Série internacionalmente premiada em destaque em Porto Alegre

A Bandeira do Elefante e da Arara, série internacionalmente premiada de Christopher Kastensmidt estará em destaque nas artes visuais da Quarta Cultural.

 A mostra abre dia 07 de fevereiro, mês que traz também um bate-papo sobre literatura com Frank Jorge, dia 28.

Minhocão - Marília Feldhues
Minhocão – Marília Feldhues

A Bandeira do Elefante e da Arara é uma série internacionalmente premiada criada pelo autor Christopher Kastensmidt, que brinda a Quarta Cultural com uma exposição muito diferente: Esta mostra traz obras de sete artistas brasileiros que contribuíram ao desenvolvimento deste mundo multimídia. “Ao longo dos últimos oito anos  tive a honra de trabalhar com uma série de artistas extraordinários, alguns dos principais talentos nacionais na área de arte digital. Os primeiros retratos desde mundo ficcional assumiram a forma de ilustrações para contos, capas de livros e artes conceituais, criadas entre 2009 a 2013. Os artistas que participaram desta fase incluíram Paulo Ítalo, Jay Beard, Carolina Mylius, Leonardo Amora e Federido Piatti. O trabalho deles estabeleceu uma identidade visual inicial para o projeto”, conta o autor da série.

Mula sem cabeça - Gabriel Rubio
Mula sem cabeça – Gabriel Rubio

Os livros de Kastensmidt chegaram nas salas de aulas de dezenas de escolas e contam as aventuras do holandês Gerard van Oost e do iorubano Oludara numa versão fantástica do Brasil Colônia. As histórias alcançaram um público internacional enorme, com versões em sete idiomas: inglês, chinês, espanhol, tcheco, romeno, holandês e português. Chegaram a concorrer prémios literários de porte, como o Nebula (EUA) Realms of Fantasy (EUA), AGES (Brasil) e Argos (Brasil).

O estudioso - Gabriel Rubio
O estudioso – Gabriel Rubio

“Em 2015, Ursula “SulaMoon” Dourada, responsável pela colorização dos quadrinhos, criou uma série de 53 pinturas para ilustrar um jogo de tabuleiro e também guiou a entrada de um novo grupo de artistas no projeto. Com a participação de Cássio, Marcela Medeiros, Ernanda Souza, Rodrigo Camilo, Gabriel Rubio e Guilherme da Cas, o projeto produziu cinquenta novas obras de arte e uma atenção inédita para a série, gerando milhões de visualizações nas redes sociais.  Todos estes trabalhos ajudaram no crescimento do mundo de A Bandeira do Elefante e da Arara, e esta exposição é uma homenagem a este grande time”, complementa Christopher Kastensmidt.

A Quarta Cultural é uma iniciativa do Sicredi em parceria com o Ministério da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Todos os eventos do projeto são gratuitos e abertos ao público. As mostras podem ser visitadas em horário comercial, de segundas a sextas-feiras na Av. Assis Brasil, 3940 – térreo.

Quarta Cultural Sicredi – A Bandeira do Elefante e da Arara
Abertura dia 07 de fevereiro de 2018, às 13h
Visitação até 07 de março, de segundas a sextas, das 9h às 18h
Biblioteca do Sicredi – Av. Assis Brasil, 3940 – térreo. Porto Alegre
Entrada franca

Agnen - Marília Feldhues
Agnen – Marília Feldhues

Produção: Liga Produção Cultural
Realização: Lei de Incentivo à Cultura – Ministério da Cultura
Apoio: Câmara Rio-Grandense do Livro

Fonte: Bebê Baumgarten Comunicação

Artista gaúcha é uma das convidadas como ilustradora da Amazon para a Bienal do Livro

Melissa Westphal, natural de São Lourenço do Sul, está entre oito artistas nacionais convidados pela Amazon para ilustrar materiais para a Bienal do Livro do Rio de Janeiro em 2017.

O convite surgiu através de um contato da Amazon por mensagem na conta do Instagram do estúdio da artista, o manifestocuticuti, que já conta com mais de 25 mil seguidores.

BoxyNão foi um simples convite de participação, foi uma proposta de trabalho, um importante reconhecimento a toda produção que Melissa vem realizando. E a artista viajou até São Paulo para ilustrar com seus traços o “Boxy”, um dos personagem da Amazon em tamanho real (1,80cm por 1,20cm) em evento especial realizado no último dia 15 de agosto.

Ao total serão oito artistas para essa ação. Seis ilustradores foram até São Paulo ilustrar seu “Boxy” em um evento aberto ao público. Outros dois Boxys serão ilustrados diretamente no Rio de Janeiro (um deles vai ser durante a própria Bienal).

Melissa atualmente mora em São Lourenço do Sul, mas já está acostumada em viajar até Porto Alegre e para fora do RS a trabalho, principalmente para atender clientes do Rio de Janeiro e São Paulo. A artista revela que a ilustração do “Boxy” não será sua única participação nesta Bienal, mas que não pode revelar as surpresas guardadas pela Amazon.

Melissa Westphal
A jovem artista tem 26 anos, formada em Comunicação Visual pelo Instituto Federal Sul-rio-grandense e Design Gráfico pela Universidade Federal de Pelotas/RS. Trabalha como designer e ilustradora freelancer e se considera acima de tudo uma artista que sente a necessidade de trazer um pouco mais de cor e fofura pra esse mundo caótico em que vivemos.

Boxy ainda não finalizado, tem que ir pra bienal ver ele prontinho! Foto: Melissa Westphal
Boxy ainda não finalizado, tem que ir pra bienal ver ele prontinho! Foto: Melissa Westphal

Manifesto Cuticuti
O Manifesto Cuticuti surgiu em 2011, através de um trabalho de arte urbana – enquanto Melissa cursava a faculdade de Artes Visuais na Universidade Federal de Pelotas – RS. A ideia era colar cartazes lambe-lambe com mensagens/ilustrações positivas pelas ruas e cidades que a artista percorria.

No decorrer dos anos a artista, o Manifesto e seu traço evoluíram e em 2015 Melissa resolveu assumir toda sua produção artística e nomear ela como Manifesto Cuticuti. Com intenção de desenvolver um projeto/discurso/manifesto que defende princípios que ela mesma julga íntegros e essenciais na sociedade em que vivemos.

Já em 2016, o projeto que surgiu de maneira espontânea e despretensiosa, se tornou a profissão e atualmente o Manifesto Cuticuti é um Estúdio Autoral de Ilustração e Design que tem como objetivo – através da ilustração – tornar o mundo um lugar mais cuticuti.

“O projeto surge para levar um pouco mais de cuti-cutice e felicidade para o cotidiano das pessoas, seja no lambe-lambe que elas encontram na rua, no produto ilustrado que elas adquirem ou em alguma publicação nas redes sociais.” define a ilustradora.

Acesse:
www.instagram.com/manifestocuticuti
www.instagram.com/melissa_westphal

Amaro Abreu entre os melhores ilustradores latinoamericanos de 2016

El sonido gris, do artista plástico porto-alegrense Amaro Abreu, foi selecionada entre as melhores ilustrações da América Latina produzidas em 2016.

El sonido gris_Amaro AbreuO trabalho figura no livro “Colores latinos”, publicado pela Facultad de Diseño y Comunicación de Palermo (Buenos Aires, Argentina), que reúne obras selecionadas no XI Encuentro Latinoamericano de Diseño, realizado em julho do ano passado.

Amaro também colocou o Brasil entre os melhores do mundo na arte urbana em 2016, segundo o Support Street Art. O grafite feito pelo gaúcho, em parceria com o mexicano Duek Glez, está na rua João Manoel, no centro de Porto Alegre. Na classificação internacional, aparece ao lado de obras executadas na Inglaterra, Espanha, Portugal, França, Bélgica, Polônia, Índia, Estados Unidos, Colômbia, México, Chile, Argentina.

Aquarelista e grafiteiro, Amaro, 28 anos, é graduado em Artes Visuais e trabalha com arte urbana desde 2006. É autor do livro Habitat (Editora Libretos), lançado na última Feira do Livro de Porto Alegre. Suas criações são peculiares, pois criou um mundo paralelo habitado por seres de todas as cores, plantas orgânicas e monstros amigáveis, capazes de conviver em harmonia. Já realizou cinco mostras individuais e foi um dos selecionados para o Meeting Of Styles, evento internacional que aconteceu em Porto Alegre, em 2014, quando foi grafitado o Túnel da Conceição.

O artista tem trabalhos no muro de Berlin, na cidade francesa de Nanterre – palco das célebres manifestações estudantis de maio de 68 – na Argentina, no Uruguai, no Paraguai e no México. No Brasil, já pintou em Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro. Suas criações estão também em várias cidades gaúchas. As obras de Amaro são expostas e comercializadas no Sarau Amigos da Alice, que acontece mensalmente no Bar do Marinho (Sarmento Leite 964, bairro Cidade Baixa) e também no Bazar dos Arteiros, comunidade artística itinerante da qual faz parte.

Fonte: Gira Produção e Conteúdo