Cinema internacional e regional neste semana no Cine UFPel em Pelotas

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Na última quarta-feira (04), foi exibido em parceria com o SESC o longa islandês “A ovelha negra”, do diretor Grímur Hákonarson, vencedor do prêmio Un Certain Regard no Festival de Cannes.

cineufpelNa quinta-feira (05), também às 19h, é a vez do curta documental “Senegalè – Os imigrantes senegaleses em Pelotas”, produção dos graduandos em Jornalismo na UFPel, que estarão presentes para um bate-papo após a sessão.

Na sexta-feira (06), excepcionalmente às 20h, dois curtas rodados no RS tomarão a telona do Cine UFPel: “Indo”, dirigido por Boca Migotto, e “No amor”, de Juan Quintáns. Os realizadores estarão presentes para uma conversa com o público logo após a exibição.

Abaixo segue a programação em detalhes.

Quarta-feira, 04, 19h
Sessão SESC
Longa: A ovelha Negra
Dir.: Grímur Hákonarson
Sinopse: Em uma fazenda na Islândia dois irmãos que não se falam há 40 anos têm de trabalhar juntos para salvar aquilo que lhes é mais caro: um rebanho de ovelhas.
(Islândia, Ficção, 2015, 1h32)

Quinta-feira, 05, 19h
Sessão Especial com os realizadores
Curta: Senegalè – Os imigrantes senegaleses em Pelotas
Dir.: André Pereira
(UFPell, Documentário, 2018, 19min)

Sexta-feira, 06, 20h
Sessão especial com os realizadores
Curta: Indo
Dir.: Boca Migotto
(RS, Ficção, 2017, 16min)
Hoje, no Brasil, a classe artística e cultural vem sendo esvaziada por governos municipais, estaduais e o governo federal a fim de desqualificar o trabalho e a importância do setor para o desenvolvimento social. No Rio Grande do Sul, especificamente, enquanto o governo local lida com uma violência urbana sem precedentes, que assusta a “sociedade de bem”, também fecha a Secretaria da Cultura e diminui o orçamento para ações culturais e artísticas nas periferias. Mas, existe uma relação entre uma coisa e outra? INDO visa debater isso.

Curta: No amor
Dir.: Juan Quintáns
(RS, Documentário, 2017, 14min)
Cinco amigos cineastas decidem fazer um curta-metragem com recursos próprios, sem dinheiro, um “filme no amor”. No roteiro, se misturam ficção e realidade. Os três protagonistas são atores e interpretam a eles mesmos no curta, seguindo o roteiro de outro amigo, o diretor, que também coloca vivencias próprias na história a ser filmada. Por último, um espanhol da Galícia, que mora e trabalha no Brasil há uns poucos anos, é também impulsor do projeto. Ele será quem, com seu olhar diferente, vai narrar e contar em primeira pessoa todo o processo, se valendo das imagens de making of, das conversas nos diversos encontros dos amigos e de entrevistas a cada um dos envolvidos.

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