Festival “A Culpa é do Rolê” reúne o underground em Pelotas

Com apresentações das bandas AR5, Synopsis, A.S.C.O, 4Plus, Zatto, Red City e a porto-alegrense Lítera, A Culpa é do Rolê acontece no dia 23 de junho, sábado, no Dom Bier em Pelotas.

O evento ”A culpa é do Rolê” é uma edição do festival ”Rolê Festival” que surgiu à partir da ideia de trazer festivais undergrounds, que reunissem artistas locais do gênero pop e rock, incluindo também Djs e toda cultura pop dentro de um festival local a fim de alavancar a cena pop rock e de artistas autorais em Pelotas e região. O evento conta com a estrutura de produção fotográfica de Jorge Filmes, parceria com o Dj Zatto e show principal da noite coma banda Lítera de Porto Alegre.

Foto Divulgação
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A CULPA É DO ROLÊ
Produção de Jonathan Teixeira (JOW), líder da banda 4plus, contando com experiências com os festivais ”Pelo rock festival” realizando as produções das cantoras Tay Galega e Elektra (são paulo) em 2017, produziu também os eventos ”back to school” em 2016 e realizou as produções do seu disco ep ”Allonso” como acadêmico de produção fonográfica da Universidade Católica de Pelotas, ganhando dois prêmios consecutivos nos anos de 2015 e 2016 na categoria de composição musical do álbum ”Allonso”.

A Culpa é do Rolê
Quando? Sábado, 23 de junho de 2018
Hora? pós 17h
Onde? Dom Bier – Rua Dom Pedro II, 1076 A – Pelotas RS
Ingressos? R$20,00 (1 Lote), R$25,00 (2 Lote) e R$35,00 (Porta)
Antecipados: Inclusive Camisetas e Acessórios – Mercado Central – Banca 49 – Pelotas RS
Online: sympla.com.br

AR5
Formação da banda ocorreu em 2014, com lançamento da musica Elevar que tocou nas rádios e no paredão Atlântida e Atlântida RS. Participando de vários festivais como FestRock, Artsbar, Satolep. Com influências em pop rock, rock e hardcore que fazem parte do repertório.
Formação: Vocal e guitarra: Cleber Dias; Vocal e Guitarra: William Gutterres; Vocal e guitarra: Jefferson feira; baixista: Rogério Coutinho e Bateria: Gévol Baldez.

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4PLUS
Inicialmente um projeto solo do vocalista, que logo no primeiro ensaio viram que ali tinha tudo para uma banda dar certo. Assim começava a 4Plus, uma banda feita entre amigos que trazem músicas que expressam sentimentos do dia a dia e deixam a letra gravada na cabeça de quem ouve.

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A . S . C . O
A.S.C.O é um garoto de cerca de 23 anos que sempre sonhou em uma ter banda, e que começou a cantar para ajudar um amigo nos trabalhos da faculdade. A.S.C.O não só sonha com a qualidade de produção – ele também sonha em ter sua discografia, fazer shows por aí. No início seu estilo era “emo/hardcore/violão”, e agora é “emo/rap”, que é o estilo com qual ele mais se identifica. Suas letras são autobiográficas e sua principal inspiração é uma ex-namorada, com quem manteve um relacionamento por pouco mais de quatro anos e que, “apesar de todas as brigas e neuroses”, fez com que “cada noite mal dormida” valesse a pena.

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RED CITY
A Red City é uma banda de Pelotas nova no mercado. As músicas não são autorais, mas o objetivo de criar uma identidade visual é para ajudar a banda a ser reconhecida pelos fãs e pelo mercado, pois ao Som Clandestino quanto mais diferenciada a banda, mais sucesso terá. Foi necessário fazer uma pesquisa com os integrantes da banda e os possíveis públicos-alvo. Notou-se que a identidade poderia ter silhuetas de prédios. Está foi uma referência importante na hora da criação. O nome Red City passa uma mensagem de sensação em que, a cidade está em colapso, uma vez que o termo Red” (vermelho) pode remeter a algo em chamas, destruição.

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SYNOPSIS
A banda Synopsis foi fundada pelo baixista Adilson Lucena, em meados de 2014, na cidade de Candiota, RS. Após 4 anos de existência, surge no ano de 2018 com uma nova formação. Contando com um repertório detalhadamente selecionado com covers de hard rock e classic rock, tende a agradar todo o público que ama o bom e velho rock and roll. Nesta nova fase da Synopsis, temos como integrantes: Adilson Lucena: baixista; Cláudia Debona: vocalista; Christian Bertuol: tecladista; Diego da Rosa: guitarrista e Vítor Ricardo Vaz Andrade: baterista. Atualmente a banda trabalha também em músicas próprias, logo lançando sua primeira música autoral, You’ll find the light.

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LÍTERA (Porto Alegre RS)
Dramático, romântico, mas sem deixar de adorar o rock. Lítera é uma banda de rock de Porto Alegre. Pelos postes e tapumes, eles espalham a pergunta “Vc já viveu um amor impossível?”. Pelos centros das cidades e pontos históricos, mais de 40 mil adesivos coletam depoimentos com casos reais de amores impossíveis, que você pode conferir aqui. #CasoReal

Sábado, 23 de junho, a banda que levou a turnê “Caso Real” para várias cidades do Brasil, Portugal e França, levará o repertório de seu último disco para Pelotas. Atualmente a Lítera está produzindo o seu novo disco “Arquétipos” e durante esse processo (que você pode acompanhar pelo Instagram @literarock), irá fazer um show no A Culpa é do Rolê.

9º Festival Internacional Sesc de Música será lançado em Pelotas

Lançamento oficial do 9º Festival Internacional Sesc de Música será na Fenadoce, em Pelotas, e reunirá autoridades e convidados nesta sexta-feira, 15 de junho.

convite_lancamento_para-jornalistasA solenidade, destinada a convidados, ocorre às 19h, no estande do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac na Fenadoce (Av. Pinheiro Machado, 3390 – Distrito Industrial). O dia seguinte (16/06) marca a abertura das inscrições para os cursos oferecidos no Festival de 2019, realizado entre 14 e 25 de janeiro.

Considerado um dos maiores eventos de música de concerto da América Latina, reúne 47 professores de 11 nacionalidades. Os 22 cursos oferecidos se dividem em Música de Concerto e Choro. Músicos e estudantes poderão realizar as inscrições de 16 de junho até 16 de julho pelo site www.sesc-rs.com.br/festival.

Promovido há nove anos pelo Sistema Fecomércio-RS/Sesc, o evento atua em dois eixos principais: pedagógico e sociocultural. No plano pedagógico, o Festival oferece cursos de instrumentos e canto lírico, prática de música de câmara, prática de orquestra e prática de banda sinfônica para estudantes e profissionais da música. No sociocultural serão realizados recitais de professores, de alunos, de música de câmara e ampla atividade de espetáculos gratuitos, abertos a toda comunidade. O evento tem o apoio institucional da Prefeitura Municipal de Pelotas/RS e apoio cultural da Universidade Federal de Pelotas, Universidade Católica de Pelotas, Faculdade Senac, Bibliotheca Pública Pelotense, Unisinos, OSPA e Expresso Embaixador.

LANÇAMENTO – 9º FESTIVAL INTERNACIONAL SESC DE MÚSICA
Data:
15 de junho
Horário: 19h
Local: Estande do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac na Fenadoce (Av. Pinheiro Machado, 3390 – Distrito Industrial)
* Evento destinado a convidados

INSCRIÇÕES CURSOS – 9º FESTIVAL INTERNACIONAL SESC DE MÚSICA
Data:
16 de junho a 16 de julho
Contato: festival@sesc-rs.com.br
* As inscrições devem ser realizadas no site www.sesc-rs.com.br/festival. Antes de efetuar a sua inscrição, leia atentamente as informações e o regulamento no site

Grupo instrumental Chorei sem querer apresenta chorinho no Diabluras em Pelotas

Nesta sexta, 8 de junho, tem chorinho no Diabluras com o Grupo instrumental Chorei sem querer. O nome é uma homenagem e o nome de uma das composições do cavaquinista e chorão pelotense, Julinho do Cavaco.

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O Grupo nasceu em 2018 de forma despretensiosa, após uma sucessão de encontros musicais entre amigos que se reuniam para praticar e estudar choro, samba e improvisação.

A formação reúne músicos de diversas regiões do brasil: a flautista Julia Alves, e o guitarrista Gustavo Mustafé, são ambos do estado de São Paulo. o percussionista Daniel Ortiz, é Gaúcho. E o violonista vasco jean, é mineiro.

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A instrumentação atípica se deu pela necessidade de um substituto para o cavaquinho (essencial nas rodas de choro e samba) que se relacionasse bem com o timbre dos demais instrumentos do Grupo; encontrando, após uma série de experimentos, a guitarra, que além de possibilitar uma paleta sonora muito ampla configurava aos arranjos do grupo uma estética com uma identidade muito própria.

O repertório do grupo é majoritariamente composto por choros tradicionais e alguns lados b’s, mas também flerta com a música instrumental nordestina, samba, jazz, mpb além de músicas autorais.

Chorinho com Chorei Sem Querer
Sexta, 8 de Junho | Bar: 19h Show: 21h
Diabluras – Rua Félix da Cunha, 954
Couvert Artístico: R$10,00
Bar oferece cervejas diversas, carta de vinhos, comidas de botecos, caldos quentes, pastéis.

Cinema: Mostra “Elas no Cinema Brasileiro” no Zero4 Cineclube em Pelotas

A partir do próximo sábado, 09 de junho, o Zero 4 Cineclube inaugura a mostra “Elas no Cinema Brasileiro”. O espectador será convidado a explorar as perspectivas de mulheres brasileiras que fizeram cinema nos anos 60, 70 e 80.

mostra_elas_no_cinema_brasileiro(1)Através dessas mulheres o Zero 4 Cineclube busca resgatar a memória do Brasil nos anos citados, como ainda resgatar a memória de como essas mulheres viveram estes períodos, abordando também a importância dessas mulheres na cinematografia brasileira, assim como, as temáticas contempladas em suas produções.

As sessões da mostra contarão com filmes das diretoras Lúcia Murat, Helena Solberg, Olga Futemma, Adélia Sampaio e Norma Bengell.

09/06Que bom te ver viva (Lúcia Murat, documentário, 1989, 1h40min) Classificação Indicativa: 16 anos

16/06A Entrevista (Helena Solberg, documentário, 1966, 19min) Classificação Indicativa: 14 anos / Trabalhadoras Metalúrgicas (Olga Futemma e Renato Tapajós, documentário, 1978, 17min) Classificação Indicativa: 14 anos

23/06Amor Maldito (Adélia Sampaio, ficção, 1984, 1h15min) Classificação Indicativa: 16 anos

30/06Eternamente Pagu (Norma Bengell, ficção, 1987, 1h40min) Classificação Indicativa: 14 anos

!- As mostras deste semestre serão totalmente dedicadas a explorar e conhecer o cinema feito por mulheres.

Na sessão de estreia da mostra, o Zero 4 Cineclube exibe o documentário Que Bom Te Ver Viva, longa-metragem dirigido pela carioca Lúcia Murat. O filme aborda a tortura as mulheres, ex-presas políticas, durante o período da ditadura militar no Brasil, mostrando como estas mulheres puderam enfrentar as torturas e prisões, relatando as situações e como sobreviveram a esse período, onde delírios e fantasias são recorrentes. Um filme insólito e necessário para nossa memória em tempos sombrios, tais como este que vivemos agora. O filme foi vencedor nas categorias de Melhor Filme, Melhor Atriz e Melhor Montagem no Festival Internacional de Brasília.

SINOPSE: Duas décadas depois, Que Bom Te Ver Viva, aborda a tortura a mulheres durante o período de ditadura no Brasil, mostrando como estas mulheres sobreviveram e como encaram aqueles anos de violência. Que Bom Te Ver Viva mistura os delírios e fantasias de uma personagem anônima, interpretada pela atriz Irene Ravache, alinhavado os depoimentos de oito ex-presas políticas brasileiras que viveram situações de tortura. Mais do que descrever e enumerar sevícias, o filme mostra o preço que essas mulheres pagaram, e ainda pagam, por terem sobrevivido lúcidas à experiência de tortura.

Que bom te ver viva (Lúcia Murat, documentário, 1989, 1h40min)
Classificação Indicativa: 16 anos
Endereço: Rua Álvaro Chaves, 447 – Cine UFPel

As sessões se darão sempre aos sábados, às 16:00h, gratuitas e abertas à comunidade geral, com abertura a meia hora do início da sessão.
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Exposição “Desenho(s) sobre o infinito” de Wagner Mello na Casa Cultural Las Vulvas

No dia 09 de junho de 2018, sábado, acontece a abertura/vernissage da Exposição de Arte “Desenho(s) sobre o infinito” do artista portoalegrense Wagner Mello, às 17h na Casa Cultural Las Vulvas.

34461033_2099139173707459_7289261500831629312_nWagner Mello apresenta alguns estudos em desenho que compõem um diário gráfico e aponta para outras direções na sua produção. A entrada é gratuita e o evento também vai contar com pocketshow com o artista local Allonso e flash tattoo com o artista Cesar Couto. O evento todo tem protagonismo LGBTIs.

Sobre a exposição “Desenho(s) sobre o infinito”
Apresentará 15 desenhos produzidos entre 2015 e 2018, oriundos do seu diário gráfico, que foram alterados, reescritos, ampliados: ressignificados ao longo do tempo. E ainda, publicações, como o zine “homens peixe”, caderno de setembro, e outros.

Wagner Mello
Natural de Porto Alegre, tem 37 anos, é gay, artista multidisciplinar e arte educador em processo. Ilustra, desenha, faz colagens e escreve diários. Foi no projeto de ilustrações “diário de um guri canhoto”, que há algum tempo apresentou seus primeiros traços, motivado por todos os significados que a palavra canhoto pode ter. Hoje, faz desenhos com nanquim e acrílica, mas não só. A linha dá o tom de um universo particular: são desenhos-apontamentos do cotidiano que transitam entre situações extremas. Desenho em primeira pessoa, descascando corpos, cabeças, até chegar no coração
Já participou de exposições coletivas em Porto Alegre, Joinville e São Paulo, e no ano passado apresentou sua primeira exposição individual chamada CABEÇA CORAÇÃO, no Locals Only, em Porto Alegre. É residente no ateliê coletivo O Bestiário e um dos organizadores da A6 feira gráfica.​instagram: @wagsmello
facebook: fb.com/wagsmello
“Desenho(s) sobre o infinito” Abertura/vernissage
Quando? Sábado, 9 de junho de 018, às 17h
Onde? Casa Cultural Las Vulvas – Rua Anchieta 949, Pelotas RS
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Arte do banner: Adri A. e o artista conta também com a parceria da Calafia Art Store.

Ummagumma The Brazilian Pink Floyd – Tour 2018 em Pelotas

De volta a Pelotas, 8 de junho (sexta-feira), no auge de sua forma, Ummagumma The Brazilian Pink Floyd apresenta “THROUGH THE YEARS – Tour 2018” no Theatro Guarany.

O show comemora e revisita mais de cinco décadas de história do Pink Floyd, num show emocionante e envolvente.

Foto: Lucas Pacheco
Foto: Lucas Pacheco

UMMAGUMMA The Brazilian Pink Floyd é o fruto de um inspirado, primoroso e incansável trabalho, que ao longo de mais de 15 anos apresenta a obra dessa memorável banda inglesa, de maneira fidedigna, sendo considerada pela crítica especializada como um dos maiores e melhores tributos ao Pink Floyd no Brasil.

Os mineiros já estiveram na cidade em 2015 e 16 com grande sucesso e retornam dessa vez com um novo show. A produção local da Pra Toda Obra – Realizações Criativas, da produtora Aline Maciel.

Na Tour 2018, a UMMAGUMMA irá apresentar grandes clássicos dos álbuns consagrados e também grandes surpresas para fãs exigentes do Pink Floyd, passando por todas as fases da banda. Do começo psicodélico e irreverente com Syd Barret à frente da banda, à entrada de David Gilmour; do desenvolvimento das composições às trilhas sonoras. Os grandes clássicos de The Dark Side of the Moon, Wish You Were Here, Animals, The Wall, The Final Cut, A Momentary Lapse of Reason, culminando em referências à The Division Bell e The Endless River.

A apresentação já conhecida pelo público pela excelência da performance musical combinada a um primoroso espetáculo de áudio visual, acontece em Pelotas dia 08/06, às 21h, no Theatro Guarany.

Show UMMAGUMMA The Brazilian Pink Floyd
Quando? 08 de junho de 2018
Onde? Theatro Guarany
Quanto? R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia)

POSTOS DE VENDAS:
* Theatro Guarany – Lobo da Costa esq. Gonçalves Chaves | Horário: 13:30 às 17:30
* CD House – XV de Novembro, 710
* Posto São José – Félix da Cunha esq Gal. Telles
* Papuera Bar – Alberto Rosa, esq. Conde Porto Alegre

Vendas online SYMPLA: https://goo.gl/kB4ta1

INFORMAÇÕES SOBRE INGRESSOS: 53 981276360 (whats)

EVENTO FACEBOOK: https://goo.gl/VnftRt

Foto: Lucas Pacheco
Foto: Lucas Pacheco

Fenadoce e o encanto da arte de Madu Lopes por Lucian Brum

Segunda participação do artista na feira retrata o doce do processo artesanal à industrialização.

Foto: Lucian Brum
Foto: Lucian Brum

A uma semana da abertura da 26º Fenadoce encontrei o Madu Lopes na Cidade do Doce. Num fim de tarde em que poucos operários transitavam no centro de eventos, as réplicas dos casarões históricos davam ares de um cenário de velho oeste hollywoodiano. Sentado num banco de praça, com o calcanhar apoiado no joelho, vestindo preto dos sapatos ao boné, o artista contou sobre sua experiência com a feira e a tradição doceira.

“Um processo de transmutação de energia mágico”, declara o artista – sobre a força em que a mão feminina desenvolveu a cultura doceira. Contrastando a um momento tão difícil para cidade que foi a quebra do comércio do charque. As doceiras estabeleceram o açúcar em contraposição ao caldo de sangue e dor que proporcionou o sal.

Manoel Eduardo ou, Madu. É natural de Dom Pedrito. Inicialmente, encarou a arte como necessidade: “Eu era uma criança muito quieta, a arte era meio que um refúgio para mim”. Influenciado por seu pai apicultor, o artista começou a fazer escultura usando cera de abelha para modelar. Sua formação vem do processo experimental: “Meu ensino é uma questão de contato com o material e descobertas minhas”, explica. Com 40 anos de idade, morando a 27 em Pelotas, para contar a história do doce Madu pós em igualdade todas as mãos que mexeram caldeiras e criaram a pompa confeiteira pelotense.

É o segundo ano em que irá expor na Fenadoce. Em 2017, no tema Doce – A Nossa Grande História, Madu realçou a importância das culturas africana, portuguesa, francesa, alemã e italiana, que caracterizaram a tradição doceira. Esse ano com o tema Nosso Mundo Mais Doce, o artista vai trazer um olhar para o espaço que envolve sociabilidade: “Quando você vai a uma confeitaria você está com seu espírito em pausa de questões turbulentas. É um lugar de convivência onde as pessoas estão com seus sentidos aflorados em um momento conjunto. Para crianças é muito lúdico. Tento criar com minhas obras um pouco desse estar junto, dessa transformação”, explicou o artista.

Texto: Lucian Brum
Matéria completa em: plataformapalpite

Otroporto presenteia Tholl com material audiovisual de Cirquin

Uma apaixonante história de amor retratada pelo Grupo Tholl no espetáculo Cirquin ganhou um portfólio audiovisual à altura da incrível trupe. A apresentação do filme aconteceu quarta-feira (24).

Foto: Nauro Junior
Foto: Nauro Junior

O material produzido através do OTROPORTO foi entregue ao diretor do Tholl, João Bachilli, durante sessão de cinema exclusiva para os integrantes do grupo. “Estamos encantados com o material, um grande presente que nos possibilitará apresentar aos contratantes dos espetáculos uma mostra das nossas produções”, destaca o diretor. A apresentação do filme aconteceu quarta-feira (24), na sala de Cinema Digital da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) gentilmente cedida para a mostra, com a presença de todos os artistas que integram a montagem.

Divulgação Grupo Tholl
Divulgação Grupo Tholl

Cirquin apresenta uma nova linha de interpretação e inova também na estética visual com figurinos rústicos e românticos, remetendo o público a um tempo de paixão e de alegria. “São danças, acrobacias, técnicas circenses e muitos romances numa montagem inspirada no teatro mambembe, onde quatro personagens apaixonam-se pela bailarina do circo”, ressalta Bachilli. Para traduzir tamanha magia e encantamento em vídeo o OTROPORTO contratou a equipe da LO Moviemakers, uma empresa genuinamente pelotense, que conta com experientes profissionais. A gravação aconteceu durante a apresentação do espetáculo Cirquin no dia 11 de março, no palco do Theatro Guarany. O vídeo contempla 80 minutos e conta com a direção de Marcelo Gafanha, produção de Alexandre Mattos e direção de fotografia de Alberto Alda. “Tivemos uma grande equipe envolvida, com muitas câmeras, recursos audiovisuais de primeira, além de vários ensaios e estudos para melhor traduzir um espetáculo com a grandeza de uma instituição nacional como o Tholl”, destaca Gafanha. Para ele, o orgulho em assinar o trabalho vai além de uma satisfação pessoal. O fato de contar com profissionais da terra, integrantes de uma produtora exclusivamente pelotense, está alinhado com a essência da trupe que ganhou as plateias do país com os talentos locais.

OTROPORTO – O Grupo Tholl é um dos coletivos que integram o OTROPORTO nas ações de revitalização da orla portuária – capitaneadas pela Sagres e CMPC Celulose Riograndense. Segundo Bachilli, a partir da iniciativa das empresas de financiarem um material audiovisual profissional, outras oportunidades começam a surgir. “Além de usarmos esta gama de imagens para ilustrar entrevistas em redes de televisão, o material é primordial para seleções de festivais, como o Festival Nacional de Circo de Recife, que ocorre em novembro”, observa Bachilli. Os espetáculos Tholl, Imagem e Sonho e Exotique ainda carecem de material audiovisual para portfólio. “Estamos otimistas que outras empresas se identifiquem com o nosso trabalho e tenham interesse em colaborar para produção deste material, tão significativo para o Tholl”, finaliza.

Divulgação Grupo Tholl
Divulgação Grupo Tholl

Fonte: Gabriela Mazza
Jornalista – MtB: 9838
Satolep Press – Comunicação e fotografia

Beer & Food & Music terá edição especial em Pelotas

O Posto São José realizará edição especial do Beer & Food & Music nesta sexta-feira (25 de maio), na filial da rua Félix da Cunha (esquina General Telles até a esquina Anchieta), com Food Trucks e Música ao Vivo a partir das 18h30min.

33145802_1793442257385560_199477887751946240_nEsta edição será especial por recepcionar os integrantes do 2º Congresso Internacional Cariobra. A música ao vivo ficará por conta de Mateus Almeida, no melhor estilo voz e violão, e discotecagem com DJ Anderson Lisboa. Nos Food Trucks as opções gastronômicas serão: Marmoreio, Sushi M, Goordas Gourmet, Black Box, Gourmetto e Chopp Brahma.

Beer & Food & Music – edição especial
Recepção aos integrantes do 2º Congresso Internacional Cariobra
Onde? Posto São José (Félix esquina Telles)
Quando? Sexta-feira, 25 de maio de 2018
pós 18h30min
Evento no Facebook: www.facebook.com/events/1807853389510460

2º Congresso Internacional CarioBra – Cariologia Integrada à Clínica Odontológica: Terapias para a cárie dentária e erosão
O Congresso Internacional da CarioBra (Associação Brasileira de Cariologia) será realizado nos dias 25 a 28 de maio de 2018, em Pelotas-RS.
Saiba mais:
Site: www.cariobra.com.br/eventos/ii-congresso-internacional-da-cariobra
Facebook: www.facebook.com/cariobra/

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Cinema nacional, argentino e norueguês no Cine UFPel

A programação desta semana no Cine UFPel começa nesta quarta-feira (23) com a exibição do longa-metragem “Oslo, 31 de agosto”. Na quinta (24) e na sexta (25), o espaço exibirá, respectivamente, o documentário “Menino 13” e o estreante argentino “Zama”.
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Todas as sessões começam às 19h e contam com entrada franca. A sala fica na rua Lobo da Costa, 447, esquina com Álvaro Chaves.
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Em uma parceria com o SESC Audiovisual, o Cine UFPel abre a semana com o longa “Oslo, 31 de agosto”, do diretor norueguês Joachim Trier. O jovem cineasta, também responsável por Mais Forte que Bombas (2015) e Thelma (2017), chamou a atenção da crítica internacional em 2011 ao estrear o longa “Oslo, 31 de agosto” no Festival de Cinema de Cannes. O filme mostra um dia na vida de um jovem viciado em reabilitação, que consegue uma breve licença para deixar seu apartamento a fim de comparecer a uma entrevista de emprego e encontrar velhos amigos em Oslo.

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A sessão Repescagem, que ocorre na quinta feria, traz um documentário que já foi exibido na sala de cinema da Universidade em 2017, durante a II Mostra Resgate. “Menino 23” (2016), do carioca Belisario Franca, foi vencedor do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro como Melhor Longa Documentário pelo Júri Técnico e pelo Voto Popular.

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Nesta sexta, a estreia do Cine UFPel será com o longa argentino “Zama”. O filme de Lucrecia Martel foi o eleito como representante da Argentina para a candidatura de Melhor Filme Estrangeiro na última edição do Oscar. A sessão contará ainda com a exibição do curta-metragem brasileiro “Nunca é Noite no Mapa” (2016) de Ernesto de Carvalho.

Confira as sinopses:
Quarta-feira (23/05) 19h | Sessão SESC

Oslo, 31 de agosto
Dir.: Joachim Trier
(Noruega, Ficção, 2012, 1h35)

Trailer:https://goo.gl/BEuN49
Sinopse: Anders (Anders Danielsen Lie) está se recuperando do vício em drogas numa clínica de reabilitação em Oslo. No dia 30 de agosto ele ganha a permissão para sair da casa de tratamento para visitar seu amigo Thomas (Hans Olav Brenner) e ir em uma entrevista de emprego no centro da cidade. Durante seu dia e noite na cidade, Anders será confrontado com seus erros do passado e irá refletir sobre sua própria existência.
Classificação: 16 anosQuinta (24/05) 19h | Sessão Repescagem

Menino 23
Dir.: Belisário França
(Brasil, Documentário, 2016, 1h20)
Trailer:https://goo.gl/8q8qga
A partir da descoberta de tijolos marcados com suásticas nazistas em uma fazenda no interior de São Paulo, o filme acompanha a investigação do historiador Sidney Aguilar e a descoberta de um fato assustador: durante os anos 1930, 50 meninos negros e mulatos foram levados de um orfanato no Rio de Janeiro para a fazenda onde os tijolos foram encontrados.
Classificação: 12 anosSexta (25/05) 19h | Estreia
Zama
Dir.: Lucrécia Martel
(Argentina, Ficção, 2017, 1h55)
Trailer: https://goo.gl/PoZAL2
Sinopse: Zama, um oficial da coroa Espanhola, nascido na América do Sul, aguarda por uma carta do rei outorgando-lhe a transferência da cidade em que se encontra estagnado para um lugar melhor. Sua situação é delicada. Ele deve garantir que nada ofusque sua transferência. Zama é forçado a aceitar, submisso, cada tarefa a ele encomendada pelos sucessivos governadores que vão e que vêm enquanto ele é deixado para trás. Passam-se os anos e a carta do rei nunca chega. Quando Zama percebe que tudo está perdido, junta-se a um grupo de soldados que sai em busca de um perigoso bandido.
Classificação: 14 anosNunca é noite no mapa (curta)
Dir.: Ernesto de Carvalho
(Brasil, Documentário, 2016, 6min)
Sinopse: Que diferença faz para o mapa, se ele te contém? Um encontro frontal com o mapa, nos leva a um passeio pelos circuitos da simbiose entre o mapa e as transformações dos espaços na era do capitalismo digital. “O mapa não anda, nem voa, nem corre, não sente desconforto, não tem opinião. Pro mapa não há governo, não há golpe de estado, não há revolução”.