“Quebradeiras de Coco Babaçu” com entrada franca em Pelotas

Pelotas receberá, dia 16 de novembro, o espetáculo maranhense “Quebradeiras de Coco Babaçu”, grupo formado por oito mulheres. A entrada é franca.

A atração está programada para as 20h, na Bibliotheca Pública Pelotense (Praça Coronel Pedro Osório, 103), com entrada franca. Mais informações sobre os serviços podem ser obtidas pelo telefone (53) 3225-6093, no site.

Foto: Marcio Vasconcelos
Foto: Marcio Vasconcelos

Dora, Moça e Silena, de Lago do Junco (MA); Nice, de Penalva (MA); Dijé, de São Luís Gonzaga (MA); Iracema, de São Domingos do Araguaia (PA); Francisca Lera, de Esperantina (PI); e Nonata, de São Miguel (TO). Elas trabalham na quebra do coco babaçu desde a infância e hoje também exercem o importante papel de liderança na defesa e valorização do trabalho das quebradeiras, na preservação e na garantia de acesso às áreas de ocorrência da palmeira do babaçu.

Atuam politicamente por meio da Associação em Áreas de Assentamento no Estado do Maranhão (Assema) e do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB), que está sediado em São Luís e engloba seis regionais organizadas em três municípios maranhenses e outros três localizados no Piauí, em Tocantins e no Pará. A prática do canto durante a quebra do coco e durante a caminhada para os babaçuais é uma experiência que trazem desde a infância, quando acompanhavam os mais velhos, geralmente mães e avós, na lida diária. O repertório atual está diretamente relacionado à luta política.

Espetáculo “Quebradeiras de Coco Babaçu” (MA) – Pelotas
Data: 16 de novembro (Quarta-feira)
Horário: 20h
Local: Bibliotheca Pública Pelotense (Praça Coronel Pedro Osório, 103)
Entrada franca

Sonora Brasil – Promovido pelo Sesc, o projeto é considerado o maior do País em circulação musical e, em 2015, promoveu 430 concertos em mais de 120 cidades brasileiras. O Sonora Brasil cumpre a missão de difundir o trabalho de artistas que se dedicam à construção de uma obra não comercial. A formação de plateia é o que se busca por meio do contato do público com a qualidade e a diversidade da música, estimulando o olhar crítico sobre a produção e os mecanismos de difusão da música no país. Todas as apresentações são essencialmente acústicas, valorizando qualidade sonora das obras e de seus intérpretes. Desde a sua primeira edição, em 1998, já passaram pelo projeto cerca de 80 grupos em mais de 3.900 apresentações por todo o País, alcançando um público superior a 520 mil espectadores. No Rio Grande do Sul, as atividades do Sonora Brasil integram a agenda do Arte Sesc – Cultura por toda parte.

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