Neura – Juliano Guerra lançará seu terceiro disco na BPP em Pelotas

Já estão à venda os ingressos para o show de lançamento de “Neura”, terceiro disco de Juliano Guerra. O show acontece na Bibliotheca Pública Pelotense, quinta-feira (28/06), às 20h30min.
Foto: Felipe Yurgel
Foto: Felipe Yurgel

Os ingressos incluem o CD, com diferentes opções de produtos e preços e podem ser adquiridos online pelo link bit.ly/neurapelotas. Juliano se apresenta acompanhado dos músicos Dani Ortiz, Davi Batuka, Miro Machado e Rael Valinhas, e conta ainda com as participações especiais de Alex Vaz, Bruno Chaves, Eric Peixoto e Paola Kirst.

Variando bruscamente entre acústico e elétrico, irônico e sentimental, o bipolar “Neura” apresenta ao longo de 12 canções um mosaico de um colapso mental. Com colaborações de músicos e participações especiais das mais variadas vertentes, o álbum viaja por referências que vão do rock alternativo dos anos 1990 à vanguarda paulista e ao tropicalismo.  O disco sai pelo selo Escápula Records, com lançamento dia 22/06.
Arte: maumau
Arte: maumau

 

A Vapor Estúdio – Músicas, Discos e Shows

Juliano Guerra abre a programação de shows A Vapor, estúdio pelotense ganhador de troféu no Latin Grammys inicia 2018 recebendo shows intimistas em seu espaço.

Foto: Arquivo / A Vapor Estúdio
Foto: Arquivo / A Vapor Estúdio

Dando o pontapé inicial nessa programação o primeiro show acontecerá no dia 31 de janeiro, quarta-feira, com o show Tarja Preta do músico e compositor Juliano Guerra, acompanhado por Rael Valinhas, Dani Orttiz e Miro Machado, Guerra apresenta as canções que farão parte de seu terceiro álbum, “Neura”, que será lançado ainda neste primeiro semestre de 2018, pelo selo Escápula Records.

Show Juliano Guerra – Tarja Preta
Quando? 31 de janeiro – quarta-feira
Hora? 18h
Onde? A Vapor Estúdio (Avenida Juscelino Kubitschek, 1368)
Quanto? R$ 20 (na hora, em dinheiro e cartões de débito e crédito)
Evento no Facebook

Imagem: Divulgação / A Vapor Estúdio
Imagem: Divulgação / A Vapor Estúdio

Leia também: Seis considerações sobre a premiação de Ian Ramil no Grammy Latino 2016

Juliano Guerra no Terça com Música em Pelotas

O compositor Juliano Guerra apresenta repertório autoral de seus dois álbuns solo, Sexta-Feira (2015) e Lama (2012), além de algumas releituras da MPB, neste dia 25 de outubro, no Projeto Terça com Música, realizado todas as terças-feiras, na Banca 42, do Mercado Público, a partir das 18h30.

Foto: Felipe Campal
Foto: Felipe Campal

Guerra
Juliano Guerra (Canguçu, 1983) é compositor, intérprete e músico. Desde o final da década de 1990, participou de projetos como a banda de rock Revel e o quinteto de choro e samba Noesis, até começar carreira solo.

Lama (2012)
Seu primeiro álbum solo mescla ritmos tradicionais brasileiros como bolero, samba e bossa nova com referências e instrumentos musicais menos usuais. O disco, lançado em shows nas regiões sul e nordeste, obteve excelente repercussão na imprensa local e nacional. Dois singles do álbum – as canções Inclemente e Transeunte – foram lançados em videoclipes.

Sexta-Feira (2015)
Conjuga bem canções de tom sarcástico, mais carregadas instrumentalmente (Sexta-Feira, Logo Vem), com algumas singelas e algo parnasianas canções de amor (Um Hino, Biografia). O disco ainda tem espaço para o bom diálogo estabelecido com o samba, marca já do primeiro trabalho autoral de Guerra.

Projeto Terça Com Música
Shows musicais todas as terças, às 18h30, na Banca 42 do Mercado Público (Pelotas/RS).
Acesso livre e gratuito.

Realização: Banca 42 e A Vapor Estúdio
Financiamento: Procultura (Pelotas/RS)
Apoios: Seriarte, MC55

Entrevista com Juliano Guerra sobre o show “Sucessos Populares Volume 1”

Podes falar um pouco sobre esse show que tu vais apresentar na festa de aniversário do e-cult?

A primeira coisa a dizer é que eu estou muito feliz de ter sido chamado pra apresentar o show no aniversário do e-cult, eu tenho uma história longa (ui) com o Deco (Deco Rodrigues, Editor do e-cult), ele me viu trocar de banda ou projeto algumas vezes nessa última década e ele é uma das pessoas que pode dizer que viu, acho, quase todas/todos.

Mas falando do show: Ele se chama Sucessos Populares Vol.1 e é um show no qual eu presto homenagem ao Brega (escrito assim, com maiúsculo), dessa parcela da canção brasileira produzida especialmente nas décadas de 60, 70 e 80 e que acabou caindo nessa “classificação”. Por aí passam Wando, Odair José, Agnaldo Timóteo e Amado Batista como grandes ícones populares, por exemplo. Mas também tem toda uma gama de artistas que tocaram muito em rádio, fizeram bastante sucesso e que hoje não são tão conhecidos do grande público, como poderíamos dizer de Ronaldo Adriano, Carlos Alexandre, Bartô Galleno, Abílio Farias, Lindomar Castilho e tantos outros. O repertório do show lida com canções de quase todos os compositores que citei e ainda alguns outros. Foi uma pesquisa que acabou me rendendo um repertório muito legal pra estudar e tocar.

Para o pessoal que te conhece pelo trabalho autoral, tu achas que tem um choque grande assistindo esse show?

Olha, muitas das pessoas que assistiram a primeira apresentação desse show me conheciam pelo trabalho autoral e por ter feito alguns shows tributo à MPB, digamos, “mais culta”. Fiz Caetano, Chico, mais tarde com o TOCA (que era um projeto do Alex Vaz no qual eu trabalhei bastante) a gente fez Adoniran Barbosa, Tom Zé, Gil, essas coisas. Então acho que tem um choque sim, mas é um choque legal. E, aliás, acho que se dá nem tanto pelas canções, mas porque esse show tem um negócio de performance mesmo, figurino, eu cantando umas bagaceirices do Wando – acho que talvez isso seja o mais legal, inclusive para quem me conhece dos shows do trabalho autoral – que sempre são uma coisa mais “contida”, voltado muito para as canções e sem “personagem”.

Um negócio que eu tenho que dizer é que cult ou brega, todo mundo canta junto na hora do “feiticeeeeeeeeira”. Só isso, como diria Caê, já é lindo.

Qual a tua relação com esse repertório “brega” que está no show Sucessos Populares?

A minha relação com essas canções permeia minha vida toda, mas acho que ela fica muito clara, hoje, para mim, em dois momentos. Até escrevi sobre isso na minha página antes de estrear esse show, e acho que vale colar esse trecho aqui:

“Sou da zona rural de Canguçu. Nasci e cresci no interior, ouvindo o onipresente rádio de pilha do meu pai sintonizado nas AMs da cidade. Minha mãe, dona de uma bela voz, sempre cantou muito dentro de casa, e seu repertório era (embora na época me soasse absolutamente natural) bastante eclético: de Noel Rosa a Waldick Soriano, sem nenhuma observação que me fizesse crer tratarem-se de artistas muito diferentes entre si. Com o tempo – e os tolos preconceitos que se adquire na adolescência – eu acabei deixando grande parte desse repertório (que esteve na minha formação de maneira tão intensa) esquecido. Cerca de dois anos atrás, felizmente, minha esposa me apresentou ao documentário “Vou Rifar Meu Coração”, de Ana Rieper, um filme maravilhoso que me despertou muito interesse pelo Brega.”

Por Marina Antunes

Próximo show:
6 anos de e-cult apresenta:
Juliano Guerra “Sucessos Populares Vol.1”

Data: 07 de novembro (sábado)
Hora: pós 20h
21h Dija Vaz
22h Show “Sucessos Populares Vol.1”
23h30 Crosstalk
01h30 Henry e Banda
http://www.ecult.com.br/sucessospopulares

Sobre o show
“Sucessos Populares Volume 1”, projeto do músico e compositor Juliano Guerra, teve sua estreia em Pelotas no início de outubro e chega agora à segunda edição. O título, além de fazer referência ao repertório que compõe o show, tornou-se também um reflexo da primeira apresentação: “Sucessos Populares Volume 1” foi um verdadeiro sucesso e grande parte do público presente manifestava, já no fim do show, o desejo por um próximo. A repercussão continuou, chamando também a atenção daqueles que não estavam lá e queriam uma nova oportunidade para conhecer este trabalho.

Portanto, nada mais adequado que este show para dar o tom festivo do evento que comemora o aniversário de 6 anos do eCult. Nessa festa, Juliano se apresenta acompanhado de Vini Albernaz (teclados), Rael Valinhas (baixo) e Esmute Farias (bateria). O show conta ainda com a participação especial de Vicente Botti.

O show “Sucessos Populares Volume 1” é fruto do interesse de Juliano Guerra em interpretar algumas grandes canções do passado, especialmente aquelas que, por circunstâncias hoje já bastante discutidas, foram para a vala comum da denominação “Brega”.

Enquanto é verdade que o “Brega” talvez não se caracterize como gênero homogêneo, é possível identificar características comuns a um determinado grupo de compositores, arranjadores e intérpretes – todos eles com sucessos que – embora não tenham recebido reconhecimento crítico – ficaram gravados na história do rádio brasileiro.

De Amado Batista (autodenominado o “rei das empregadas domésticas”) ao obscuro Bartô Galeno, passando por Wando e Odair José, o show “Sucessos Populares Vol.1” conduz o ouvinte a um passeio pelos sucessos consagrados nas décadas de 60, 70 e 80, com arranjos que respeitam as melodias e letras originais deste grande, e algo subestimado, conjunto de canções do repertório brasileiro.

Juliano Guerra apresenta Sucessos Populares no Madre Mia em Pelotas

Dia 03/10 a partir das 21h o Madre Mia! recebe o show do novo projeto do Juliano Guerra.

O show “Sucessos Populares Volume 1” é fruto do interesse de Juliano Guerra em interpretar algumas grandes canções do passado, especialmente aquelas que, por circunstâncias hoje já bastante discutidas, foram para a vala comum da denominação “Brega”.

Enquanto é verdade que o “Brega” talvez não se caracterize como gênero homogêneo, é possível identificar características comuns a um determinado grupo de compositores, arranjadores e intérpretes – todos eles com sucessos que – embora não tenham recebido reconhecimento crítico – ficaram gravados na história do rádio brasileiro.

Juliano já registrou um primeiro momento deste trabalho em um vídeo da série Vapor Sessions (vídeos apresentando bandas locais, promovidos pelo A Vapor Estúdio e veiculados via Youtube).

De Amado Batista (autodenominado o “rei das empregadas domésticas”) ao obscuro Bartô Galeno, passando por Wando e Odair José, o show “Sucessos Populares Vol.1” conduz o ouvinte a um passeio pelos sucessos consagrados nas décadas de 60, 70 e 80, com arranjos que respeitam as melodias e letras originais deste grande, e algo subestimado, conjunto de canções do Show “Sucessos Populares Volume 1”, de Juliano Guerra

Juliano Guerra “Sucessos Populares Volume 1”
Local: Madre Mia (Rua Santa Cruz, 2200, Pelotas)
Ingressos: R$ 20 (somente na hora)

Juliano Guerra toca o disco “Construção” de Chico Buarque

por José Antonio Magalhães

Amanhã (8 de maio), Juliano Guerra se apresentará no João Gilberto Bar tocando dois discos clássicos da MPB. O primeiro é “Construção”, talvez o disco mais importante de Chico Buarque e recheado de canções clássicas como “Cotidiano”, “Samba de Orly”, “Valsinha” e a faixa título. O segundo, bastante menos famoso (a exceção da sua faixa título, que virou hino), é “Eu quero é botar meu bloco na rua”, do Sérgio Sampaio, compositor considerado maldito na sua geração, junto com figuras como Jards Macalé, Itamar Assumpção e Luís Melodia.

O projeto “Toca o disco inteiro aí!”, da produtora Satolep Circus, já reuniu artistas pelotenses para fazer coveres completos de discos clássicos como “Nevermind” do Nirvana, “Is This It?” dos Strokes e “Whatever people say I am, that’s what I’m not” dos Arctic Monkeys, além do “Transa”, de Caetano Veloso, que foi apresentado mês passado pelo próprio Guerra.

A apresentação antecederá a clássica discotecagem da DJ Helô.

Para quem não conhece Juliano Guerra ou não conhece Sérgio Sampaio, vale a pena o vídeo do primeiro tocando a canção “Roda Morta”.

Leia online nossa versão impressa: Abril/2013

Clique aqui para baixar

EDITORIAL: A MÚSICA TOMA CONTA

As últimas semanas têm sido agitadas no mundo fonográfico pelotense. Vários artistas locais lançaram recentemente suas coleções de canções, físicas ou não. E outros estão por vir. E essa efervescência se refletiu em parte nessa edição do e-cult.

Uma edição quase totalmente dedicada à música, e que evidencia as ligações do ramo. Aqui do lado você confere uma entrevista com o lendário guitarrista Celso Krause, grande carregador da bandeira do jazz na cidade. Mais adiante, fica sabendo do Pelotas Jazz Festival, que começa em 9 de maio e traz grandes nomes para a cidade, em oficinas e shows totalmente gratuitos.

O videoclipe “Ingenuidade Trava, Necessidade Faca” foi a grande novidade audiovisual desse período. Cortesia do Projeto Massimiliano, encabeçado pelo vocalista e guitarrista Alex Vaz. Mesmo Vaz que foi produtor artístico de “Raízes e Coração”, primeiro disco de Eduardo Freda, que leva um perfil nas últimas páginas internas.

Na contra, o nosso mestre do visual Rafael Peduzzi finalmente estreia nas letras, resenhando “Perdoe-me, Folha Seca”, EP da Chowchilla. E às colunas se desloca o nosso especialista em generalidades José Antonio Magalhães, analisando a inesgotável influência de uns certos hermanos na música nacional. Pra desopilar, Guilherme Oliveira se debruça sobre a última onda (até o fechamento dessa edição) do mundo virtual: os Spotteds.

Leia essa edição e corra para o Google, o Youtube e o Facebook. Procure e ouça todos esse nomes e leia de novo. Discorde de tudo que foi escrito e nos conte depois!

(Nossa edição impressa tem uma tiragem de 4.000 exemplares, que podem ser encontrados em universidades, livrarias, padarias, cafés e pontos culturais espalhados pela cidade.)

Juliano Guerra no Sofá na Rua

Divulgação

O Mês de março chegou, e com isso abriremos a sede mais uma vez, agora para a 6ª edição do Sofá na Rua!

O Sofá já recebeu a ilustres visitas e em sua última edição, no Grito Rock 2013, recebeu 2 bandas de forma diferente e inusitada por causa da chuva.
Nessa edição receberemos Juliano Guerra + Diego Portella e Eugenio Bassi para uma tarde de domingo com música boa, comida barata e cerveja gelada.

#JULIANO GUERRA

Canguçuense de 28 anos cujas primeiras tentativas musicais foram na década passada, como guitarrista de rock. Em 2006, adentrou o mundo do samba no violão e já como compositor, com o Trio (depois Grupo) Noesis. Paralelamente, seguiu no rock com a banda Revelmobil, antes de largar a música por um tempo. O retorno foi em 2011, no Festival Canguçu da Canção Popular (Fecanpop), onde se apresentou acompanhado do grupo Sapatinho e levou os prêmios de Melhor Letra e Canção Mais Popular por Inclemente. Definido livremente como MPB, o primeiro disco, chamado Lama, cruza as duas linhas mestras de Guerra, com mais algumas outras.

Guerra ocupa, há algum tempo, posição de destaque no site PalcoMP3, onde a equipe editorial do site apontou-o entre os destaques nacionais. De acordo com as estatísticas de acesso, durante uma semana Lama foi o disco de MPB mais ouvido no Brasil, ficando atrás apenas da Maria Gadu.

#EconomiaSolidária

Como sempre abrimos espaço para quem quiser montar sua banquinha. Envie uma mensagem pela página do Casa Fora do Eixo Pelotas que entraremos em contato com você.
Da nossa parte já garantimos a #BanquinhaFDE e a nossa cozinha em pleno funcionamento.
Nesta edição começamos uma parceria que durará pelo ano, a Cerveja Provincia entra em nosso cardápio, e vem para ficar!

Também teremos a primeira edição do Achados e Trazidos, onde montaremos um espaço para que você traga suas coisas que não usa mais e queira vender, trocar, doar e afins! Meninas venham que já estamos fazendo a limpa nos guarda-roupas da Casa!

#Compacto.Cine

Após o show, a rua deixa de ser palco para virar cinema! Para auxiliar a distribuição alternativa de filmes, faremos mensalmente exibição de filmes na Casa. Nesta edição teremos a exibição de 4 curtas, Te Deseo, Salir, Elle e Tres do diretor argentino Andres Testagrossa.
Tragam suas cadeiras, toalhas, tapetes e venham ocupar esse cinema a céu aberto.

#QTOVALEOSHOW?

Quanto vale a apresentação desses caras?
Sim, desta forma tu poderá pagar quanto quiseres: 50 centavos, 2 reais, 50 reais.. Fica a teu critério, o importante é revitalizar este sistema, investindo naquele que trabalha diariamente com a música, arte ou outro método artístico.

O que? Sofá na Rua #6
Quando? 17 de março
Que horas? 16h
Onde? Rua Almirante Tamandaré, 608 (entre XV e Andrade Neves)
Entrada Gratuita

Foto: Camila Hein

Leia online nossa versão impressa

A versão impressa do e-cult agora terá também distribuição online, para que os curiosos que não tiveram a ocasião de encontrá-lo pelas ruas, ou que porventura moram longe, possam acessar os conteúdos que só estão presentes na nossa encarnação concreta.

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A distribuição online não é a única novidade, já que esta edição é a primeira a contar com uma nova formação de editores, redatores e colunistas, que estão chegando com a intenção de dar uma nova cara ao jornal, com maior produção de conteúdo próprio, criativo e opinativo.

A edição impressa tem uma tiragem de 4.000 exemplares, que podem ser encontrados em universidades, cafés, padarias, bares e pontos culturais espalhados pela cidade.

Segue o conteúdo da edição de fevereiro-março:

Rapaz do interior deseja vencer no interior (Leon Sanguiné)

Talentos inquietos (Bertha Bock)

Coluna – Ediane Oliveira – Aqui fora, aqui dentro

Grito Rock – Ecos colaborativos (Roberto Soares Neves & cia.)

A odisseia de Juliano Guerra (José Antonio Magalhães)

Coluna – Guilherme Oliveira – Uma cultura: introdução a uma ideia fantasiosa