Em edição virtual, Sete ao Entardecer Festival começa nesta quarta-feira

Batuka Sound System é uma das atrações desta quarta - foto divulgação
Em um formato atípico, o projeto Sete ao Entardecer será realizado de modo virtual neste ano. As apresentações começam nesta quarta-feira (01) e ocorrem exclusivamente pelo canal do projeto no YouTube
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O Sete ao Entardecer Festival, como foi batizada esta edição do projeto, contará com sete dias de atrações. A programação deste primeiro dia conta com as apresentações de: As Longas Viagens, Coletivo Conta Clarice, Myro Rizoma, Artemísia (com Gabriela Cunha), Elas por Elas apresentam: Insubordinadas, banda Vacamarela, Batuka Sound System, Marco Gottinari, 21 Voltas e quatro episódio do projeto Poesia das Coisas (a programação dos três primeiros dias está disponível nos folders publicados abaixo).
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Segundo a Secretaria de Cultura de Pelotas, cada apresentação ocorre em um vídeo diferente. Todo o conteúdo ficará disponível no canal para quem não puder assistir no horário programado. O canal Sagrada Casa e Sete ao Entardecer Festival também está hospedando o conteúdo aprovado no projeto Sagrada Casa, que contempla estúdios, galerias, escolas e outros espaços culturais.
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Lançado em maio, o edital do Sete ao Entardecer deste ano previa a contratação de 100 ações culturais. O edital foi alvo de algumas críticas de artistas e agentes culturais da cidade. O Fórum Popular Permanente de Cultura de Pelotas, por exemplo, defendia que todos os artistas proponentes fossem contemplados, visto a situação de excepcionalidade provocada no setor pela pandemia de Covid-19. Para isso, o Fórum defende que a verba do Proculta seja realocada para o setor.
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Produção artística em tempos de isolamento
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A programação do Sete ao Entardecer Festival teve início com a exibição do curta “Lá Embaixo é uma Linha Reta”, produzido pela banda As Longas Viagens. Segundo publicação da banda, o filme foi construído pelo cinegrafista Felipe Yurgel durante o período de quarentena e documenta a tentativa de uma banda em criar material colaborativo durante este período de isolamento social.
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Já a artista Gabriela Cunha, que terá seu projeto Artemísia exibido às 21h desta quarta, conta que buscou inspiração em artistas viajantes que pintavam a imagens relacionadas à botânica. “Como estou em quarentena, tive a ideia de catalogar as plantas que utilizo no meu dia a dia. Pintei em aquarela 5 plantas/ervas que uso como chá, óleo essencial, escalda-pés”, explica. No vídeo, Gabriela aparece pintando e falando um pouco sobre cada planta.
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Acompanhe pelo Canal:
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Programação e outros informações:
https://www.facebook.com/SecultPel
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Sobre Cassio Lilge 113 Artigos
Jornalista, estudante de História, obcecado por música. Conhece menos atalhos em seu computador que a sua gata.

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