da escola, e retrata a infância do escritor e poeta Fabrício Carpinejar, que sofreu de Bullying durante boa parte da infância. O bullying na maioria das vezes é uma prática quase invisível aos olhos dos adultos, pois quando praticado pelas crianças é às escondidas.

dsc00113Esta peça teatral imita a vida e nos faz ver e conhecer um pouco mais sobre o bullying, cada vez mais praticado na nossa cultura. Partindo da idéia que a infância às vezes pode ser muito triste, principalmente pra quem é perseguido por um colega, ou uma turma, o espetáculo traz uma atmosfera gótica, com imagens sombrias. É um espetáculo infantil com uma pitada de humor negro, combinado com uma estética dark. Assim como no livro, a peça mostra a história quase autobiográfica de Fabrício Carpinejar e de tantas outras pessoas, que quando criança, tiveram vergonha de um apelido. Para evitar chacotas, Fabrício preferia ficar desenhando sozinho durante o recreio na sala de aula. Essa implicância comum entre as crianças é narrada com humor, sem, no entanto maquiar a angústia que ela causa.

A peça aborda o “Bullying”, um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencional e repetida, praticada por um indivíduo, ou um grupo de indivíduos (a turminha lá da escola). O objetivo? Intimidar outro indivíduo (Fabrício), incapaz de se defender. A história se passa neste circo de horrores, narrado por um apresentador dark. No plano estético, tem-se a temática Expressionista, fantástica, sobrenatural; névoa, neblina, fumaça; preto x branco / luz x sombra; surrealismo; terror cômico; humor irreverente; heróis problemáticos, estranhos e incompreendidos … No final, o personagem consegue reagirfilhotinho de modo surpreendente e, sem precisar brigar com ninguém, consegue o respeito dos colegas além da menina mais bonita da escola. No elenco está a jornalista Laura Medina, apresentadora e editora chefe do Programa Vida e Saúde da RBS TV.

O quê: Filhote De Cruz Credo.
Quando: Dia 03 De Dezembro (Quinta-Feira)Onde: Theatro Sete De Abril, as 15h.!
Quanto: R$10,00.  Os ingressos começam a ser vendidos dia 24/11 na bilheteria do Theatro Sete de Abril. Contato p/ escolas: (51)92186068

Fonte: Theatro Sete de Abril
Fotos: Divulgação

Vale-Cultura: Informe-se e Opine!

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Aqui vamos lançar um Desafio às mentes inquietas! Leia o texto e depois opine!

O que é o Vale-Cultura?

É a primeira política pública governamental voltada para o consumo cultural. Até hoje, todas as ações tiveram foco no financiamento da cultura. Com o Vale-Cultura os trabalhadores poderão adquirir ingressos de cinema, teatro, museu, shows, livros, CDs e DVDs, entre outros produtos culturais. É uma política de inclusão social. A iniciativa visa estimular a visitação a estabelecimentos de serviços culturais e artísticos com benefícios evidentes na promoção da inclusão sociocultural e na agregação de capital simbólico ao trabalhador.

Trata-se de um cartão magnético, com saldo de até R$ 50,00 por mês, por trabalhador, a ser utilizado no consumo de bens culturais. As empresas que declaram Imposto de Renda com base no lucro real poderão aderir ao Vale-Cultura e posteriormente deduzir até 1% do imposto devido. O valor do vale leva em consideração o orçamento familiar do trabalhador e possibilitará o consumo de bens culturais sem onerar o beneficiado.

Os trabalhadores que ganham até cinco salários mínimos arcarão com, no máximo, 10% do valor (R$ 5,00). Os que ganham mais de cinco salários mínimos também poderão receber o benefício, desde que garantido o atendimento à totalidade dos empregados que ganham abaixo desse patamar. Para esse contingente de salário mais elevado o desconto do trabalhador poderá variar de 20% a 90%. Estima-se que, cerca de 12 milhões de brasileiros poderão ser beneficiados pelo Vale-Cultura.

Como a empresa não será obrigada a conceder o Vale-Cultura, o MinC aposta nas parcerias e benefícios concedidos para fortalecer a iniciativa. De um lado, estão as empresas de lucro real, que podem deduzir até 1% do Imposto de Renda devido, de outro estão diversas as centrais sindicais que já demonstram a intenção de incluir nas negociações coletivas o Vale-Cultura.

Fonte: Ministério da Cultura (Grazielle Machado)

É sabido que existem muitas alternativas Culturais gratuitas em nossa cidade: Projeto Sete ao Entardecer, Sete Imagens, Exposições de Arte, Museus, Apresentações no Conservatório de Música… No entanto, a cultura – mesmo gratuita – geralmente acaba circulando entre os mesmos que podem pagar por ela.
Será que dinheiro resolve a questão?

O desafio está lançado! Envie suas críticas ao participe@ecult.com.br e elas serão inseridas e publicadas neste mesmo texto.
Isis Araújo – Equipe e-Cult


COMENTÁRIOS


Às favas com o Vale-Cultura!  13h02min

O povo brasileiro comemora sua estabilidade economica e sua afirmação de uma liderança políticamente democrática de fato, que iniciou com a eleição de um representante que tem sua origem na classe trabalhadora, o sindicalista Luis Inacio da Silva, o “Lula”. Com a premissa de que justiça social se faça com igualdade a todas as castas da sociedade brasileira, sua campanha foi muito além de fornecer um modo de aliviar a fome dos pobres e com a mesma estratégia, criou-se recentemente o “Vale-Cultura.” De um lado se ve a inovação do estimulo ao consumo da cultura, através de um cartão magnético fornecido ao trabalhador avaliado conforme sua renda familiar, assim, se faz evidente a promoção da inclusão sociocultural e beneficiar as empresas que aderirem a este programa, possibilitando a dedução no Imposto de Renda e o consumo de seus empregados sem lesar em seu orçamento. Porém, aqui se faz necessária uma analise de todo contexto político por trás de sua implementação, pois este sistema começa em todo o país justamente na estréia de um filme baseado na vida do atual Presidente e o mesmo com subsídios fornecidos por empreiteiras que, abnegagadamente, o fizeram de aparente livre e expontânea vontade. Empresas estas que também financiaram por vezes a campanha eleitoral da presente gestão presidencial e que os partidos por exemplo, a posteriori, não sabem como arrecadaram esete montante e, muito menos, conseguem dizer como o gastaram. Portanto, nessa gama de acontecimentos, o Vale Cultura, por todo o mérito de que a justiça social foi feita de uma forma quixotesca, ainda o povo brasileiro se deve perguntar, dentro deste contexto, quem são os verdadeiros interessados e quem são os verdadeiros beneficiados, a fim de que este programa não seja um mero “brioche com mel”, para alimentar bocas famintas de tantas necessidades que o ser humano precisa.   —
Luís Carlos Nunes RODRIGUES Jr.
Twitter: http://twitter.com/latursensu
msn: latinotur@gmail.com
Cell fone: +55 (53) 9947-0989

Coral de Pelotas em Brasília

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O Coral da UFPel se apresentará, de 23 a 27 de novembro, no Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica, que se realizará no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, em Brasília, Distrito Federal. O Coral é regido pelo professor Carlos Alberto Oliveira, tendo como preparador vocal o professor Jonas Klug de Oliveira e o acompanhamento ao piano de Ederson Duarte. Contará também com as participações dos alunos da Oficina de Regência Salatile da Rosa Gomes, Marcus Vinicius Bezerra Dias e Yimi Premazzi Júnior.

O Concerto Sons das Américas, que será executado na capital federal no dia 25, é uma viagem sonora que leva aos ritmos latinos da América Central, passando pela canção latino-americana de protesto, a música popular brasileira e os spirituals afroamericanos, traçando uma trama sonora, rítmica e lingüística do continente americano, através da música de seus povos, parte de uma cultura fervilhante, e  que busca a construção de uma identidade no caldeirão cultural que é o Novo Mundo. Confira o programa da apresentação no arquivo sons-das-americas.doc

Fonte: http://ccs.ufpel.edu.br

Pelotas e o Dia do Músico

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Dia 22 de novembro comemorou-se o dia do músico. Embora envolvido com a divulgação Cultural de Pelotas e tenha alguns amigos e vários conhecidos na área músical, não ouvi comentário quanto a algum evento dedicado à eles durante esta semana que antecedeu tal data – que deveria ter maior destaque em nossa cidade – já que Pelotas, além de ter músicos de renome nacional, possui uma vida noturna intensa e muito bem embalada por um sortimento de músicos de qualidade e dos mais variados estilos.

A Equipe e-Cult parabeniza a todos os músicos de nossa cidade, e pretende progressivamente ser uma ferramenta importante na divulgação e valorização de nossos artistas.

Seguindo a dica do produtor cultural Caio Lopes, encerramos convidado a todos para que leiam a carta aberta que o Sr. Alvaro Santi, Coordenador do Fumproarte, enviou ao presidente da OMB.

Deco Rodrigues – Equipe e-Cult

Carta Aberta ao Presidente da Ordem dos Músicos do Brasil

Senhor Presidente: No mês em que se comemora, dia 22, mais um “Dia do Músico”, acuso o recebimento do habitual boleto bancário, que me envia V. Sa. sem falta desde 1985,  quando recebi com orgulho minha carteira de músico, emitida no exato dia em que completei a maioridade. Acompanha o boleto a habitual missiva, a me lembrar que “a Ordem é dos Músicos”; e o adesivo com a frase “Músico, valor em si”. Uma vez mais, pergunto-me que valor seria este que só o músico tem “em si”. E constato que todo o conteúdo deste envelope me causa a mais profunda frustração.

Sinto pois a necessidade de confessar-lhe, Sr. Presidente, que este ano gostaria de receber outra coisa. Algo surpreendente, como notícias do processo eleitoral. Melhor ainda, a notícia de que o famigerado Código Eleitoral foi alterado, estendendo o voto a todos os músicos, já que há mais de 20 anos só votam os que lêem música, ainda que tal discriminação não tenha amparo legal e, é claro, todos recebam o boleto idêntico.

Mande-nos notícias também sobre os esforços que a OMB, autarquia federal integrada ao Poder Executivo, tem feito em nosso benefício, promovendo o debate e o encaminhamento de questões sérias como a informalidade, a pirataria ou a educação musical (matéria de lei federal recentemente aprovada); entre outras. Quisera conhecer as propostas, elaboradas por V. Sa. e seus pares, mui dignos membros dos nossos Conselhos Federal e Estaduais, para a urgente atualização da Lei 3.857/60, que no ano que vem completará 50 anos sem uma única alteração! Quisera mesmo saber quantos músicos lograram se aposentar no Brasil como músicos, neste período. E quem sabe ainda, que luxo, receber de V. Sa. uma prestação de contas sobre os valores arrecadados neste meio século, especialmente através do célebre Artigo 53 da mesma lei, aquele que destina à OMB 10% do valor do cachê dos músicos estrangeiros, assunto que a imprensa já abordou, apontando o subfaturamento do contrato dos Rolling Stones. Ou ainda, saber de V. Sa. que medidas foram tomadas para que o caso, amplamente noticiado, do jornalista de Carta Capital que recebeu a carteira da OMB sem saber tocar, não se repita. Ou quem sabe, Sr. Presidente, conhecer da argumentação que o insigne departamento jurídico da OMB terá preparado a fim de combater a tese, que nos tribunais vai ganhando força, da “ausência de risco para a sociedade” no exercício da profissão de músico. Tese esta usada, ao abrigo da garantia constitucional da liberdade de expressão artística, com o intuito de desobrigar os músicos de seleção, registro ou pagamento de anuidade à OMB.

Ficaríamos felizes em saber, Sr. presidente, eu e outros que discordam ou têm restrições a essa tese, que a OMB vem recorrendo das sentenças. Argumentando, por exemplo, que quando um jovem toca por diversão em um bar, existe o risco, ou mesmo a certeza, de que mais um artista que há muitos anos escolheu viver da música profissionalmente, terá de encontrar outro meio de sustentar sua família. Como V. Sa. já deve ter percebido, sou um otimista incorrigível e seguirei aguardando essas boas novas. Se não no dia do músico, quem sabe no Natal. Nem precisa enviar pelo correio: ponha tudo no site. Mas se for para me enviar de novo essa tralha, Sr. Presidente, por favor, não gaste mais selo comigo. Economize, que é tempo de crise.

Cordiais saudações.

Álvaro Santi
Titular do Conselho Nacional de Política Cultural
OMB/RS 21.782

Fonte: www.culturaemercado.com.br

Pel Rock Festival, no Galpão do Rock!

Dia 28 de novembro ocorrerá o maior festival underground da região. Bandas de Pelotas , Rio Grande, Canguçu e Arroio Grande apresentarão seu Punk rock , grunge, alternativo, Rock n roll, Hardcore e Pop rock.

O quê: Pel Rock Festival
Quando: Dia 28 de novembro, pós 21h.
Onde: Galpão do Rock (Rua José do Patrocínio n° 8 – Pelotas/RS)
Ingressos: R$5,00 (antecipados na Loja NOX ou com as bandas).

Isis Araújo – Equipe e-Cult

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Feira da Música do Sul: Rock Gaúcho anos 80

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“Nossa cidade terá um estande e todo material disponibilizado será divulgado. Daniel Balhego da Soul da Silva em matéria divulgada no Diário Popular deixa claro que não há distinção entre gêneros musicais. “Estamos convocando o pessoal da música erudita, do rap, da MPB, do rock, de todos os estilos.” Contudo, ressalta que a preferência é para a produção autoral. Com o cuidado de não desprezar os covers, ele explica que as composições próprias representam melhor a produção local. “Queremos mostrar que Pelotas está organizada e mobilizada de forma profissional e articulada”.”
Deco Rodrigues

Noite para relembrar o rock gaúcho dos anos 80

Frank Jorge
Frank Jorge

“Não sei se eu tô certo ou se eu tô errado!” Quem era jovem no Rio Grande do Sul dos anos 80 certamente já cantou entusiasmado esse estribilho, assim como os jovens dos anos 90 e 2000 que prezam pela boa música. O encontro de gerações de amantes do rock foi o que se pôde conferir na noite da última sexta-feira, dia 20, na Feira da Música do Sul, que acontece até domingo, dia 22, nos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo e tem entrada franca.
O espetáculo “Guapos, Loucos e Letrados – ROCK” reuniu em um mesmo palco alguns dos mais influentes músicos e compositores de rock que marcaram época no Estado. King Jim, Júlio Reny, Frank Jorge, Marcelo Birck, Tchê Gomes, Carlinhos Carneiro, Maurício Chaise e Wander Wildner se revezaram no show que tinha como banda base alguns nomes da nova geração de artistas do RS: Lucas Hanke, Jerônimo Bocudo, Pedro Petracco e João Maldonado.

Marcelo Bbirk
Marcelo Birck

Em entrevista para a rádio EBTK, Júlio Reny descreveu a sensação de dividir novamente o palco com seus colegas: “Essa feira é sensacional pela discussão de idéias que ela propõe e, principalmente, pela oportunidade que deu para nós, músicos, e para o público. É muito difícil reunir numa única noite toda essa turma!”. No domingo se apresentam no palco da Feira da Música do Sul a Orquestra da OSPA, o Coral Expresso 25, a escola de samba Estação Primeira de São Leopoldo, os grupos Odomodê, Revolução RS, No Apartheid, o Choro é Livre e muito mais.
A Feira da Música do Sul tem programação até domingo, dia 22, com entrada franca para todas as atividades. O programa está disponível no site www.feiradamusicadosul.com.br.

Realização: GB Produtora
A Feira tem financiamento da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.

O quê: Feira da Música do Sul
Quando: de 19 a 22 de novembro, das 13h às 24h
Onde: Pavilhões da Fenac – Av. Nações Unidas, 3825 – Novo Hamburgo/RS
Entrada Franca

Assessoria de imprensa da Feira da Música do Sul
99137695 – imprensafms@gmail.com ou juthomaz75@hotmail.com

Juliana Thomaz
Jornalista
(51) 9913-7695

Fotos: Divulgação

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