Pless Studio de Ballet apresenta espetáculo 100% autoral em Pelotas

Nesta quinta-feira, 30 de novembro, a Pless Studio de Ballet apresenta seu espetáculo de final de ano, 100% autoral, às 21h no Theatro Guarany.

O espetáculo de final de ano da Pless Studio de Ballet será 100% autoral e serão apresentados dois ballets – Le Jardin e Concerto de Liszt. Le Jardin tem roteiro original de Jean Coll e coreografia de Diego Chame, já o Concerto de Liszt tem tema a coreografia assinada por Jean Coll. Os bailarinos solistas que estarão à frente deste espetáculo são: Diego Chame, Helena Thofern Lessa, Aline Garcia, Mariana Castoldi, a direção geral é de Diego Chame.

Pless Studio de Ballet apresenta: Le Jardin e Concerto de Liszt
Quando? 30 de novembro de 2017- quinta-feira
Hora? 21h
Onde? Theatro Guarany – Pelotas RS
R$65,00 (Inteira)
Antecipados:
Até dia 29/11: Pless Estudio de Ballet (R. Santa Cruz, 2589 – Centro – Pelotas)
Dia 30/11: Bilheteria do Theatro Guarany.

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Jovem bailarina gaúcha participa de um dos maiores festivais de dança do mundo

Bailarina Júlia Prestes, 11 anos, participa em Nova Iorque da final do YAGP 2017, um dos maiores festivais de dança do mundo.

Julia Prestes em "Poema para Poldini", coreografia de Fernanda Rodrigues. Arquivo Ballet Vera Bublitz
Julia Prestes em “Poema para Poldini”, coreografia de Fernanda Rodrigues. Arquivo Ballet Vera Bublitz

Aluna do Ballet Vera Bublitz, Júlia Prestes, 11 anos, foi selecionada para a final do YAGP/ Youth America Grand Prix 2017, em São Paulo, no ano passado. E nesta quinta-feira, dia 6, viaja para Nova Iorque onde participa do Festival nos dias 10 e 12 de abril. Júlia vai apresentar uma variação da Fada Candide, do ballet de repertório A Bela Adormecida e o solo de criação Poesia para Poldini, de Fernando Rodrigues. Ao todo, mil bailarinos participam do evento. A diretora e coreógrafa Carlla Bublitz acompanha a jovem.

O YAGP é um dos maiores festivais competitivos do universo da dança. Oferece aos ganhadores bolsas de estudos profissionalizantes nas maiores escolas internacionais. Revela jovens bailarinos e bailarinas, abrindo caminhos para quem tem talento, quer se aprimorar e seguir carreira. “É sempre uma grande conquista colocar bailarinos da Escola nesse patamar e é motivo de orgulho constatar que um trabalho feito com seriedade, dedicação e disciplina, somado ao talento de nossos jovens, frutifica”, afirma Vera Bublitz, diretora e fundadora da Escola.

A seleção para o YAGP abre a possibilidade de alcançar o sonho de ser bailarina/bailarino para muitos jovens. Os vencedores podem chegar às grandes companhias de dança mundiais, como aconteceu com o gaúcho Norton Fantinel que, em 2006, concorreu pelo Ballet Vera Bublitz e saiu da final da competição já empregado. Hoje está em Toulouse, na França, como primeiro bailarino.

Julia Prestes em "Poema para Poldini", coreografia de Fernanda Rodrigues. Arquivo Ballet Vera Bublitz
Arquivo Ballet Vera Bublitz

Fonte: Lelei Teixeira

“At the Ballet”: o ballet em Pelotas

O Ballet Clássico da Escola Dicléa Ferreira de Souza e da Pless Studio, o Ballet Funcional e o Ballet Fitness – diferentes modalidades e tradições da dança na terra do doce.

Por Calvin Cousin

Aula na Escola de Ballet Dicléa (Foto: Divulgação)
Aula na Escola de Ballet Dicléa (Foto: Divulgação)

Quem olha para um corpo de ballet e não enxerga além da graça e delicadeza apresentadas nem imagina a imensa dedicação, esforço e técnica aplicados pelos bailarinos. A formação na modalidade clássica dura cerca de dez anos, se iniciada, preferencialmente, por volta dos sete anos de idade. Na cidade de Pelotas existem duas escolas voltadas exclusivamente para o ensino da dança: a Escola de Ballet Dicléa Ferreira de Souza e a PLESS – Studio de Ballet.Dicléa veio primeiro.

Dicléa de Souza, a história do ballet pelotense encarnada
A homônima professora de dança, mestra de ballet, proprietária e diretora da escola (atualmente entregue à sua filha, Daniela) já virou tema de livro e enredo (vencedor) de escola de samba. Recebeu diversos prêmios e homenagens, inclusive o título de Cidadã Pelotense, em 1991. Chegou às terras sulinas, vinda do Rio de Janeiro, em julho de 1958, após seu casamento. No Rio, integrou a escola de dança Maria Olenewa, do Theatro Municipal, como solista e membro do corpo de baile. Sua mudança para o sul fez com que Antônia de Oliveira Sampaio, conhecida de Dicléa da capital carioca, organizasse contatos para arranjar uma professora para suas três filhas, uma vez que a antiga mestra de ballet da cidade estava de partida. “Cheguei em julho e em agosto já estava trabalhando. Comecei dando aulas no conservatório Angelo Crivellaro, um conservatório de música. Já tinham 118 crianças me esperando, e eu dava uma média de oito horas de aula por dia. Em 1960, abri minha própria escola.” conta a bailarina.

Operando, originalmente, na Rua Félix da Cunha, a primeira grande apresentação da escola aconteceu em 1961, no Theatro Guarany. Nas palavras de Dicléa, “foi um horror”. Em função do tamanho do teatro, não era possível realizar um espetáculo apenas com piano, logo, foi convocado o Maestro Tagnin, que precisava de músicos da OSPA (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre) para a apresentação, trazendo os três primeiros violinos, o oboé, o violoncelo e alguns outros instrumentos. As partituras vieram do Rio de Janeiro, com segmentos de Le Sylphides e das Bodas de Aurora (uma parte da Bela Adormecida). Durante a apresentação, devido a problemas e atrasos durante os ensaios, o maestro anunciou de capo primo!,que significa “começar tudo de novo”. Dicléa gritou do palco: “dá capo primo! coisa nenhuma! Vai só no piano”. E o restante do espetáculo foi acompanhado apenas pelo piano, enquanto os músicos da OSPA fugiram para a Praça Coronel Pedro Osório, envergonhados.

Isso não impediu a escola de fazer sucesso, recebendo milhares de alunas e alunos ao longo dos anos. Participações vitoriosas em festivais em Joinville fizeram com que o nome Dicléa fosse reconhecido a nível nacional. Hoje, a escola se encontra em um novo endereço, na Rua General Osório, e participa de festivais em lugares mais próximos, “porque as crianças gostam e se sentem importantes ao participarem deles”.

Ensinando, prioritariamente, o ballet clássico, por ser a base de tudo na dança, a escola também dispõe aulas para adultos e baby class, para crianças com menos de sete anos. Utilizam-se muito os ballets de repertório, não apenas pela didática, mas também para aproximar o público da cidade da experiência de ballets profissionais. “Criamos um público em Pelotas, tornando os espetáculos de repertório acessíveis para aqueles que não têm condições de assistir a um ballet fora. No final do ano passado fizemos O Quebra-Nozes, que, modéstia a parte, foi um baita sucesso. O publico veio abaixo.”, conta a professora.

A escola conta com quatro professoras e, aproximadamente, duzentos alunos, muitos originários do projeto A Magia da Dança, uma parceria com a Universidade Federal de Pelotas – UFPel para dar aulas de ballet para crianças de bairros periféricos na faixa dos oito aos 14 anos. Ainda que encontre resistência, o número de alunos homens vem aumentando, muitos deles estudantes universitários. Entre suas duas salas de aula (uma para baby class e outra para o clássico) e a boutique para venda de materiais de dança, a instituição apresenta diversas fotografias em preto e branco de Dicléa em meio de seus repertórios.

O Ballet Fitness
Um estilo cuja popularidade tem crescido (inclusive entre famosos, como Grazi Massafera e Flávia Alessandra) é o Ballet Fitness, criado pela bailarina Betina Dantas, após uma lesão que a impossibilitou de seguir praticando o ballet clássico. Para não ficar parada, a profissional aproveitou sua formação em Educação Física para criar uma aula que misturasse movimentos do ballet com exercícios do mundo das academias. Alguns estabelecimentos de Pelotas ofertam aulas da modalidade, como a Escola Dicléa, sob o nome de moving dance, e a Academia Spazio, cuja professora é Nicole Gonzales. Formada em Educação Física pela UFPel, com mestrado na área pela mesma instituição, Nicole explica como funcionam as aulas:

“São realizados abdominais, exercícios para braços e glúteos, além dos movimentos dos ballets tradicionais, como pliés (dobras dos joelhos), tendus (esticar uma perna ao lado do corpo enquanto a outra fica estática) e frappés (pousar um pé sobre o tornozelo do pé de apoio).” Os alunos realizam movimentos na barra, no chão e no centro, sem acompanhamento de música clássica ou apresentações externas, por ser uma atividade incluída nos currículos das academias como alternativa para quem quer se exercitar e tem gosto pelo ballet, mas não por exercícios com pesos. A modalidade é aberta para aqueles que nunca praticaram a dança, ajudando no fortalecimento muscular, na queima de calorias e na melhoria do equilíbrio, respiração, postura e flexibilidade.

O Ballet Fitness é uma franquia, embora muitos professores utilizem de seus conhecimentos em educação física e ballet clássico para darem aulas, como é o caso de Nicole. “O curso de master só é realizado em capitais e, assim, possui um custo muito elevado para participar”. Contudo, diversos países, como os Estados Unidos, o Canadá e a Espanha, apresentam modalidades semelhantes, mas que trabalham com outros nomes, como Ballet Workout, Ballet Beautiful ou Barre Ballet. Mesmo com as inovações, o Ballet Fitness reforça a ideia de que, realmente, o clássico não cai, como diria Dicléa de Souza.

Um novo espaço para bailarinos
O Studio PLESS, fundado em março de 2013 por Diego Porciúncula e Jean Coll, tem por objetivo a formação de bailarinos a nível técnico e artístico. Jean estudou com Dicléa, já na fase adulta, assim como Diego, que trabalhou com a mestra como professor de ballet, além de ter participado da companhia do Teatro Guaíra, em Curitiba. Ao voltar para a cidade, abriu a escola para ter maior autonomia e explorar o lado artístico da dança. “O técnico é aquilo que se aprende como matéria, mas ele fica muito frio no palco, então exploramos o artístico para trabalhar com a expressão facial e emotiva do bailarino”, afirma Jean.

Com três modalidades, cinco professores e cerca de 120 alunos, a PLESS é uma escola exclusivamente de ballet. O ballet clássico de formação é dividido em níveis, que se estendem por cerca de dez anos, o período ideal para a formação de um bailarino clássico, que pode desempenhar papéis de destaque em qualquer ballet.

Um diferencial do Studio é a carga horária de ensaio maior do que a de outros grupos da região. Utilizando como referência escolas do exterior ou companhias como a Bolshoi, que possui um centro em Joinville onde os bailarinos ensaiam cinco vezes por semana, algumas vezes durante todo o dia, a PLESS busca aproximar a realidade do ballet gaúcho com as de outros centros mais estabelecidos. São realizados três treinos semanais de uma hora e meia, ao invés das tradicionais duas aulas de uma hora. Para Jean, o correto para se obter um bom desempenho técnico seja pelo menos três horas de ensaio por dia, embora seja muito difícil consagrar a prática na região, devido ao preconceito e às questões do nativismo. “Quanto mais estudares, mais aperfeiçoado tu vais estar.”

Ainda, a escola disponibiliza o Ballet Adulto, tanto para aqueles que nunca dançaram quanto para aqueles que praticaram durante a juventude, mas passaram muito tempo parados, e o Ballet Funcional, sem restrição de idade, desenvolvido pelo próprio professor Diego. A modalidade é composta por aulas de ballet que funcionam como exercícios físicos sem alto impacto ou os grandes saltos que existem nas outras duas categorias. A ideia do Ballet Funcional é semear os benefícios físicos da dança, como o tônus muscular, a boa postura e questões cognitivas, pela alta exigência que as bailarinas têm em se concentrar para contar a sequência de passos e o tempo de música. A categoria se diferencia do Ballet Fitness pelo fato de a segunda modalidade apresentar exercícios de alto impacto, impróprios para pessoas de mais idade ou com problemas de saúde.

Por ser uma companhia nova, a PLESS apresentou poucos espetáculos, sendo eles Cinderela e, no final de 2016, O Quebra-Nozes, assim como a escola de Dicléa. A obra apresenta, em seu segundo ato, uma visita do Quebra-Nozes e da personagem Clara à Terra dos Doces. Ao se apresentarem em Pelotas, as escolas mostram que a vida, algumas vezes, imita a arte.

Escola de Ballet Dicléa Ferreira de Souza
Localização: Rua General Osório, 1427
Contato: (53) 3225-7975
Academia Spazio – Fitness & Wellness
Localização: Rua General Telles, 710
Contato: (53) 3222-0491
PLESS – Studio de Ballet
Localização: Rua Santa Cruz, 2589
Contato: (53) 3028-0029

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14264149_830693777030502_5101510297978826840_nCalvin Cousin é estudante no sexto semestre de Jornalismo na UFPel. Não acredita em horóscopo, mas é aquariano com Vênus em Peixes.

 

Ballet Vera Bublitz terá apresentação em Porto Alegre

Gala de Encerramento dos Cursos de Aperfeiçoamento em Dança realizados pela Escola em janeiro de 2017, dia 20 no Teatro CIEE às 20h.

Foto: Solange Avelino
Foto: Solange Avelino

Pela primeira vez na história de 20 anos dos Cursos de Aperfeiçoamento em Dança do Ballet Vera Bublitz, a Escola promove uma Gala de Encerramento, no dia 20 de janeiro, às 20h, no Teatro CIEE (Rua Dom Pedro II, 861 – Higienópolis). O foco é apresentar os resultados do trabalho desenvolvido durante as três semanas intensivas de estudos de 4 a 20 de janeiro. No palco, para fechar a edição 2017 dos cursos, um elenco formado por alunos de diversas escolas e regiões do Brasil apresenta montagens coreográficas de ballet clássico e dança contemporânea.

O programa inclui as obras Les Sylphides (Choppinianas), com reposição coreográfica de Marlene Lago; Suíte de Dom Quixote, que tem reposição coreográfica de Carlla Bublitz, diretora do BVB; trabalhos contemporâneos inéditos de Marco Sanches e coreografias que serão apresentadas no Tanzolymp 2017, em Berlim, na Alemanha, pelos alunos do Ballet Vera Bublitz. Tudo sob a orientação dos professores Carlla Bublitz, Marco Sanches, Marlene Lago, Letícia Krenzinger e Rosane Barbosa.

Esta é mais uma das ações que marcam as comemorações dos 40 anos da Escola, que iniciaram no espetáculo que encerrou 2016 e vão até setembro de 2019. Pensadas com carinho e profissionalismo, as atividades envolvem apresentações, exposições, palestras, cursos e lançamento de um livro sobre a trajetória do Ballet Vera Bublitz, referência em dança no Brasil.

A apresentação é aberta e os ingressos podem ser adquiridos na secretaria da sede da Lucas de Oliveira (nº 158), do Ballet Vera Bublitz. Informações pelo e-mail sede.lucas@balletverabublitz.com.br e pelo telefone 51 3330 4736. Valores: R$ 25,00 (familiares dos alunos) e R$ 50,00 (público em geral). Promoção: Na compra de três ingressos, ganha mais um.

Os Cursos de Aperfeiçoamento do Ballet Vera Bublitz acontecem tradicionalmente há 20 anos no mês de janeiro, durante três semanas. Com infraestrutura de qualidade, salas com pisos flexíveis, professores convidados e número limitado de até 24 alunos por aula, os bailarinos têm a possibilidade de viver a dança e aperfeiçoar o conhecimento.

Fonte: Gira Produção e Conteúdo

Ballet “O Quebra Nozes” no Theatro Guarany em Pelotas

“O Quebra Nozes”, com trilha original de Tchaikovsky, será a apresentação de final de ano da Pless Estudio de Ballet, dia 24 de novembro, quinta-feira às 21h, no Theatro Guarany.

O espetáculo propõe-se mostrar, de uma forma artística, o trabalho técnico desenvolvido por todos os alunos da escola Pless Estudio de Ballet, através dos personagens envolvidos no espetáculo, ao longo de 2016. De uma festa natalina cheia de brinquedos, à rainhas, flores, fadas e doces, um universo mágico será desvendado enquanto Clara, a personagem central, viaja pelo Reino das Neves e Reino dos Doces.

Ballet “O Quebra Nozes” no Theatro Guarany
R$60,00 (inteira)
R$30,00 (meia-entrada)
Antecipados:
Pless Estudio de Ballet (R. Santa Cruz, 2589 – Centro – Pelotas)
Bilheteria do Theatro Guarany no dia do Espetáculo

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Ballet Poeta estreia no theatro Guarany em Pelotas

Ballet Poeta trabalha intensamente para sua estreia ao público em 22 e 23 de setembro de 2015 no Theatro Guarany, as 20 hs

A companhia de dança Ballet Poeta vem para preencher um vazio cultural e ser uma companhia de dança independente, de repertório autoral, programação permanente, economicamente sustentável, para progressivamente custear a carreira profissional de 20 bailarinos, a produção de espetáculos autorais, 10 apresentações anuais na cidade e turnês regionais, estaduais e nacionais.

Também se apresenta como uma via de experiência profissional para as inúmeras competências participam de um espetáculo, tais como cenografia, iluminação, sonoplastia, contrarregras, camareiros, figurinistas, logística, comunicação multimídia e tantas outras áreas de interesse com os cursos superiores que a cidade dispõe e assim por estas parcerias colaborar para a consolidação da vocação regional de produção cultural.

O Ballet Poeta acredita também na formação de plateias, apresentando uma proposta artística diversa, já que os espetáculos de dança na cidade são as produções das escolas de formação, que executam com louvor a função de promover espetáculos de encerramento de ano e participação em feiras e festivais, e algumas poucas produções vindas de centros maiores.

Os diretores, Jean Coll e Diego Chame entendem que além de realizar é preciso ensinar o público a ver, a valorizar cada detalhe desta arte de riqueza imensurável. Para isto planejam ações didáticas e educativas, populares, por meio de aulas demonstrativas, palestras e apresentações orientadas.

Como não possui fins lucrativos o Ballet Poeta pretende manter o corpo de baile e acervo de produção através da receita de bilheteria, patrocínios, apoios institucionais e captação de recursos por meio de incentivos fiscais e editais de produção artística do município, estado e união.

Com uma rotina de ensaios, um cronograma de trabalhos preparatórios para bailarinos e equipe técnica, para a perfeita execução das produções planejadas. Os bailarinos contam com o apoio e suporte da Pless Studio de Ballet, para o aperfeiçoamento técnico e artístico, através de aulas curriculares de ballet clássico e moderno.

Formado por bailarinos de formação artística e técnica variada. Eles são selecionados por meio de audições, de acordo com a necessidade artística de produção ou apresentação do espetáculo.O aperfeiçoamento técnico e artístico é constante e ministrado pelo maitre, diretor artístico e convidados especiais.

Atualmente compõe o Ballet Poeta, 21 bailarinos, direção artística, direção administrativa, maitre de ballet, coreógrafo convidado, assessoria de comunicação, de produção e logística.

A ESTREIA
Ballet Poeta trabalha intensamente para sua estreia ao público em 22 e 23 de setembro de 2015 no Theatro Guarany, as 20 hs

É na verdade uma avant premiere do que serão os projetos futuros. Por ser ainda uma companhia jovem optou-se para estréia com um programa mais leve. Fragmentos de peças maiores, alguns remontados, outros inéditos.

O programa:

I Parte
ACORDES
Música: Valsas Poéticas de Enrique Granados- Pianista: Lourdes Ramires- 1998
Coreografia e direção artística: Diego Chame
BLACK MARTINI
Música: Louis Armstrong, Yma Sumac, Björk, AlvinoRey
Coreografia: Diego Chame
Direção Artística: Jean Coll

II Parte
A FLOR DO SAL- A FORMAÇÃO (FRAGMENTOS)
Música de Henry Torgue e Serge Houpin
Coreografia e direção artística Otávio Augusto Lima
CELESTE (FRAGMENTOS)
Música: Philip Glass
Coreografia e direção artística: Jean Coll

PROJETOS DE CONTINUIDADE
Para repertório permanente o BALLET POETA trabalha com a remontagem da FLOR DO SAL, ballet emblemático, criado pelo Centro Coreográfico do Teatro Sete de Abril em 2000, que conta sobre a formação de Pelotas, seu desenvolvimento e legado. Explora o viés paradoxal da indústria tosca e sangrenta do charque, que trouxe à cidade a sua distinção de refinamento e sofisticação e pretende. Além disto há a conclusão de CELESTE, uma coreografia de Jean Coll. A obra remonta a história da vida por uma ótica quântica e poética que retrata o surgimento do universo a partir do “Big Bang”, uma explosão de proporções imensuráveis que ainda ecoa e se expande infinitamente, e a supernova, que dá início ao surgimento da vida. Ainda em produção, o espetáculo O DISCO, coreografia de Otávio Augusto Lima, baseada na discografia e poesia de Vítor Ramil e outros projetos.

Romeu e Julieta – Espetáculo de ballet no Theatro Guarany em Pelotas

A Companhia de Ballet da Cidade de Niterói traz a Pelotas o espetáculo “Romeu e Julieta”, que nasceu do desejo de revisitar histórias e temas atemporais, encontrados pela Companhia na obra de Shakespeare. Em “Romeu e Julieta” a companhia encontrou os ingredientes de uma história universal, cujos personagens levaram o grupo a refletir sobre seus próprios conflitos e fazer do trágico a matéria prima para a sua mais nova criação.

O coreógrafo Andre Mesquita, cujo trabalho se pauta pela inovação e pesquisa, criou a coreografia a partir da dramaturgia de Shakespeare, e não da música – inclusive ele não usará nenhuma das duas obras de Tchaikovsky ou Prokofiev tradicionalmente usadas nas montagens de “Romeu e Julieta”. Mesquita aposta na diversidade, usando variadas composições de diferentes estilos musicais.

A iluminação é do premiado Paulo Cesar Medeiros e os figurinos estão a cargo de Cássio Brasil (cenógrafo, figurinista e diretor teatral, Cássio assinou, entre outros, o figurino de “Linha de Passe”, longa de Walter Salles e Daniela Thomas; e na TV os figurinos de “Escrava Isaura” e “Retrato Falado”).

No elenco, uma protagonista pelotense: a bailarina Simone Lorenzi faz o papel de Julieta.

A apresentação em Pelotas acontecerá no Theatro Guarany, dia 28 de abril (terça-feira), às 21 horas. Os ingressos antecipados podem ser adquiridos na loja Studio CD’s, no valor de R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia). A classificação etária é de 12 anos. O espetáculo conta com o apoio de Expresso Embaixador.

A CBCN é uma companhia pública de dança e um um dos mais importantes centros nacionais de produção contemporânea. Com vasto currículo de apresentações em todo o Brasil, na Europa e nos EUA, foi declarada, em janeiro de 2012, Bem Cultural de Natureza Imaterial do Estado do Rio de Janeiro.