Teatro: NORMA estreia na Bibliotheca Pública Pelotense

Espetáculo NORMA estreará no próximo final de semana, com apresentações no sábado (30/06) e no domingo (1º/07), ambos às 20h, na Bibliotheca Pública Pelotense.

Foto Divulgação
Foto Divulgação

A peça teatral narra a história de uma atriz que foi um dos grandes ícones do cinema mudo e que se recusa a aceitar que foi esquecida pelo público. Envolta em uma teia de mentiras, criada pelo seu mordomo Max, a estrela vive em uma realidade paralela, onde nunca deixou de ser a grande estrela que foi. Porém, é com a chegada de Joe, um roteirista desconhecido, que a estrela vê seu mundo ruir. 
Inspirada no filme Crepúsculo dos Deuses, de Billy Wilder. 

NORMA
Quando? 30/06 e 1º/07 (sábado e domingo)
Horário? 20H
Onde? Bibliotheca Pública Pelotense
Valores: R$10,00 (Inteira) e R$5,00 (Meia-entrada).
Ingressos antecipados na Casa das Balas (Andrade Neves, 2091, com Cassiano).

Direção: Eduarda Bento e Thalles Echeverry
Elenco: Isabelle Vignol e Thalles Echeverry

Iluminação: Diego Carvalho
Sonoplastia: Aline Cotrim
Cenário e Figurinos: Aline Cotrim
Dramaturgia: Thalles Echeverry

CARTAZ IMPRESSO

Neura – Juliano Guerra lançará seu terceiro disco na BPP em Pelotas

Já estão à venda os ingressos para o show de lançamento de “Neura”, terceiro disco de Juliano Guerra. O show acontece na Bibliotheca Pública Pelotense, quinta-feira (28/06), às 20h30min.
Foto: Felipe Yurgel
Foto: Felipe Yurgel

Os ingressos incluem o CD, com diferentes opções de produtos e preços e podem ser adquiridos online pelo link bit.ly/neurapelotas. Juliano se apresenta acompanhado dos músicos Dani Ortiz, Davi Batuka, Miro Machado e Rael Valinhas, e conta ainda com as participações especiais de Alex Vaz, Bruno Chaves, Eric Peixoto e Paola Kirst.

Variando bruscamente entre acústico e elétrico, irônico e sentimental, o bipolar “Neura” apresenta ao longo de 12 canções um mosaico de um colapso mental. Com colaborações de músicos e participações especiais das mais variadas vertentes, o álbum viaja por referências que vão do rock alternativo dos anos 1990 à vanguarda paulista e ao tropicalismo.  O disco sai pelo selo Escápula Records, com lançamento dia 22/06.
Arte: maumau
Arte: maumau

 

Noite Popular apresenta sua 7ª edição na Bibliotheca Pública Pelotense

No dia 28 de fevereiro de 2018, quarta-feira, acontece a 7ª Edição do evento Noite Popular, às 19h30min, na Bibliotheca Pública Pelotense.

A entrada é franca e conta com a apresentação de alunos dos cursos de Bacharelado em Música e Licenciatura em Música da UFPel.

A primeira edição do evento foi organizada no Conservatório de Música em 2011 pela, na época ainda aluna, Daniela Moreira. O evento fez parte de uma semana inteira de recitais alusivos aos 50 anos dos cursos superiores de canto e piano. Após ingressar a universidade como professora substituta de canto lírico e popular, em 2016, a professora Daniela reativou o projeto junto ao professor Menan Duwe.

Hoje, vinculado ao Núcleo de Música Popular da UFPel, o Noite Popular se trata de um projeto de extensão, que visa oferecer uma opção de apreciação artística musical e de integração cultural, compartilhando com a comunidade o trabalho de Música Popular realizado dentro dos cursos do Bacharelado em Música da UFPEL, e dando espaço aos alunos para mostrarem suas variadas vertentes musicais.

Nesta 7ª edição o repertório, escolhido pelos alunos, conta com estilos variados da música nacional e internacional, e também com músicas autorais de bacharelandos em música da UFPEL.

Noite Popular – 7ª edição
Quando? 28 de fevereiro de 2018 – quarta-feira
Hora? 19h30min
Onde? Bibliotheca Pública Pelotense – Praça Cel Pedro Osório, 103
Quanto? Entrada Franca

Coordenação: Professores Daniela Moreira e Menan Duwe
Realização: Núcleo de Música Popular (NuMP), Associação Amigos do Conservatório – ASSAMCON.
Apoio: ASSAMCON; Conservatório de Música da UFPEL; Bibliotheca Pública Pelotense.
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Mistura Mundo Sul Generis reúne a alma musical do Brasil, Zimbábue e Inglaterra em Pelotas

O festival terá a estreia de Dona Conceição e gravação ao vivo da autora de mais de mil sambas, na quarta-feira(22), em duas sessões, na Bibliotheca Pública Pelotense.

As fronteiras são peles, mais do que divisórias, são superfícies de contato. Com esse espírito o espetáculo “Mistura Mundo Sul Generis” reúne nomes do Brasil, Inglaterra e Zimbaúe em um grande encontro musical nos dias 22 e 23 de novembro (quarta e quinta-feira), na Bibliotheca Pública de Pelotas, com entrada franca.

Dona Conceicao Teixeira - Foto: Everton Maciel
Dona Conceicao Teixeira – Foto: Everton Maciel

O show marca a estreia da compositora pelotense Conceição Rosa Teixeira, de 87 anos, com mais de mil sambas inéditos. O festival conta também com o quarteto Kusanganisa – radicado na Inglaterra e cuja tradução significa ‘mistura’ na língua do Zimbábue. O grupo é formado por Chartwell Dutiro (Mbira, Zimbábue), Nick Sorensen (sax, Reino Unido), Chis Blanden (baixo, Reino Unido) e Leandro Maia (violão, Brasil).

O evento é resultado da premiação recebida por Leandro Maia pelo Bath Spa Pioneers Award para projetos de destaque da Bath Spa University, no Reino Unido. “A ideia do projeto se baseia em festival internacional que celebre heranças musicais e a integração de artistas do Reino Unido, Zimbábue e Brasil numa confraternização entre os três continentes: América, Europa e África”, explica Leandro.

Amanhã(22), a estreia de Dona Conceição será registrada através de audiovisual, em duas sessões: uma às 19h e a segunda às 21h. De acordo com Leandro, ela é autora de mais de mil sambas e uma significativa mostra desta produção – com o título Dona Conceição dos Mil Sambas – será gravada ao vivo, e pela primeira vez durante o festival. “As imagens serão captadas para futura realização de documentário, em parceria com alunos do curso de Cinema da UFPel”, complementa Leandro. O show contará com uma banda formada predominantemente por mulheres, incluindo a participação especial de Simone Rasslan (piano e voz) e das musicistas Ana Freire (contrabaixista, OSPA e Orquestra do Theatro São Pedro), Kiti Santos (saxofonista e educadora musical) e Gutcha Ramil (percussionista e educadora). Complementam a banda Jucá de León e Zé Éverton Rozzini (percussão), Rafael Velloso (saxofone) e Leandro Maia, que assina a direção musical e participa ao violão e voz. Na quinta-feira(23) a programação prossegue na Bibliotheca Pública, tendo a primeira sessão marcada para às 19h, com o grupo Sovaco de Cobra. Na sequência, às 20h, o violonista Thiago Colombo e às 21h o quarteto Kusanganisa.

O evento tem a direção artística de Maria Falkembach e financiamento do Programa Economia da Cultura e Diversidade, da Secult, através da Prefeitura de Pelotas, apoio da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), além do Prêmio ‘Bath Spa Pioneers Award’, da Bath Spa University do Reino Unido.

No domingo(26) o espetáculo acontece às 18h, no Theatro São Pedro, em Porto Alegre, com preços populares. A presença inédita de Dona Conceição no palco do São Pedro será acompanhada por Aninha Freire (contrabaixo), Kiti Santos (sax e flauta), Gutcha Ramil (percussão), Jucá de León (percussão), Zé Éverton (percussão), Rafael Velloso (sax). Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do teatro, em horário comercial.

Mistura Mundo Sul Generis
Dias 22 e 23 novembro, às 19h, na Bibliotheca Pública
*Entrada franca
Dia 26 de novembro, às 18h, no Theatro São Pedro
*ingressos a preços populares, na bilheteria do teatro,

PELOTAS:
22/11 – quarta-feira:
19 h – primeira sessão – Dona Conceição
21h – segunda sessão – Dona Conceição
*gravação ao vivo em audiovisual

23/11 – quinta-feira:
19h – Sovaco de Cobra
20h – Thiago Colombo
21h – Kusanganisa

Fonte: Gabriela Mazza – Satolep Press

Livro resgata a história da Bibliotheca Pública Pelotense

Assinada pelo jornalista Klécio Santos, que este ano será o patrono da 45 ª edição da Feira do Livro de Pelotas, a publicação reúne os principais acontecimentos que marcaram a memória da instituição.

Em 1875, Pelotas era uma das cidades mais prósperas do Império, graças à fortuna que jorrava da indústria do charque. Com um cenário arquitetônico invejável, contudo, faltava um templo para celebrar a leitura, impulso que fizesse jus à fama cultural da cidade. Por esforço do jornalista Antônio Joaquim Dias, que iniciou uma campanha nas páginas do Correio Mercantil, no dia 14 de novembro foi criada a Bibliotheca Pública Pelotense.

Foto: Clarice Castro
Foto: Clarice Castro

Passados 140 anos, a antiga instituição ganha agora um livro, assinado pelo jornalista Klécio Santos. Ao longo de 228 páginas, a obra reúne os principais acontecimentos que marcaram a história da Bibliotheca, desde a primeira reunião organizada em um prédio improvisado cedido por João Simões Lopes, o Visconde da Graça – avô do escritor João Simões Lopes Neto – até os dias atuais com a Bibliotheca restaurada, retomando a tradição de ser um espaço multicultural.

O livro é repleto de curiosidades da gênese da instituição como a escolha do terreno (em frente à Praça Pedro Osório), a disputa entre os projetos arquitetônicos de José Isella e Dominique Pineau para a construção do prédio – cuja obra iniciou em 1878, foi inaugurada em 1881 e concluída 1885 – e até mesmo a cessão do terreno nos fundos para ampliação da escola agrícola e veterinária (hoje Escola Eliseu Maciel).

A obra é uma viagem no tempo através de várias inciativas que marcaram a instituição, como a criação dos cursos noturnos para o proletariado, a primeira sessão de cinema na cidade, a criação do Club Abolicionista e do Club Beethoven, fundado por charqueadores amantes da erudição.

Klécio Santos, que este ano será o patrono da 45 ª edição da Feira do Livro de Pelotas, ainda retrata a visita da Princesa Isabel, a criação de sociedades literárias que traziam nomes como o poeta Lobo da Costa e Bernardo Taveira Junior, autor da letra do hino da Biibliotheca, e dos principais concertos ocorridos no século 19, entre eles o do violonista Johannes Wolff. A obra reproduz imagens do jornal satírico Cabrion, mantido por Eduardo Chapon e Eduardo Guerra, das raridades do Museu e das obras que fazem parte hoje da Pinacoteca da instituição, entre elas A Mulher de Vestido Preto, de Leopoldo Gotuzzo, que expôs seu trabalho pela primeira vez na instituição com apenas 16 anos.

Resultado de dois anos de pesquisa, a obra contém ainda capítulos que abordam os bailes de Carnaval, a reforma que ampliou o prédio para dois andares, concluída em 1915, e o curioso furto do livro Brazil Pitoresco, de Charles Ribeyrolles, mais tarde recuperado e hoje uma dos mais raros do acervo de cerca de 200 mil volumes. Um capítulo com preciosidades é dedicado ao escritor João Simões Lopes Neto, que foi secretário da instituição.

A Bibliotheca hoje é presidida por Lisarb Crespo da Costa, a primeira mulher à frente da instituição. O livro completa uma trilogia escrita por Klécio Santos sobre os principais prédios históricos e culturais da cidade: antes havia lançado Sete de Abril, o Teatro do Imperador e Mercado Central:1846-2014. A pesquisa contou com apoio do livreiro Adão Monquelat e o livro traz fotos exclusivas de Paulo Rossi.

O projeto gráfico é de Valder Valeirão. Sob o selo Fructos do Paiz – criado pelo escritor Aldyr Schlee – o livro tem apoio da Celulose Riograndense, por meio do financiamento da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e da Companytec, através do Pró-Cultura RS, além de apoio da Bibliotheca Pública Pelotense. A produção cultural e executiva é da ATO Produção Cultural, com apoio da Maestra Comunicação e Cultura.

Eventos de lançamento do livro Bibliotheca Pública Pelotense:

Pré-lançamento
19/10 às 19h, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul
Praça da Alfândega, s/nº – Porto Alegre – RS


Lançamento
14/11 às 19h, na Bibliotheca Pública Pelotense
Praça Cel. Pedro Osório, 103 – Pelotas – RS

capa

Fonte: Simone Lersch

Ná Ozzetti e Zé Miguel Wisnik apresentam Ná e Zé na Biblioteca Pública Pelotense

Pela primeira vez em Pelotas, Ná Ozzetti e Zé Miguel Wisnik apresentam o álbum NÁ E ZÉ no formato mínimo, piano e voz.

Foto: Gal Oppido
Foto: Gal Oppido

Além do repertório do CD/LP Ná e Zé, outras canções de Wisnik foram escolhidas para o espetáculo na Biblioteca Pública Pelotense: “Se meu mundo cair”, “Mortal loucura”, “Sem receita”, e outras inéditas.

Ná Ozzetti e José Miguel Wisnik se cruzaram musicalmente pela primeira vez em 1985. Esse encontro, que abriu caminho para tantos outros, é celebrado agora em NÁ e ZÉ – álbum que reúne 14 canções compostas por Zé Miguel entre 1978 e 2014, sendo oito inéditas em disco. Um repertório que, de certa forma, refaz a trajetória de ambos.

O show NÁ e ZÉ já passou por São Paulo, Jundiaí, Lisboa, Teresina, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Ouro Preto, Curitiba, Florianópolis. Chegou a vez do público pelotense conhecer NÁ E ZÉ.

“A primeira vez que ouvi as canções do Zé Miguel Wisnik, em 1985, fiquei impressionada com a quantidade e qualidade do que se apresentava. Canções com muita personalidade, que traziam um diferencial pras referências que eu tinha até então. Ao mesmo tempo soavam redondas, num casamento perfeito entre melodias e letras – e que melodias, e que letras! Privilégio! Passei a incl uí-las em meus shows e acabei gravando quatro delas no meu primeiro disco solo, em 1988”, relembra Ná.

21686887_1587721287965424_7664777181730981023_oO show a ser realizado na Biblioteca Pública Pelotense será no dia 07 de Outubro de 2017 também faz parte da agenda de lançamento do LP duplo Ná e Zé, que contém quase todas as canções do CD, além dos dois bônus do LP, “Sopro de flor”, parceria inédita de Wisnik com Domiguinhos, e “Mais simples”.

Show Ná e Zé em Pelotas
Ná Ozzetti e Zé Miguel Wisnik
Quando? 7 de outubro de 2017 – sábado
Hora? 19h
Onde? Bibliotheca Pública Pelotens
Ingressos? Studio CDS Pelotas (calçadão)
Ingressos On-line? www.sympla.com.br
Evento no facebook? www.fb.com/events/124726281517407
NÁ e ZÉ é um lançamento CIRCUS produções

NÁ e ZÉ foi lançado primeiro em formato digital. Permanece disponível o download gratuito no site www.naeze.com.br. iTunes, assim como outras plataformas de streaming, Spotify, Deezer oferecem o álbum, que também está à venda em CD e LP.
As canções, por Zé Miguel Wisnik
1. “Subir mais” – letra ditada por Paulo Leminski pelo telefone, em 1989. Fiz a música pouco depois e acrescentei a frase “Até chegar aqui”, no final. Está no meu primeiro disco, de 1993. Agora em 2014, para o disco com a Ná, musiquei “Gardênias e hortênsias” (que está no Poesia toda do Leminski), para se juntar com “Subir mais”.
2. “Sim, sei bem” – inédita de 2009, sobre uma “Ode” de Fernando Pessoa / Ricardo Reis.
3. “Alegre cigarra” – parceria com Paulo Neves, de 1979. Ná cantou algumas vezes em shows dos anos 1980, mas nunca foi gravada.
4. “Miragem” – parceria com Marina Wisnik (música minha para letra dela) gravada por ela no seu primeiro disco, em 2011.
5. “Som e fúria” – Paulo Neves me mandou a letra, em 1992. Gravada no meu primeiro CD.
6. “Momento zero” – gravada por Paula Morelenbaum no primeiro CD dela, pelo selo Camerati, em 1993, e cantada pela Ná num show que fizemos no Teatro Crowne Plaza nessa época. Acrescentei a estrofe final recentemente (“instante mudo / no instante mudo / sem razão nem raiz / nada te peço / nem te confesso / somente estou aqui”).
7. “Sinal de batom” – primeira parceria com Alice Ruiz, em 1988. Cantada pela Ná em shows da época, mas nunca gravada.
8. “Noturno do mangue” – feita para a montagem de “Mistérios gozozos”, de Oswald de Andrade, pelo Teatro Oficina, em 1994. Nunca tinha sido gravada.
9. “A olhos nus” – composta em 1978, gravada no meu primeiro CD e no primeiro disco da Ná. É uma espécie de símbolo do encontro “Ná e Zé”.
10. “Orfeu” – música de 1982, letra que foi se fazendo nos anos seguintes, gravada no primeiro disco da Ná.
11. “A noite” – parceria com Paulo Neves, de 1981. Essa nunca foi sequer cantada em algum palco.
12. “Sinais de haicais” – Leminski me deu o haicai-refrão pra musicar. Completei depois com outros haicais dele, adaptados. Passou esse tempo inédita, desde o começo dos anos 90. Zélia Duncan gravou recentemente num Cd de canções de Leminski realizado pela Estrela Leminski e Teo Ruiz.
13. “Tudo vezes dois” – feita para Ná e Suzana Salles, no duplo aniversário delas, num 12 de dezembro de 1986, no dia em que fazíamos juntos um show no Espaço Off. Acrescentei recentemente a letra da estrofe que eu canto. Nunca foi gravada.
14. “Louvar” – sobre poema de Cacaso, que ele me deu num caderninho todo escrito e desenhado a mão. Eu logo musiquei, na altura de 1984, e aí ele me contou que a letra já tinha música, feita por Claudio Nucci, com o nome de “Casa de morar”. Mas disse também que gostava que a minha versão existisse. Ná cantou “Louvar” no meu casamento com Laura Vinci, em 1985. Cacaso estava lá, nesse dia. Nunca apresentamos essa canção em público – só recentemente, comemorando os 30 anos do nosso encontro musical, que começou justamente com ela.

“Ná e Zé – Tudo em seu lugar mais certo” (Sílvio Essinger – O Globo)
“É, talvez, um dos discos mais lindos da musica brasileira em muitas décadas” (Julinho Bittencourt – A Tribuna de Santos)
“Voz límpida, sólido roteiro” (Tárik de Souza – Carta Capital)
“preciosa relação de Ná Ozzetti e Zé Miguel Wisnik” (Lauro Lisboa – O Estado de São Paulo)
“Bodas de pérolas – Ná e Zé” (Carlos Calado – Folha de São Paulo)
“Ouça o álbum com calma, apreciando cada letra, cada arranjo, cada detalhe.” (Lizandra Pronin – Território da Música)
“Ná e Zé ao Vivo – Show à altura da gravação” (Silvio Essinger – O Globo – julho 2015)
O resultado é um universo paralelo, um Éden de música em que não há pecado original. Um retiro encantador para cair a qualquer momento. (Pietro Scaramuzzo)

Trata-se, enfim, de um grande álbum a ser degustado com muito prazer pelos amantes do que há melhor na nossa MPB. Ouça e se deleite! (Rubens Lisboa – Musiqualidade)

Voz carismática e límpida de Ná Ozzetti em 14 composições de Zé Miguel Wisnik fazem do álbum Ná e Zé uma ilha de esperança em meio ao mar de mau gosto que invadiu a música atual (Adalto Alves – O Hoje – Goiânia)

Ná e Zé – Um casamento perfeito, clássico e contemporâneo. (Daniel Achedjian – Tropicália MPB)

Presenciar o encontro dessas duas vozes no palco, foi uma experiência sublime. a costura do repertório, o tratamento dos arranjos, o jogo de dinâmicas e densidades… coragem, verdade e vida, água correndo (Luiz Gariel Lopes, artista e compositor mineiro sobre o show Ná e Zé)
A voz, o piano, a poesia (Renato Félix – Correio da Paraíba)
“O encontro de Ná e Zé foi a melhor coisa que aconteceu nos últimos anos na música popular brasileira e essa amizade resultaria em um dos discos mais aguardados do ano. Porque Ná é Zé e Zé é Ná” (Marcelo Teixeira – Mais Música Brasileira)
“30 anos em quatro letras: NáZé” (Itamar Dantas )
“Ná e Zé: Elogio à canção” (Fábio Marques – Diário do Nordeste)
Um momento de serena beleza, onde tudo se encaixa com perfeição. (Daniel Brazil – Revista da Música Brasileira).

20 pontos culturais para aproveitar Pelotas

Conhecida como a terra do doce, Pelotas é uma cidade que oferece uma intensa variedade de eventos culturais e pontos de cultura, arte e diversidade.

Iniciando uma série de matérias com dicas especiais, convidamos aos leitores do ecult para que tenham um olhar turístico sobre nossa cidade, aproveitando todos os espaços, sabores e experiencias que Pelotas oferece diariamente. Aproveite para curtir nossa página no facebook e fique por dentro de diversos eventos culturais, muitos com entrada franca.

Começamos nosso tour destacando 20 pontos culturais de Pelotas:

19693860_1045918878872820_8098094656016343375_oBibliotheca Pública Pelotense
Endereço: Praça Coronel Pedro Osório, 103
Funcionamento: segunda a sexta, das 9h às 18h
Destaques: Local de apresentações de música, dança, teatro, lançamento de livros, debates culturais, saraus, entre outros, normalmente pós expediente e finais de semana.
Facebook: www.fb.com/BibliothecaPublicaPelotense
Telefone: (53) 3222-3856
Saiba mais: Fundada em 1875, a Bibliotheca Pública Pelotense é uma instituição com trajetória que passa por três séculos diferentes, sempre como uma sociedade civil sem qualquer vínculo com o poder municipal, estadual ou federal. Uma instituição que tem sido, ao longo de seus 141 anos, o principal centro de referência cultural da região sudeste do RS. Uma Casa que acumula um acervo de cerca de 200 mil livros e 60 mil jornais e periódicos – fontes fundamentais para reconstituição da memória histórica do Brasil meridional. Uma Casa que prestou e presta, de forma universal e gratuita, serviços que atendem especialmente aos que por eles não poderiam pagar.

lasvulvasCasa Cultural Las Vulvas
Endereço: Rua Padre Anchieta, 949
Funcionamento: Consultar a página no facebook para saber mais sobre atividades e horários de funcionamento.
Destaques: Local de apresentações de música, dança, teatro, lançamento de livros, debates culturais, saraus, oficinas, entre outros.
Facebook: www.fb.com/LasVulvas
Telefone: (53) 3025-2654
Saiba mais: Uma iniciativa independente, sem fins lucrativos, gerida por um casal de mulheres. Com o objetivo de servir como um espaço para a circulação e desenvolvimento da arte independente, como lugar cultural especial para o protagonismo de mulheres, assim como ponte para a realização de atividades itinerantes para o público infantojuvenil.
Para fins de sustentabilidade da Casa Cultural Las Vulvas e de suas ações, a casa também é utilizada como espaço coworking e hospedagem.

piqueniquePiquenique Cultural
Endereço: Praças e Parques da cidade de forma itinerante.
Funcionamento: Consultar a página no facebook para saber mais sobre atividades, dias e horários de funcionamento.
Destaques:
Movimento multiartístico que acontece em praças e parques de Pelotas desde 2010.
Facebook: www.fb.com/PiqueniqueCultural
Telefone: (53) 998127-6360
Saiba mais: Além dos artistas convidados a compor a programação do Piquenique Cultural, já é tradicional a participação de artistas independentes, artesãos, culinaristas, estudantes, agentes culturais e sociais interessados em potencializar seu espaço de atuação através da divulgação, comercialização e/ou distribuição de sua produção.

sofaSofá na Rua
Endereço: Porto de Pelotas
Funcionamento: Consultar a página no facebook para saber mais sobre atividades, dias e horários de funcionamento.
Destaques: Ocupação em parceria com diversos coletivos e pessoas que se apropriam da região do Porto de Pelotas com música, teatro, cinema, economia colaborativa, debates, oficinas e qualquer intervenção cultural ou artística espontânea.
Facebook: www.fb.com/sofanarua
Telefone: (53) 98160-1910
Saiba mais: O Sofá na Rua é uma ocupação realizada pela Casa Fora do Eixo Pelotas em parceria com diversos coletivos e pessoas. As atrações que se apresentam no palco do Sofá são selecionadas por meio de curadoria realizada pelo coletivo Fora do Eixo.

ânimaÂnima
Endereço: Rua Gonçalves Chaves, 2862
Funcionamento: Consultar a página no facebook para saber mais sobre atividades e horários de funcionamento.
Destaques: Certificada como Ponto de Cultura pela Rede Cultura Viva/Minc, a sua sede é um espaço coworking, inspirado na convivência plural e na interculturalidade, que se baseia no compartilhamento de espaço e recursos, na formação de uma rede de contatos, dando lugar às diferentes manifestações culturais.
Facebook: www.fb.com/anima.arteculturaeducacao
Telefone: (53) 3307-3888
Saiba mais: Um ambiente colaborativo, propício à democratização da arte, da cultura e da educação, oportunizando o diálogo e a convergência entre identidade, produção cultural. Instituição transdisciplinar especializada em gestão cultural e educativa, produção e execução de projetos culturais, educativos e artísticos de diferentes portes e áreas, com foco em elaboração, produção, gestão, assessoria e consultoria e nas principais Leis de Incentivo e Editais de fomento.

mercadoMercado Central
Endereço: Praça Sete de Julho, 179
Funcionamento: segunda a sexta, das 8h às 19h, sábados e domingos, das 9h às 18h
Destaques: Local de atividades comerciais, relevante ponto turístico e gastronômico, intensa vida cultural, com rodas de samba e de chorinho – além de diversas apresentações musicais, teatro, dança, entre outros espetáculos.
Facebook: www.fb.com/mercadocentralpelotas
Telefone: (53) 3225-3733
Saiba mais: Construído entre os anos de 1848 e 1849, o Mercado Público de Pelotas passou por inúmeras transformações ao longo de sua história. Reformado no início de 2013, o Mercado recomeçou suas atividades comercias, recebendo novos empreendedores, reconquistando seu posto de relevante ponto turístico e importante local para bons negócios e aquisição de produtos de qualidade.
Atualmente, o espaço conta com uma intensa vida cultural, com rodas de samba e de chorinho – além de apresentações musicais diversas. Teatro e circo também marcam presença no Mercado Público, bem como campeonatos de xadrez, exposições de arte e fotográficas. A programação especial aos sábados conta ainda com o Mercado das Pulgas na área externa e inúmeras atividades em seu entorno.

mpulgasMercado das Pulgas
Endereço: Largo do Mercado Central de Pelotas
Funcionamento: sábados, das 10h às 17h (Não será realizado em dias chuvosos e num período de verão poderá ser transferido de local)
Destaques: Local de comercialização de bens antigos, usados e outras mercadorias. Eventuais apresentações de música, dança, e teatro.
Facebook: www.fb.com/mpulgaspelotas
Telefone: (53) 3225-8355
Saiba mais: Inaugurado no dia 31 de maio de 2014 e já consagrado como um dos principais pontos de encontro de Pelotas aos fins de semana. O mercado das pulgas (português brasileiro) ou feira da ladra (português europeu) é um local onde diversos vendedores se reúnem para comercializar bens antigos, usados e outras mercadorias, inclusive de fabricação artesanal.

cineufpelCine UFPel
Endereço: Rua Lobo da Costa, 447
Funcionamento: Programação em https://goo.gl/bfgHfy
Destaques: Sala de Cinema Digital da UFPel focada em sessões gratuitas de cinema prioritariamente latino-americano.
Facebook: www.fb.com/cineufpel
Telefone: (53) 3921-6291
Saiba mais: Com programação variada e entrada franca, o Cine UFPel realiza sessões regulares quintas e sextas, às 19hs, além de cineclubes, palestras, seminários e correalização de mostras e eventos ligados à atividade cinematográfica, em parceria com outras instituições públicas ou privadas.

katangasKatangas Nova Geração – Espaço Cultural
Endereço: Rua Coronel Alberto Rosa, 01
Funcionamento: Consultar a página no facebook para saber mais sobre atividades e horários de funcionamento.
Destaques: Local de apresentações de música, dança, teatro, debates culturais, oficinas, entre outros.
Facebook: www.facebook.com/Katangas-Nova-Geracao
Telefone: (53) 98439-5492
Saiba mais: Localizado à margem do canal São Gonçalo, com mais de 25 anos de história nas imediações do “Quadrado”, espaço democrático de arte, lazer e integração com a natureza. O Katangas foi idealizado por Jorge Luis Chagas Oliveira, conhecido como “Hélio” – falecido em outubro de 2016.

acasadotamborA Casa do Tambor
Endereço: Rua São Leopoldo, 243 – Laranjal
Funcionamento: Consultar a página no facebook para saber mais sobre atividades, dias e horários de funcionamento.
Destaques: Espaço de Arte na Praia do Laranjal. oficinas, shows e criações com a comunidade do bairro e amigos.
Facebook: www.fb.com/acasadotambor
Telefone: (53) 3307-2102
Saiba mais: Espaço para vivenciar arte, valorizar o tambor e perpetuar a história do Laranjal. A Casa está aberta a outras formas de manifestações artísticas, desde que sejam autorais, e a ideia é envolver, cada vez mais, a comunidade da praia – objetivo que está se constituindo, aos poucos. Além de receber os maradores de Pelotas e turistas em geral.

ficahaiCentro de Cultura Afro Brasileira Clube Cultural Fica Ahí Pra Ir Dizendo – Biblioteca Negra
Endereço: Rua Mal. Deodoro, 368
Funcionamento:
Destaques: Atualmente, no espaço físico do clube são desenvolvidas atividades culturais relacionadas à temática negra.
Facebook: fb.com/ClubeCulturalFicaAhiPraIrDizendo
Telefone: (53) 3305-7874
Saiba mais: O Clube Cultural Fica Ahi Pra Ir Dizendo foi tombado no âmbito estadual por representar um espaço de memória da cultura afro-brasileira no Rio Grande do Sul. Fundado em 27 de janeiro de 1921 por um grupo de negros que resolveram criar um cordão carnavalesco. Após o sucesso do bloco no carnaval de Pelotas, o grupo decidiu continuar o empreendimento fundando dessa forma o Clube, que com o passar dos anos torna-se uma sociedade de negros que se reuniam a fim de confraternizar através de bailes, quermesses, jogos, festivais, etc. Em 1954 foi inaugurada a sede própria do Clube.

ágapeÁgape Espaço de Arte
Endereço: Rua Anchieta, 4480
Funcionamento: segunda a sexta, das 9h às 19h
Destaques: Ágape, Espaço de Arte: desde 2010 acolhendo as expressões artísticas da cidade de Pelotas.
Facebook: www.fb.com/agapeespacodearte
Telefone: (53) 3028-4480
Saiba mais: O Espaço Ágape é composto pela Galeria de arte JM. Moraes, espaço gourmet, cantinho da moda e lojinha de materiais de arte. Além disso, proporcionamos aulas de arte, arteterapia assim como uma variedade de oficinas.

belloraEspaço de Arte Daniel Bellora
Endereço: Rua Três de Maio, 1005
Funcionamento: segunda a sexta, das 10h às 19h
Destaques: A diversidade de ideias se reflete nesse Espaço Multifuncional que reúne Galeria de Arte, Café, Espaço para Eventos, Espaço Gastronômico e Coworking.
Facebook: www.fb.com/EspaçodeArteDanielBellora
Telefone: (53) 3303-0675
Saiba mais: Localizado em um casarão centenário em pleno centro histórico de Pelotas, o Espaço de Arte Daniel Bellora foi criado com o objetivo de oferecer à cidade de Pelotas-RS um local que venha abrigar manifestações artísticas, eventos literários e culturais, bem como as mais diversas expressões de arte, para, desta forma, contribuir com o enriquecimento sócio-cultural da comunidade. Arte, design, gastronomia, comportamento e cultura jovem em um só lugar.

ArquipélogoArquipélago Casa/Atelier/Espaço de Arte
Endereço: Rua 3 de Maio, 765
Funcionamento: segunda a sexta, das 10h às 19h
Destaques: Espaço dedicado às Artes.
Facebook: www.fb.com/arquipelagoatelier
Telefone: (51) 98220-3707
Saiba mais: Arquipélago casa atelier é formado por:
Cláu Paranhos, Francis Silva, Mario Schuster, Rejane Brayer. Espaço dedicado exposições, mostras, rodas de conversas, entre outras atividades ligadas às Artes.

TheatroGuaranyTheatro Guarany
Endereço: Rua Lobo da Costa, 849
Funcionamento: Consultar a página no facebook para saber mais sobre sua agenda e horários de funcionamento.
Destaques: Fundado em 30 de abril de 1921, o Theatro Guarany se mantém até hoje como um templo à arte e cultura. Conserva seus 5000 m² com locações para eventos como shows, formaturas e palestras. Está aberto diariamente para Visitas Guiadas.
Facebook: www.fb.com/theatroguarany
Telefone: (53) 3225-7636
Saiba mais: Fundado em 1921 o Theatro Guarany foi construído em 16 meses, com 150 trabalhadores revezando-se em três turnos, fruto da opulência artística vivida em Pelotas, desde antes de eclodir a Revolução Faroupilha, que fez com que seus moradores investissem cada vez mais na cultura.

casa2Casa 2 – Centro Cultural Adail Bento Costa – Secult
Endereço: Praça Coronel Pedro Osório, 02
Funcionamento: segunda a sexta, das 14h às 18h
Destaques: Salas de exposições Antônio Caringi e Inah Costa D’Ávila, sede da Secult – Secretaria Municipal de Cultura e palco de eventos artísticos, palestras, oficinas, apresentações de música, dança, teatro, entre outros eventos.
Facebook: www.fb.com/SecultPel
Telefone: (53) 3225-8355
Saiba mais: O prédio denominado “Casa 2” foi erguido a pedido do charqueador Vianna, no início do século XIX. Essa construção em estilo colonial, de telhado com beiral e anterior à 1830 sofreu uma substancial modificação por volta de 1880. O arquiteto José Izella foi quem realizou o projeto e com a intenção de identificá-la com os casarões vizinhos, construiu mais um pavimento coroando-o com uma platibanda vazada. Restam do estilo colonial algumas características, como a ausência de recuos, a falta de porão e a simplicidade de algumas aberturas no térreo.

casa6Casa 6 – Futuro Museu da Cidade
Endereço: Praça Coronel Pedro Osório, 06
Funcionamento: segunda a sexta, das 14h às 18h
Destaques: Sede do futuro Museu da Cidade, que será implantado para disponibilizar uma estrutura onde seja possível pensar, repensar e refletir sobre o passado e o presente, com projeções para o futuro. Atualmente o prédio recebe exposições e intervenções artísticas diversas.
Facebook: Notícias sobre ações na Casa 6 via www.fb.com/SecultPel
Telefone: (53) 3225-8355
Saiba mais: Construído em 1879 pelo engenheiro italiano José Izella Merotti e seu primeiro morador foi o Barão de São Luis, Sr. Leopoldo Antunes Maciel (pai do Barão dos Três Cerros). O prédio foi herdado por uma de suas descendentes, Sra. Otília Maciel, casada com o Sr. José Júlio Albuquerque de Barros que foi prefeito de Pelotas no período 1938-1945. O material usado na edificação foi todo importado da França, como exemplo podemos citar os belos exemplares dos azulejos da cozinha.

casa8Casa 8 – Museu do Doce
Endereço: Praça Coronel Pedro Osório, 08
Funcionamento: terça a domingo, das 14h às 18h
Destaques: Sede do Museu do Doce e palco de eventos artísticos, palestras, oficinas, apresentações de música, dança, teatro, entre outros eventos.
Facebook: www.fb.com/museudodoce
Telefone: (53) 3921-6291
Saiba mais: Criado em 30 de dezembro de 2011, configura-se como órgão suplementar do Instituto de Ciências Humanas da UFPel e tem como missão salvaguardar os suportes de memória da tradição doceira de Pelotas e da região e como compromisso, produzir conhecimento sobre esse patrimônio. A casa histórica que sedia o Museu do Doce foi construída em 1878 a mando de Francisco Antunes Maciel, político pelotense que foi Conselheiro do Imperador. Em 1950, a família mudou-se para o Rio de Janeiro e alugou a casa para uso do Comando da atual 8 Brigada de Infantária Motorizada do Exército Brasileiro”. Em 1977, a casa foi tombada em nível federal pelo Iphan e comprada pela UFPel em 2006. Em 2010, a UFPel deu início ao processo de restauração e adequação das instalações para uso do Museu. Em 2013, o restauro foi concluído e o Museu do Doce instalou-se na casa.

malgMALG – Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo
Endereço: Rua General Osório, 725
Funcionamento: terça a domingo, das 10h às 19h
Destaques: Encontra-se em exposição permanente objetos e obras do artista pelotense Leopoldo Gotuzzo, além de exposições temporárias de artistas convidados, obras pertencentes às coleções do Museu e exposições em parceria com outras instituições..
Facebook: www.fb.com/museuleopoldogotuzzo
Telefone: (53) 3225-9144
Saiba mais: Inaugurado em 1986, o Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo é ligado ao Centro de Artes da Universidade Federal de Pelotas. Sua missão está associada à conservação e divulgação da produção do pintor gaúcho e pelotense Leopoldo Gotuzzo e à produção e comunicação de conhecimento em artes visuais. O acervo possui mais de 3.000 obras divididas em sete coleções: Coleção Leopoldo Gotuzzo, Coleção Ex-alunos da EBA, Coleção Dr. João Gomes de Mello, Coleção Faustino Trápaga, Coleção Luiz Carlos Lessa Vinholes, Coleção Século XX e Coleção Século XXI. Encontra-se em exposição permanente objetos e obras do artista, além de exposições temporárias de artistas convidados, obras pertencentes às coleções do Museu e exposições em parceria com outras instituições.

baronesaMuseu da Baronesa / Parque da Baronesa
Endereço: Av. Domingos de Almeida, 1490
Funcionamento: terça a sexta, das 13h30min às 18h, sábados e domingos, das 14h às 18h
Destaques: Sede do Museu da Baronesa e palco de eventos artísticos, palestras, oficinas, apresentações de música, dança, teatro, entre outros eventos.
Facebook: www.fb.com/museuparquedabaronesa
Telefone: (53) 3228-4606
Saiba mais: Doado pela família Antunes Maciel à Pelotas em 1978, através de um convênio firmado com a prefeitura, o prédio datado de 1863, passou por quatro anos de reformas, que foram orientadas pelo artista plástico e restaurador pelotense Adail Bento Costa. O museu foi então inaugurado em 25 de abril de 1982, possuindo em seu acervo peças das coleções da família Antunes Maciel,de Adail Bento Costa, doações diversas da comunidade e uma coleção da Sra. Antonia Sampaio. Estas peças representam um pouco dos costumes, da maneira de viver, das famílias abastadas do século XIX. Tombado pelo patrimônio histórico do município em 04 de julho de 1985.
No parque, que hoje possui área de 7 hectares há um sobrado no estilo bangalô americano construído em 1935, chamado de Vila Stella (a casa azul); uma torre de banho onde as mulheres da família se refrescavam durante o verão; uma gruta com pedras de quartzo incrustadas, um pequeno castelo; Um Jardim em estilo inglês e um jardim francês; um chafariz e extensa área verde.

Bônus:

gruppelliPelotas Colonial
Endereço: www.pelotascolonial.com.br
Destaques: Pelotas Colonial é uma Rota de Turismo Rural que reúne empreendedores dos setores de hospedagem, alimentação, cultura, lazer, arte e educação ambiental.
Facebook: www.fb.com/pelotas-colonial
Saiba mais: Reduto da colonização italiana, francesa, africana e pomerana, a região oferece diversas opções de entretenimento: museus, belas trilhas ecológicas, revigorantes banhos de cachoeira, a rusticidade das construções antigas, além da deliciosa culinária típica da região e de uma paisagem encantadora. Tudo isto com uma hospitalidade acolhedora que faz com que você sinta como se estivesse em casa.

Jornalista e publicitário Charlie Rayné faz lançamento do segundo livro em Pelotas

No sábado, 16 de setembro, na Bibliotheca Pública Pelotense, às 18h30min, o jornalista Charlie Rayné, lançará sua segunda publicação: o conto: “A mulher Borboleta e outros textos de casulo”.

O evento com entrada franca, terá caráter filantrópico e destinará 50% da renda da venda dos livros para os trabalhos assistenciais do Lar Irmão Fabiano de Cristo. Como destaca, Rayné, o lançamento também contará com a participação da professora e atriz Karen Schiller e dos alunos da Escola Luís Augusto Assunção que farão a apresentação de uma esquete teatral versada na obra. Os livros serão comercializados no local ao preço de R$ 30,00.

IMG-20170705-WA0028A mulher Borboleta e outros textos de casulo
Izabel, uma borboleta de uma asa só, que abre as portas de sua vida para expor ao leitor suas desventuras no amor, mais precisamente suas fracassadas tentativas de casar. Vai a todos os casamentos da cidade, pega o buquê em todas, mas parece ser marcada pela solidão. Dentro do seu casulo, o casarão centenário da filha, conta em pormenores as histórias de submissão, preconceitos e impedimentos que passa. Em meio a fantasmas do passado, vestidos e buquês, a personagem se prepara para o grand finale de sua vida, a outra asa e o casamento.

Foto Divulgação
Foto Divulgação

Sobre o Autor
Charlie Rayné, natural de Pelotas, é formado em Jornalismo e Publicidade pela Universidade Católica de Pelotas. Desde cedo despertou para o teatro e as artes literárias. Aos 22 anos já era ator profissional escrevia poemas e textos teatrais, publicados em jornais de Pelotas e do Rio de Janeiro.

Suas peças teatrais “A Trama”, “Izabel seus buquês e seus vestidos” e ”Tango de la Reina”foram premiadas no concurso de novos dramaturgos, no Rio de Janeiro. Cabe destacar que “Izabel” recebeu prêmio de melhor texto no Concurso de Dramaturgia Luso Portuguesa, promovido pela Escola da Noite, em Coimbra, Portugal.

A mulher Borboleta e outros textos de casulo
Lançamento do segundo livro de Charlie Rayné
Quando? 16 de setembro de 2017 – sábado
Hora? 18h30min
Onde? Bibliotheca Pública Pelotens
Entrada Franca
Saiba mais em www.facebook.com/charlierayneusina

Noite Popular chega em sua 5ª edição em Pelotas

Nesta quarta-feira, 16 de agosto de 2017, acontece a 5ª Edição do evento Noite Popular, às 19h30min, na Bibliotheca Pública Pelotense. A entrada é franca.

Com apresentação de alunos do curso de Bacharelado em Música Popular e participação de alunos convidados dos demais cursos de Música Bacharelado da UFPEL, o evento é promovido peça ASSAMCON (Associação Amigos do Conservatório).

A primeira edição do evento foi organizada no Conservatório de Música em 2011 pela, na época ainda aluna, Daniela Moreira. O evento fez parte de uma semana inteira de recitais alusivos aos 50 anos dos cursos superiores de canto e piano. Após ingressar na universidade como professora substituta de canto lírico e popular, em 2016, a professora Daniela reativou o projeto. Hoje, vinculado ao Núcleo de Música Popular da UFPEL, o NOITE POPULAR se trata de um projeto de extensão, que visa oferecer uma opção de apreciação artística musical e de integração cultural, compartilhando com a comunidade o trabalho de Música Popular realizado dentro dos cursos do Bacharelado em Música da UFPEL, e dando espaço aos alunos para mostrarem suas variadas vertentes musicais.

Nesta 5ª edição, serão mais de 40 alunos envolvidos apresentado repertório variado de música Popular, indo, por exemplo, de “5 a seco”, “Secos e Molhados”, a “Britney Spears”, “Yes”, até “Queen”.

Desde a primeira edição o projeto trouxe também composições autorais, nesta edição não será diferente, havendo apresentação de 3 composições autorais de alunos dos cursos de Música Popular e Composição Musical.

Noite Popular – 5ª edição
Quando? 16 de agosto de 2017 – quarta-feira
Hora? 19h30min
Onde? Bibliotheca Pública Pelotense – Praça Cel Pedro Osório, 103
Quanto? Entrada Franca
Coordenação: Professores Daniela Moreira e Menan Duwe
Realização: Núcleo de Música Popular (NuMP)
Apoio: ASSAMCON; Conservatório de Música da UFPEL; Bibliotheca Pública Pelotensecartaz popular 5 edição_AJUSTADO

Exposição “Abaixo” no Museu da Bibliotheca Pública Pelotense

Exposição “Abaixo” inaugurou no último dia 7 de agosto de 2017, no Espaço de Arte Mello da Costa do Museu da Bibliotheca Pública Pelotense.

Imagem: Divulgação
Imagem: Divulgação

“Abaixo” reúne uma série de artistas ao redor de uma questão: como a obra se relaciona com o espaço em que é exposta? A ideia do curador Ricardo Ayres surgiu a partir das características diferenciadas do espaço, como os pilares, a altura rebaixada e a existência de coleções históricas do museu expostas junto à galeria de arte. Seus trabalhos estarão acompanhados de obras de Adriani Araujo, Claudia Paim, Cláudio Maciel, Fercho Márquez e Flávia Leite.

Ricardo Ayres
Artista, professor e pesquisador. É Doutorando e Mestre em Artes Visuais pela UFRGS e bacharel em Artes Visuais pela FURG. Professor da EMBAP/UNESPAR. Vive e trabalha entre Pelotas, Porto Alegre e Curitiba.

Exposição “Abaixo”
Onde? Museu da Bibliotheca Pública Pelotense
Duração? Até o dia 15 de setembro
Visitação? O museu está aberto ao público nas segundas, terças e sextas das 13h às 18h e quartas e quintas das 9h Às 13h