Monica Tomasi na Fábrica Cultural em Pelotas

A cantora e compositora Monica Tomasi vem a Pelotas para mostra seu novo show na Fábrica Cultural (Felix da Cunha, 952), “Lindas Canções sem Esperança”. A apresentação acontece no dia 30 de abril, às 20h.  Os ingressos podem ser adquiridos a R$ 5,00 comerciário e R$ 10,00 público em geral. Esta apresentação é promovida por Arte Sesc – Cultura por toda parte.

Neste novo show, Monica mostra 14 canções inéditas, como as parcerias feitas com a escritora Fernanda Young e com o cineasta Win Wenders, além de algumas de seus três discos já lançados.

foto:Priscila Prade
foto:Priscila Prade

Monica Tomasi, compositora e instrumentista. Com forte referência nos ritmos brasileiros, suas interpretações contemplam o samba, o pop, rock e o acústico.

Obstinação, persistência e talento são coisas que costumam dar resultado. A gaúcha Monica Tomasi fincou os dois pés na música desde 1990, quando lançou em Porto Alegre o primeiro disco com o sintomático nome de Eu Fórica. E, assim, intuía que seria compositora e intérprete de qualidade. Seis anos depois ela decide zerar a carreira: desembarca de malas e guitarras em São Paulo. A mudança gerou o 1, CD lançado nacionalmente pelo selo Dabliú e que impulsionou a entrada da faixa Breve Estação na coletânea A Gema do Novo, ao lado de um elenco em que reluziam Rosa Passos, Ná Ozzetti e Chico César. Nada mal para um trabalho de (re)estréia. Na seqüência, o clip de Esse Tal de Samba Enredo, dirigido por Paula Trabulsi, entra na programação dos canais a cabo direcionados a públicos jovens.

A polivalência musical de Monica Tomasi é um dado importante. Como trafegava com absoluta naturalidade por diversos gêneros musicais, recebe o convite para cantar em 1998 no projeto Quarenta Anos de Bossa Nova, no mesmo palco em que se apresentavam os consagrados Alaíde Costa e Johnny Alf. Um ano depois, lá estava ela gravando duas composições da fase rocker de Roberto Carlos para o espetáculo Muito Romântico, de Naum Alves de Souza. Os outros artistas que participavam da trilha se chamavam Lenine, Zeca Baleiro, Chico César e Paulo Moska.