Bruno Carvalho comenta sua ausência no Sete Imagens!

Nesta última segunda-feira (23/11/09) reproduzimos uma postagem do blog pelotascultural, onde o Sr. Francisco Antônio Vidal comenta sobre a penúltima apresentação do projeto Sete Imagens deste ano, que se realizou na Quinta-feira (19/11).

“Após a projeção, o público recebeu a notícia de que ninguém tinha vindo de Porto Alegre para falar sobre o filme e por esse motivo não haveria o acostumado diálogo.”
Leia na integra.

O comentário publicado no blog se justifica, já que o público foi informado simplesmente que ninguém havia vindo de Porto Alegre para o debate – que acontece sempre após as apresentações dos curtas.

Bruno Carvalho, Diretor do curta “Gol a Gol”,  contactou o e-Cult informando a sua versão dos fatos. Nada mais justo que publicar na íntegra o conteúdo de seu e-mail, que segue abaixo:

Deco Rodrigues
Equipe e-Cult


“Deco, estou lhe enviando esse porque ao que parece o pessoal não andou justificando muito bem minha ausência no último Sete Imagens.

Como a informação é uma via de mão dupla e não como minha ausência foi justificada, achei que seria interessante eu dar um mínimo de satisfação ao pessoal que lá esteve.

Não sei qual é a origem do financiamento do projeto, mas o fato é que para que os realizadores participassem do debate uma verba lhes seria destinada. Esse valor serviria como ajuda de custos para cobrir os valores gastos com passagens de ônibus, alimentação e hotel.

Com essa verba eu e o ator Jorge Júnior iríamos até a cidade para termos nosso encontro com o público. Aliás, não é a primeira vez que faríamos isso, a rotina de pegar a estrada faz parte da vida do realizador.

Pois um dia antes da apresentação, fui pego de surpresa pela informação que a verba, destinada para compra de passagens, só seria liberada depois da apresentação. Em outras palavras, eu teria que pagar para exibir um filme. E essa informação veio por e-mail, não se prestaram a usar o telefone.

Um padeiro paga para vender um pão? Um mecânico paga para consertar o seu carro?

Realmente adoraria ter tido a oportunidade de discutir com as pessoas, principalmente a gurizada que estuda nas faculdades da cidade, já fui um estudante de cinema e é sempre um prazer conversar com outros realizadores.

Preparei um material com molde de projetos de filmes para televisão com a intenção de entregar para essa garotada. Mesmo não podendo ir, pedi o contato dos professores das faculdades para que pudesse lhes encaminhar esse material. Não tive resposta. È mais fácil deixar quem estar longe parecer bandido do que reconhecer os próprios erros.

Não posso negar que as intenções dos organizadores foram das melhores possíveis, porém não me parecem pessoas muito preparadas para lhe dar com críticas ou sugestões.

De qualquer maneira fica o meu desejo de sucesso para o evento. Ao pessoal das faculdades deixo meu contato (bruno_palheta@hotmail.com), já que não me parece muito justo que certas pessoas decidam por eles o que podem ou não ficar sabendo.”

Abraços

Bruno Carvalho

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Lula compromete-se a conseguir apoio ao grupo Tholl

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Na noite de abertura oficial do Fórum Mundial de Educação Tecnológica em Brasília, os integrantes do grupo Tholl – que emocionaram as 15 mil pessoas que lotaram o ginásio Nilson Nelson para o evento – foram apresentados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que assumiu o compromisso de conseguir apoio à trupe.
Lula recebeu das mãos do deputado Fernando Marroni material sobre o grupo, suas atividades e projetos, que foram entregues a Ubirajara José Augusto, da Secretaria Geral da Presidência da República, nomeado para dar andamento e acompanhamento ao projeto do Tholl.
“O presidente se mostrou disposto a ajudar a viabilizar o projeto do grupo, que pretende realizar apresentações em escolas públicas do país e já tem aprovação da Lei Rouanet”, disse Marroni.

Isis Araújo – Equipe e-Cult

Cia Cem Caras no 1° Fórum Mundial de Educação Tecnológica

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Sob a direção de Flávio Dornelles, a Cia Cem Caras do IF-Sul Pelotas apresenta o espetáculo “O Jogo do Osso” no 1° Fórum de Educação Tecnológica, que está acontecendo em Brasília. O jogo do Osso é obra homônima de João Simões Lopes Neto. O espetáculo terá a participação especial da invernada artística do CTG Carreteiros do Sul.

Elenco

Alex Cruz
Bibiana Velásquez
Cibele Fernandes
Laerte Pedroso
Michel Kuhn
Miguel D’ávila
Volnei Terres

Isis Araújo – Equipe e-Cult

Cultura Para Quem?

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Muito se discute em integrar o povo à cultura, resgatar suas raízes culturais e inseri-lo aos meios artísticos… Mas a cultura é feita por quem? As políticas culturais, pelo que notamos, estão abrindo possibilidades “Pró-Cultura”, embora a maioria da população brasileira nem saiba o que isso significa. Assim, surge mais uma pergunta: a cultura é feita para quem?
Quando se fala em cultura erudita ou alta cultura, entende-se por uma expressão artística resultante de uma exteriorização emocional e estética conseguida através de um processo técnico e intelectual.
Por outro lado, cultura popular tradicional entende-se como o corpo de expressões artísticas resultantes da exteriorização de emoções e momentos cruciais de um povo.

Hoje, a máquina de entretenimento comercial apoderou-se do espaço que antes era reservado à expressão popular artística, levando a uma confusão constante entre um discurso genuíno, peculiar, antiqüíssimo, e outro descartável, construído para viciar o consumo, uniformizar gostos, exterminar individualismos estéticos e potencializar um mercado.
A alta cultura, a música erudita, o teatro clássico e moderno, a nova e antiga dança, a literatura, as artes plásticas, enfim, não são produtos para entretenimento à população em geral: a cultura erudita abre portas a quem a ela tem acesso, e promove liberdade intelectual a quem é capaz de apreendê-la.

As tais elites têm e sempre terão acesso a uma educação para a alta cultura. Caso assim o desejem, possuirão necessariamente recursos econômicos e sociais que lhes permitam manter um contato privilegiado com a arte. A única forma de democratizar e evitar esta quase fatalidade é promover um acesso generalizado à alta expressão artística, a essa mesma educação exigente para a interpretação estética. Sem uma Política social e cultural séria, tal acesso massivo não poderá ser nunca uma realidade, quer pelos custos que a produção artística implica, quer pela renitência com que o dito “povo” encara a cultura erudita.

O quê, afinal, quer a política de um país (sim, falo diretamente em política, pois ela incorpora o absolutismo contemporâneo)? generalizar o consumo cultural erudito, igualando assim as oportunidades de desenvolvimento intelectual e deixando de dar preponderância a uma elite, ou, por outro lado, “dar ao povo o que o povo gosta”, contribuindo para a manutenção do obscurantismo massificado, para o alheamento social, premiando a preguiça intelectual e a alienação generalizada em relação aos confrontos estéticos e políticos, cuidando na prática, da manutenção de uma elite?
Vale-Cultura, Vale-Livro, Vale-Fome… medidas provisórias (válidas?)… até quando?

Urge uma política com a iniciativa de mapear as ações na base, do micro para macro – ao contrário do que ocorre atualmente – para que nesse processo ocorra total inserção e integração sócio-cultural.

Isis Araújo
www.culturahiperativa.blogspot.com

Festival de Música Contemporânea

O Núcleo de Música Contemporânea da Universidade Federalflauta de Pelotas (NuMC) traz, pela primeira vez à Pelotas, o 6º Festival de Música Contemporânea, que teve início em Porto Alegre e encerrará em Pelotas.

A proposta do núcleo é fomentar a música contemporânea e promover um intercâmbio entre compositores e instrumentistas. O 6º Festival promove ainda palestras hoje e amanhã, no anexo do Conservatório, a rua General Neto, 691, sala seis. Os concertos seguem até quinta-feira com apresentações no Conservatório e no Instituto João Simões Lopes Neto. Ambas as atividades têm entrada franca.

Palestras

Terça
16h – Josemir Valverde: Aspectos da composição Murlidhar
17h – Gérman Grass: Microvariações – Conceito, estética e prática

Apresentaçõesraul

Terça
20h – Thales Silva e Joana Holanda – Flauta e piano, no Conservatório de Música. Obras de Josemir Valverde, German Grás, Rogério Vasconcelos, Bruno Ruviaro, Marcílio Onofre, Rogério Constante e Henry Dutilleux.

Quarta
20h – Música de Câmara I, no Conservatório de Música: Joana Holanda e Lúcia Cervini (pianos), André Mendes (flauta), José Mílton Vieira (trombone). Obras de Rogério Constante, André Jolivet, Iannis Xennakis, Tadeu Tafarello, Nicollò Castiglioni e Januibe Tejera.

Quinta
20h – Música de Câmara II, no Instituto João Simões Lopes Neto. Concerto de duo – flauta e violão e dois violões com Raul Costa d’Ávila (flauta), Thiago Colombo e Rogério Constante (violões). Obras de Flávio Oliveira, César Guerra-Peixe, Mário Ficarelli, Rodrigo Garcia, Raul do Valleholanda e Leo Brouwer
O quê: 6º Festival de Música Contemporânea
Quando: Até dia 26 de novembro (quinta-feira).
Onde:
Conservatório de Música – Salão Mílton de Lemos (Rua Félix da Cunha, n° 651) e Instituto Simões Lopes Neto (Rua Dom Pedro II, n° 810).
Entrada franca
Contatos: (53) 3027-1865 e 3222-2562

Isis Araújo – Equipe e-Cult

Sem diálogo, encontro cultural dura 15 minutos

sete_imagens_agendaQuinta-feira (19), uma dezena de pessoas assistiu à penúltima apresentação do projeto Sete Imagens deste ano. Apesar de não estar chovendo, às 18h30 daquele dia somente havia três pessoas no teatro: as fortes chuvas dos dias anteriores tinham afetado o sucesso desta reunião.

Em 2008 o Sete de Abril iniciou esta interessante forma de estimular a produção local de vídeo e cinema, divulgando 7 curtas-metragens pelotenses e debatendo sobre o processo criativo com artistas e público. Em 2009, as sessões mantiveram o formato (projeção e debate), mas a mostra passou a incluir produções de todo o Estado.

Nesta ocasião, programou-se o filme Gol a Gol (veja anúncio), segunda obra dirigida pelo produtor e montador Bruno Carvalho, cineasta gaúcho da geração nascida nos anos 80.

O curta de 12 minutos já havia sido exibido em outubro de 2008 pela RBS no seu projeto Histórias Curtas, amostragem de 8 produções gaúchas por ano. Os atores infanto-juvenis provêm da agência porto-alegrense de modelos Guri e Guria.

Após a projeção, o público recebeu a notícia de que ninguém tinha vindo de Porto Alegre para falar sobre o filme e por esse motivo não haveria o acostumado diálogo.

Às vezes os encarregados anulam os objetivos de seu próprio projeto por desconhecer o significado da palavra “debate”. Sentindo-se incapacitados para conduzir uma discussão grupal, deixam de ouvir o que o público tem a dizer e se perde uma ocasião educativa. Verdade que o povo não está acostumado a debater, como se viu na passada Feira do Livro, mas é em momentos assim que se pode aprender. O que teríamos a dizer sobre este filme, e não pudemos? A opressão segue instalada em nossos próprios medos e omissões.

Fonte: Francisco Antônio Vidal
http://pelotascultural.blogspot.com

Exposição Fotográfica no prédio do MERCOSUL, em Pelotas.

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Na semana em que o Centro de Integração do MERCOSUL (CIM) comemora seus 14 anos (29 de novembro de 1995 – 29 de novembro de 2009) está no saguão a exposição do fotógrafo Nauro Júnior, intitulada: “EXPEDIÇÃO LAGOA MIRIM – UMA AVENTURA ENTRE DUAS PÁTRIAS”.
Esta exposição é resultado da expedição que, Nauro Júnior, o jornalista Carlos Etchichury e a aluna de jornalismo da UFRGS Mariana Muller, acompanhados de três conhecedores da região, os pescadores Reinaldo Dias, Reginaldo Dias e Michele Pedroso, fizeram pela região da lagoa e revelaram lugares até então desconhecidos dos gaúchos.
Os aventureiros percorreram 4,7 mil quilômetros quadrados da lagoa que ocupa o extremo sul do Estado e avança pelo Uruguai. Desta expedição resultou um blog em que são relatadas as aventuras diárias da equipe e também a exposição. A “Expedição Lagoa Mirim – Uma aventura entre duas Pátrias” aconteceu no período de 1º a 14 de outubro de 2009.

O quê: Exposição Fotográfica “EXPEDIÇÃO LAGOA MIRIM – UMA AVENTURA ENTRE DUAS PÁTRIAS”
Quando: Diariamente das 7:30 às 17:30, exceto sábados e domingos.
Onde: Centro de Integração do MERCOSUL
Entrada Franca

Fonte: Universidade Federal de Pelotas

Festival Manuel Padeiro

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Festival de Cinema e Animação acontece em Pelotas
Evento reúne 40 produções audiovisuais de diversos estados selecionadas em quatro categorias

Entre os dias 1º e 4 de dezembro, acontece em Pelotas/RS a 1ª edição do Festival Manuel Padeiro de Cinema e Animação. O evento vai exibir e premiar 40 produções selecionadas de mais de 100 inscrições oriundas de 12 estados brasileiros nas categorias de curta-metragem de ficção, documentário, animação e videoclipe. Os vencedores receberão cerca de R$ 11 mil reais de premiação em dinheiro divididos entre as categorias e sub-categorias.

Além das quatro grandes categorias, que receberão R$ 1500 reais para o melhor filme, os filmes de curta-metragem ficção receberão prêmios de R$ 700 reais para melhor ator, melhor atriz, melhor direção de arte, melhor fotografia, melhor roteiro e melhor trilha-sonora. A Associação de Críticos de Cinema do RS (ACCIRS) oferecerá o Prêmio da Crítica ao melhor filme de ficção. As sessões de exibição acontecem às 19h30min do dia 1º a 3 de dezembro no Instituto Trilha Jardim, localidade do Quilombo, 7º Distrito de Pelotas. Em caso de chuva, as sessões serão realizadas no mesmo horário, no auditório da Associação dos Servidores da Universidade Federal de Pelotas (ASUFPel). Durante estes dias, no período da tarde das 13h30min às 17h, também acontecerá a mostra paralela no auditório do Instituto de Artes e Design com 25 filmes selecionados para exibição. A noite de premiação acontece no dia 4 de dezembro (sexta-feira) às 19h no Theatro Sete de Abril com show do grupo de dança Odara. A entrada é franca.

O nome Manuel Padeiro é uma homenagem ao escravo líder do Quilombo que, durante o século 19, era situado na localidade do 7º Distrito, onde hoje fica o Instituto Trilha Jardim. Uma das propostas do festival, além de servir como janela para as novas produções audiovisuais, é fomentar o turismo rural na região da Colônia de Pelotas. As sessões, se forem realizadas no Instituto, serão com projeção ao ar livre. O júri é composto por professores, críticos de cinema e jornalistas das áreas de cinema e cultura.

A sede da ASUFPel fica situada na Rua 15 de Novembro, 262 e a entrada para o Instituto de Artes e Design deve ser feita pela Rua Benjamin Constant, 1539  (prédio da Arquitetura). O Evento conta com o patrocínio master do Grupo CEEE, Banrisul e Governo do Estado do Rio Grande do Sul. A realização é da Gaia Arte e Cultura, Instituto Trilha Jardim e Instituto de Artes e Design, Curso de Cinema e Animação (UFPEL).

Fontes para contato: http://iad.ufpel.edu.br/cinema/festivalmanuelpadeiro/

Guilherme da Rosa

FOTO: Divulgação

Peça Teatral “Dez (Quase) Amores”, de Cláudia Tajes, no Sete!

dezmgicojpg“Dez(quase)Amores” é uma comédia baseada no livro de Claudia Tajes, com todas sessões lotadas em suas temporadas. A adaptação teatral do livro foi feita por Bob Bahlis e sob supervisão de Claudia Tajes.
Assim como no livro, a peça traz  Maria Ana, que sem pudor e bastante humor, percorre  as vielas de amores absurdos, vivendo-os como se  o amor fosse pra sempre. A peça mostra esses Encontros e desencontros, vividos na infância, adolescência, amadurecimento e (quase) maturidade de Maria Ana. Ela é uma dentre tantas – parecidas, mas não idênticas – mulheres.É vaidosa, sensível e frágil, mas não se descabela quando o fim de um relacionamento – que parecia ser o perfeito – é anunciado.

Feminismo barato e apocalíptico não há. Há mais comédia que romance, ou, quase.
Maria Ana inicia sua trajetória amorosa com Bejair, onde dá o primeiro beijo no cinema: “Ele disse que ia ligar e não ligou.”O coração partido de Maria Ana regenera-se rapidamente e na faculdade conhece Reginaldo,  estudante profissional e esquerdista com quem faz sexo pelapelotasorgasmo primeira vez.

A procura do amor, Maria Ana encontra pelo caminho Henrique, o pintor, e seu amigo Augusto; Tarugo, o estudante de educação física, e Roger Moreira, o vizinho casado;  Luiz, o Papai do Noel do shopping center; Eduardo Suki, o médico japonês; e Machadov, o mágico do circo.

Ao final da peça contabiliza-se quase dez amores e vários desencontros.
É o amor visto pelo lado feminino, sem água e sem açúcar, mas com a malícia que um retrato da mulher livre contemporânea requer. Através dos amantes de Maria Ana, podemos ter uma idéia de como funciona o comportamento dos homens, alguns caçadores, outros – presas.  Eles sintetizam em poucos traços as características essenciais de determinados tipos sociais.

O quê: Peça “Dez (Quase) Amores”, adaptação do livro de Cláudia Tajes.
Quando: Dia 03 de dezembro (quinta-feira) às 21h.
Onde: Theatro Sete de Abril
Quanto: R$20,00

Fonte: Teatro Sete de Abril
Fotos: Divulgação

Adaptação de Obra de Carpinejar “Filhote de Cruz Credo” no Sete!

dsc00061O espetáculo teatral infantil “Filhote de Cruz credo” é inspirado no livro de Fabrício Carpinejar: “Filhote De Cruz-Credo: A Triste Historia Alegre De Meus Apelidos”. Além do livro, o diretor da peça Bob Bahlis adaptou outros textos de Fabrício, em que o poeta lembra-se da infância. O espetáculo infantil mostra a prática do Bullying, dentro e fora da escola, e retrata a infância do escritor e poeta Fabrício Carpinejar, que sofreu de Bullying durante boa parte da infância. O bullying na maioria das vezes é uma prática quase invisível aos olhos dos adultos, pois quando praticado pelas crianças é às escondidas.

dsc00113Esta peça teatral imita a vida e nos faz ver e conhecer um pouco mais sobre o bullying, cada vez mais praticado na nossa cultura. Partindo da idéia que a infância às vezes pode ser muito triste, principalmente pra quem é perseguido por um colega, ou uma turma, o espetáculo traz uma atmosfera gótica, com imagens sombrias. É um espetáculo infantil com uma pitada de humor negro, combinado com uma estética dark. Assim como no livro, a peça mostra a história quase autobiográfica de Fabrício Carpinejar e de tantas outras pessoas, que quando criança, tiveram vergonha de um apelido. Para evitar chacotas, Fabrício preferia ficar desenhando sozinho durante o recreio na sala de aula. Essa implicância comum entre as crianças é narrada com humor, sem, no entanto maquiar a angústia que ela causa.

A peça aborda o “Bullying”, um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencional e repetida, praticada por um indivíduo, ou um grupo de indivíduos (a turminha lá da escola). O objetivo? Intimidar outro indivíduo (Fabrício), incapaz de se defender. A história se passa neste circo de horrores, narrado por um apresentador dark. No plano estético, tem-se a temática Expressionista, fantástica, sobrenatural; névoa, neblina, fumaça; preto x branco / luz x sombra; surrealismo; terror cômico; humor irreverente; heróis problemáticos, estranhos e incompreendidos … No final, o personagem consegue reagirfilhotinho de modo surpreendente e, sem precisar brigar com ninguém, consegue o respeito dos colegas além da menina mais bonita da escola. No elenco está a jornalista Laura Medina, apresentadora e editora chefe do Programa Vida e Saúde da RBS TV.

O quê: Filhote De Cruz Credo.
Quando: Dia 03 De Dezembro (Quinta-Feira)Onde: Theatro Sete De Abril, as 15h.!
Quanto: R$10,00.  Os ingressos começam a ser vendidos dia 24/11 na bilheteria do Theatro Sete de Abril. Contato p/ escolas: (51)92186068

Fonte: Theatro Sete de Abril
Fotos: Divulgação