Ingressos para show “Casa Ramil” estão no terceiro lote de vendas

Pelotas será palco do primeiro show que reúnirá Kleiton, Kledir, Vitor, Ian, Gutcha, Thiago e João Ramil interpretando canções próprias em versões inéditas.

Casa Ramil Foto: Marcelo Soares
Casa Ramil Foto: Marcelo Soares

A venda de ingressos para o espetáculo Casa Ramil que acontece dia 20 de março, às 21h, no Theatro Guarany já está no terceiro lote. Clássicas como Almôndegas, Deu pra ti, Loucos de Cara, Ramilonga, Derivacivilização, Artigo 5°, Amora, Casca, estão no repertório de afetos que o público da terra poderá prestigiar em primeira mão.

O espetáculo nasceu de encontros durante dois verões na casa de veraneio da família na praia do Laranjal, em Pelotas, quando filhos, netos e até bisnetos se juntaram para cantar e tocar, proporcionando à matriarca Dalva Ramil, no alto dos seus 90 anos, reviver o cotidiano de música que ela e o marido, Kleber Ramil, construíram com os filhos e que teve continuidade com as novas gerações.

Os ensaios já começaram, trazendo à tona o prazer dos Ramil em cantarem as composições uns dos outros e se revezarem nos instrumentos. E entre os desafios, tocar alguns deles pela primeira vez. Além dos tradicionais violões, baixo elétrico, violino, guitarra e percussão, a paisagem sonora do Casa Ramil incorpora saz, cuatro venezuelano, raviola agostina, rabeca e efeitos eletrônicos. A cenografia também tem a alma da família, com vídeos de Isabel Ramil, que responde também pela iluminação em parceria com o tio Marcelo Linhares. Karina Ramil é a responsável pela direção de cena. O projeto gráfico é de Chris Ramil, Isabel Ramil e Mariana Barbieri. Na produção, Kaio Ramil, sob a coordenação geral de Branca Ramil, idealizadora do projeto.

Ingressos custam R$ 160,00 (inteira) e R$ 80,00 (meia entrada – para estudantes, professores e pessoas com mais de 60 anos mediante comprovação). A compra pode ser feita em dinheiro ou cartões de débito e crédito (no segundo caso parcelado em até três vezes). É importante lembrar que estudantes podem comprovar o benefício com carteirinhas da UNE, das instituições de ensino ou comprovantes de matrícula. Já professores, através de carteirinhas das instituições de ensino, dos sindicatos ou contracheque. O público da região que quiser reservar ingresso, pode entrar em contato com A Vapor Estúdio ou Lua Nova Produções, através das fanpages ou evento no Facebook.

Casa Ramil
{Kleiton, Kledir, Vitor, Ian, Gutcha, Thiago, João}
Quando? 20 de março, às 21h
Onde? Theatro Guarany – Pelotas
Valores? Inteira R$ 160,00 Meia R$ 80,00

+ informações no evento via Facebook.

Fonte: Satolep Press

Encontro inédito reúne Família Ramil no Theatro Guarany em Pelotas

Ocupando o palco e os bastidores do Theatro Guarany, os Ramil se reúnem para compartilhar com o público o ambiente da CASA RAMIL, onde a música sempre deu o tom.

O espetáculo nasceu de encontros durante dois verões na casa de veraneio da família na praia do Laranjal, em Pelotas, quando filhos, netos e até bisnetos se juntaram para cantar e tocar, proporcionando à matriarca Dalva Ramil, no alto dos seus 90 anos, reviver o cotidiano de música que ela e o marido, Kleber Ramil, construíram com os filhos e que teve continuidade com as novas gerações.

Foto Divulgação
Foto Divulgação

No palco, Kleiton, Kledir, Vitor, Ian, Gutcha, Thiago e João Ramil interpretam canções próprias em versões inéditas: Almôndegas, Deu pra ti, Loucos de Cara, Ramilonga, Derivacivilização, Artigo 5o, Amora, Casca… Todos tocam e cantam, dividindo-se nos solos e somando-se nos vocais. Parte do prazer dos Ramil no espetáculo está em uns cantarem as canções dos outros e se revezarem nos instrumentos, incluindo aí o desafio de tocar alguns deles pela primeira vez. Além dos tradicionais violões, baixo elétrico, violino, guitarra e percussão, a paisagem sonora incorpora saz, cuatro venezuelano, viola agostina, rabeca e efeitos eletrônicos.

Os vídeos são de Isabel Ramil, que responde também pela iluminação em parceria com o tio Marcelo Linhares. Karina Ramil é a responsável pela direção de cena.O projeto gráfico é de Chris Ramil, Isabel Ramil e Mariana Barbieri.Na produção, Kaio Ramil, sob a coordenação geral de Branca Ramil, idealizadora do projeto.

SHOW CASA RAMIL
Com Kleiton & Kledir, Vitor Ramil, Ian Ramil, Gutcha, Thiago Ramil e João Ramil
Onde? Theatro Guarany, Pelotas
Quando? 20 de março de 2018, terça-feira
Hora? 21h

Realização: Ramil e Uma Produções
Produção local: A Vapor Estúdio e Lua Nova Produção Cultural

INGRESSOS
1º lote:
Inteira R$ 140,00
Meia R$ 70,00
Solidário R$ 100,00 (doação de 1 Kilo de alimento entregue no dia do espetáculo)

2º lote:
Inteira R$ 150,00
Meia R$ 75,00

3º lote:
Inteira R$ 160,00
Meia R$ 80,00

+ informações no evento via Facebook.

Ian Ramil: tem cheiro de espírito trash samba

Recentemente Ian Ramil deu entrevista para o site da Billboard da Argentina, confira…

O músico de Porto Alegre, filho de Vitor Ramil, continua colhendo reconhecimentos pelo seu inclassificável segundo álbum, que chamou a atenção ao ganhar um Grammy Latino em 2016.

Foto: Rodrigo Marroni
Foto: Rodrigo Marroni | Texto Original: billboard.com.ar

A vida de Ian Ramil foi experimental enquanto vivia em Porto Alegre (Brasil). A mãe professora universitária e o pai musicista – o reconhecido Vitor Ramil, criador do “A estética do frio” -, seu vínculo com a arte foram inevitáveis. Passou seus anos universitários transitando entre o jornalismo e o teatro (chegou a dirigir duas peças), até se jogar na música. “Quando subi ao palco vi que toda essa liberdade se impregnava em mim, pensei que era isso o que eu queria”, explica.

O caminho até a gravação do teu primeiro disco parece eterno por tudo o que vinhas acumulando, Como resolveste esse background?
Eu tinha muita música. Imagina que eu toco desde que tinha nove anos. Quando comecei, queria fazer a experiência de Hamburgo, como The Beatles. Tocar todo o tempo e ver o que acontecia com isso. Todas as semanas fazia shows com a banda e sozinho. Foram uns dois anos assim. Durante o processo, experimentei muito com as minhas canções. Isso me deu a pauta do que tinha que gravar em IAN (2014). A partir da experiência, nasceu o conceito.

Por que dizes que te encontras entre João Gilberto e Nirvana?
Procurei pensar nos opostos das minhas influências. É difícil refleti-las quando te perguntam sobre elas. Gosto de um trabalho que tenha uma força bem forte e de repente mude e se converta em algo muito suave, e ao mesmo tempo depois se transforme em outra coisa.

Desde quando escutas João Gilberto?
Desde criança. Muito da minha formação tem a ver com a influência dos meus pais. Isso É evidente. Toda a minha vida escutei muita música boa, é como uma formação radiofônica constante, isso sempre me pareceu um privilegio.

Como foi o processo de gravação de Derivacivilização? É o segundo disco estranho e inclassificável…
O gravamos na casa dos meus pais enquanto eles estavam viajando. Fui com a minha banda para lá. Estava tudo pensado: quais seriam as canções, a ordem, e não as mostrei para ninguém essas composições até chegar e começarmos a gravar. Ensaiamos um pouco e nos jogamos. Me interessava muito o primeiro contato dos músicos com as canções, ver que trash- acontecia. Confiei muito neles e em nossa conexão.

A crítica especializada da Argentina diz que é um disco de trash samba, o que achas?
Está bom, eu acho. Tem muita improvisação. Sua essência é espontânea. Teve sessões com toda a banda, mas também ramil- gravamos separadamente e depois juntamos os resultados. O primeiro contato com essa música ficou no disco, é isso. Cheira- Mas depois seguimos mudando constantemente essa música ao vivo. Nunca é igual, nunca será igual a espírito trash – samba.

O que foi que disse teu pai com toda essa pré-produção algo experimental?
Tinha medo das histórias que lhe contava para fazer este disco. Desde a parte técnica (não era um estúdio profissional, nem soava bem) inclusive as canções, que os músicos não conheciam. Me dizia que tinha muito ruído de fora, que escutava os cachorros dos vizinhos. Eu pensava que isso era muito melhor do que esperava. Sem ir muito longe, é um disco que tem muito som ambiente. Quando estava em viagem gravava até com o meu telefone. Sons de igreja, conversas alheias, buzinas, depois fui armando como uma costura como se colocasse a cidade dentro do disco.

Finalmente, o álbum ganhou um Grammy Latino como melhor Álbum de Rock em Português, que significou para ti?
Isso foi muito louco por várias questões. Um disco gravado em casa, que é muito barulhento, infreqüente com algumas temáticas, com críticas sociais, me parece o oposto ao que a indústria espera da música. É uma coisa rara, me custava crer. Já a indicação me parecia algo surreal. Fizemos o que acreditávamos no que pensávamos, e, porém, a indústria nos premiou. Por esse lado, o prêmio vale muito mais, não abandonamos as nossas liberdades, as nossas certezas. Isso é importante: não estávamos fazendo música para que toque na rádio.

Confira a matéria completa: billboard.com.ar

Tradução:
Horacio Severi, Tradutor e Professor
horacioseveri@yahoo.com.br

Talk Show pelotense estreia nas ondas do FM com Vitor Ramil

Na próxima terça-feira, dia 14, estreia na União FM o programa Talk Show 360. O primeiro convidado do será o cantor, compositor e escritor pelotense Vitor Ramil. A atração irá ao todas as terças das 21h às 22hs e será apresentada pelo jornalista e comunicador Gabriel Barenho.

Além de ouvir pelo rádio, no 99.9 da FM, o público poderá também assistir à entrevista que será transmitida ao vivo em vídeo pela página da rádio União FM no Facebook.

O formato da atração é explicado por seu nome. Trata-se de um talk show e como tal contará com o bate-papo característico do gênero, mas com o diferencial no fato de considerar a visão completa de 360 graus. Segundo o comunicador Gabriel Barenho, o programa “será feito para o ouvinte, mas não somente, irá focar na percepção da audiência de maneira global, distribuindo conteúdo em vídeo, áudio, imagem e texto através das plataformas digitais”.

O “360” ainda irá espelhar a abordagem com o entrevistado que, além de falar sobre seu trabalho, poderá tratar sobre outros assuntos do cotidiano. A música, elemento indissociável do DNA da União FM, também terá presença garantida, com as canções sendo escolhidas pelo convidado.

Estreia do Talk Show 360, com Vitor Ramil
Quando: Terça-feira, dia 14 de fevereiro, às 21h
Onde: União FM 99.9 – facebook.com/uniaofm999

Folder

Excursão Show Vitor Ramil em Jaguarão nos 7 anos de ecult

No mês que o ecult completará 7 anos de vida, convidamos nossos leitores para a excursão ao show “Foi no Mês que Vem” de Vitor Ramil no Theatro Esperança em Jaguarão, sexta-feira, 11 de novembro.

O disco “Foi no Mês Que Vem” de Vitor Ramil foi o grande vencedor do Prêmio Açorianos de Música no ano de 2014, faturando cinco troféus, entre eles o de álbum do ano, principal honra da noite.

Foto: Satolep Press
Foto: Satolep Press

No show, Vitor Ramil interpreta as composições mais importantes e de maior sucesso como Estrela, estrela, Ramilonga, Satolep, Joquim, Loucos de cara, Deixando o pago, consolidando, assim, a força de sua própria criação, que ultrapassou as fronteiras da estética do frio e abriu as veias do cone sul.

Excursão Show Vitor Ramil no Theatro Esperança em Jaguarão
( Pelotas x Jaguarão x Pelotas )
Quando? 11 de novembro – sexta-feira
Saída? 18h – Largo do Mercado – Pelotas
Evento no Facebook.

Valores
1º Lote (Incluindo um ingresso solidário para o show)
R$95,00 + 1 Livro novo ou usado em bom estado.
ou Parcelado via pagseguro.
R$106 ( 2 x R$53,00 | Entrada + 5 de novembro)
+ 1 Livro novo ou usado em bom estado.
Informações Fone / Whatsapp: 53 8115.6720 (Deco)

Apoio: My Shows | Isa Cestas | Santo Comunicação Criativa

> A excursão só irá sair se tiver o mínimo de 20 pessoas (pagantes antecipadamente).
> Ajude na divulgação para curtirmos esse grande show neste teatro histórico do nosso extremo sul do Brasil, o lindo e recentemente inaugurado Theatro Esperança.

Sobre o show: Vitor Ramil apresentará o premiado “Foi no Mês Que Vem” em Jaguarão

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Vitor Ramil apresentará o premiado “Foi no Mês Que Vem” em Jaguarão

“Foi no mês que vem” será apresentado no histórico palco do Theatro Esperança em Jaguarão, dia 11 de novembro, sexta-feira às 21h.

Foto: Satolep Press
Foto: Satolep Press

No show, Vitor Ramil interpreta as composições mais importantes e de maior sucesso como Estrela, estrela, Ramilonga, Satolep, Joquim, Loucos de cara, Deixando o pago, consolidando, assim, a força de sua própria criação, que ultrapassou as fronteiras da estética do frio e abriu as veias do cone sul.

O disco “Foi no Mês Que Vem” de Vitor Ramil foi o grande vencedor do Prêmio Açorianos de Música no ano de 2014, faturando cinco troféus, entre eles o de álbum do ano, principal honra da noite.

Foto: Arquivo iphan.gov.br
Foto: Arquivo iphan.gov.br

Às vésperas de completar um ano de reabertura do Theatro Esperança totalmente restaurado, Vitor Ramil fará show memorável em Jaguarão.

Sexta-feira, dia 13 de novembro de 2015 o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a Prefeitura Municipal entregam à comunidade de jaguarão o Teatro Politheama Esperança, totalmente restaurado.

Um ano depois, sexta-feira, 11 de novembro de 2016, Será apresentado no palco do Esperança o premiado show de Vitor Ramil “Foi no Mês que vem”

Vitor Ramil “Foi no mês que vem”
Onde? Theatro Esperança – Jaguarão
Quando? 11 de Novembro – sexta-feira
Hora: 21h
Abertura do Theatro: 20h
Evento: www.fb.com/events/184197612002517/

Antecipados
Jaguarão: Theatro Esperança (Av. 27 de Janeiro, 533), de terça a sábado, das 9h ao meio dia e das 14h às 18h. Ingressos disponíveis a partir do dia 3 de outubro.
Pelotas:
Vapor Barato – Café e Coisas (Almirante Tamandaré 266), de segunda a sexta, das 09h às 12h e das 13h30 às 20h.

Ingressos* 1º Lote (Limitados):
R$ 80,00 Inteira
R$ 40,00 Meia Entrada (Estudantes, Idosos e PNE – Pessoas com Necessidades Especiais)
* O número do ingresso não corresponde a cadeira do teatro, cadeiras do Theatro Esperança não são numeradas.

Ingresso Solidário** (Limitados)
R$ 40,00 + 1 Livro novo ou usado em bom estado
** A doação referente ao ingresso solidário deverá ser entregue no dia do evento.

Importante:
Portadores de Ingresso Meia Entrada ou Solidário, sem comprovante do benefício ou sem a doação especificada, deverá pagar a diferença do valor para assistir ao show.

Excursão Show Vitor Ramil em Jaguarão (Pelotas x Jaguarão x Pelotas), clique aqui.

foinomesquevemFoi no Mês Que Vem
O disco “Foi no Mês Que Vem” de Vitor Ramil foi o grande vencedor do Prêmio Açorianos de Música no ano de 2014, faturando cinco troféus, entre eles o de álbum do ano, principal honra da noite.

Os cinco troféus conquistados por “Foi no Mês Que Vem” foram: Álbum do ano, Produtor Musical, Projeto Gráfico, Intérprete MPB e Álbum MPB.

“Foi no mês que vem” é um trabalho único na carreira de Vitor Ramil. Concebido para marcar o lançamento do songbook com sessenta músicas do compositor, letrista e intérprete brasileiro.

Foto: Arquivo iphan.gov.br
Foto: Arquivo iphan.gov.br

Theatro Esperança
Tombado pelo seu valor histórico pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (Iphae-RS), em 1990, o espaço é considerado um templo das artes que abriga expressões artísticas da região e do país vizinho, o Uruguai.

O símbolo de uma época de expansão econômica
O Teatro Esperança começou a ser construído em 1887 e foi inaugurado dez anos depois. É apontado como o terceiro mais antigo do estado do Rio Grande do Sul, precedido pelo Teatro Sete de Abril, de Pelotas; e pelo Teatro São Pedro, de Porto Alegre. É reconhecido no cenário nacional, por sua qualidade acústica. A arquitetura do teatro remonta à expansão econômica de Jaguarão no final do período oitocentista e princípios do século XX, época também da fase áurea da construção civil e do engajamento da sociedade com a movimentação cultural e artística do país.

Vitor Ramil e Orquestra de Câmara no Theatro São Pedro em Porto Alegre

O poeta louco de cara encontra a OCTSP, nos dias 22 e 23 de outubro, no Theatro São Pedro. O programa faz uma síntese da produção musical de Vitor Ramil, com regência do maestro Antonio Borges-Cunha e arranjos de Vagner Cunha e Celso Loureiro Chaves.

No repertório, canções como “Foi no mês que vem”, “Livro aberto”, “O Primeiro dia”, “Astronauta Lírico”, “Estrela, Estrela”, além de poemas musicados de João da Cunha Vargas, poeta regionalista do interior do Alegrete, que não costumava escrever seus versos, descoberto por Vitor e incluído no disco “Ramilonga”. Os concertos tem o patrocínio da Sulgás e financiamento da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).

A parceria entre a OCTSP e Vitor Ramil tem mais de 20 anos. Além de inúmeros concertos juntos em Porto Alegre e cidades do interior gaúcho, a orquestra participou do álbum “Foi no Mês que Vem”, com cinco músicas gravadas no histórico palco do Theatro São Pedro.

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Cantor, instrumentista, compositor e escritor, Vitor Ramil é um dos expoentes da canção brasileira atual. Ele é reconhecido internacionalmente pelo trabalho que une elementos da canção urbana com os da milonga pampeana. Atualmente, Vitor Ramil tem músicas gravadas e parcerias com alguns dos maiores nomes da música latino americana, como Fito Páez, Jorge Drexler, Ney Matogrosso, Milton Nascimento e Caetano Veloso. Como escritor, é autor de “Satolep”, “A primavera da pontuação” e “A estética do frio”, onde revela sua visão sobre a identidade do gaúcho dos dias de hoje.

A Orquestra de Câmara Theatro São Pedro é a primeira orquestra do país que participa do movimento global #ElesPorElas (#HeForShe) da ONU, conectando a arte aos movimentos de transformações sociais. Os ingressos já estão à venda na bilheteria do teatro. Ares de milonga vão te carregar para este grande espetáculo!

Vitor Ramil e Orquestra de Câmara em Porto Alegre
Onde? Theatro São Pedro
Quando? Sábado e domingo, 22 e 23 de outubro
Horário? 20h e 18h
Ingressos: Plateia e cadeira extra (R$ 60,00), Camarote central (R$ 40,00), Camarote lateral (R$ 30,00) e Galerias (R$ 20,00).
Descontos: Idoso/Estudante: 50% . Clube do Assinante ZH: 50% para titular e acompanhante. AATSP: 50% nos ingressos de cada concerto.

Fonte: Gato Preto Comunicação

Vitor Ramil no aniversário de 17 anos do Sarau Elétrico em Porto Alegre

Na próxima terça-feira, 19 de julho, Porto Alegre estará em comemoração por conta do aniversário de 17 anos do Sarau Elétrico, que inicia às 21h no Ocidente e conta com a participação de Vitor Ramil, com direito a canja.

Vitor Ramil lendo o e-cult Impresso - Foto: Kelly Schmidt
Vitor Ramil lendo o e-cult Impresso – Foto: Kelly Schmidt

Quantas linhas, páginas, capítulos, quantos livros o Sarau já leu? Impossível saber. Livro não se conta pelo censo do IBGE, mas pelo que deixou na gente. E essa é a melhor razão para comemorar 17 anos de noites de terça no Ocidente com uma sessão de luxo e um convidado para lá de especial: VITOR RAMIL.

Tudo com as leituras – e as lembranças – de LUÍS AUGUSTO FISCHER, DIEGO GRANDO e KATIA SUMAN. SARAU DOS 17 ANOS. Se rolar aquela lágrima no canto do olho, não é gripe, é poesia mesmo.

SARAU ELÉTRICO DOS 17 ANOS
Quando? 19 de julho de 2016 – terça-feira
Hora? 21h
Onde? Ocidente – Porto Alegre
Quanto? 15 pila
TE LIGA NO HORÁRIO DE INVERNO: COMEÇA ÀS 21h MESMO!!!
O bar abre às 20h e serve sopinha, vinho, esfiha e chapati.

Ouça o Sarau na www.radioeletrica.com

Foto Sarau Elétrico
Foto Sarau Elétrico

Luis Rubira é indicado ao Açorianos com livro sobre obra de Vitor Ramil

rubira2A Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre, por meio da Coordenação do Livro e Litaratura (CLL), divulgou nesta semana os finalistas do 22º Prêmio Açorianos de Literatura e do 6º Prêmio Açorianos de Criação Literária. Na lista, Luis Rubira, Orador da Feira do Livro de Pelotas, é finalista nas categorias Capa e Especial com a obra “Vitor Ramil: Nascer leva tempo”.

A seleção coube a um júri formado por personalidades do setor cultural, que avaliaram 240 títulos inscritos em 2015 por autores, artistas gráficos e editoras. Os vencedores de cada categoria e o “Livro do Ano”, bem como os destaques literários, serão conhecidos e premiados no tradicional evento “Noite do Livro”, em 23 de novembro, às 20h, no Teatro Renascença.

 

Vitor-RamilSobre o escritor

Professor da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Luis Rubira é autor de Nietzsche: do eterno retorno do mesmo à transvaloração de todos os valores (2010); Sepé Tiaraju e a Guerra Guaranítica (2012) e organizador dos três volumes do Almanaque do Bicentenário de Pelotas (2012-2014).

Em entrevista recente na Feira do Livro de Pelotas, o filósofo comentou o reconhecimento pelo último trabalho realizado. “A alegria maior ainda é o fato de que esse livro encontrou seus leitores, que puderam compreender melhor a obra do Vitor.”

Vitor Ramil – Patrono da 43ª Feira do Livro de Pelotas

A Feira do Livro 2015 que acontece entre dias 29 de outubro e 15 de novembro, na Praça Coronel Pedro Osório, e tem por tema a relação entre literatura e música apresenta seu patrono: o cantor, compositor e escritor Vitor Ramil.

“A escolha do Vitor Ramil para patrono da Feira nos deixa muito felizes: ninguém melhor do que esse artista tão talentoso, grande músico e escritor, para representar as inesgotáveis e surpreendentes relações entre a música e a literatura, tema da Feira deste ano”, enfatizou a vice-prefeita Paula Mascarenhas.

Vitor Ramil lendo o Jornal e-cult - Foto: Kelly Schmidt

Vitor Ramil começou sua carreira artística nos anos 80 quando ainda era adolescente. Aos 18 anos gravou seu primeiro disco “Estrela, Estrela”, que contou com a participação das cantoras Zizi Possi e Tetê Espíndola. Seu segundo álbum, “A paixão de V” contou com um elenco de músicos brasileiros e proporcionou ao público uma espécie de antevisão dos muitos caminhos que a inquietude levaria Vitor Ramil a percorrer futuramente. Em seu 3º álbum, se afirmava como letrista e o compositor se tornava mais sutil, proporcionando aos músicos e grandes improvisadores, como Nico Assumpção, Hélio Delmiro, Márcio Montarroyos, Leo Gandelman ou Carlos Bala, performances marcantes.

Na virada dos anos 80 para os anos 90, os estúdios ficaram em segundo plano e os palcos começaram a ser o forte de Vitor Ramil. Foi aí que nasceu o personagem Barão de Satolep, um nobre pelotense pálido e corcunda, alter ego do artista. Alguns espetáculos foram divididos com esta figura divertida e mal-humorada, mesclando música, poesia, humor e teatro. O artista começava a consolidar seu público e a aperfeiçoar sua interpretação.

Foi nesta época que começou a surgir o patrono da Feira do Livro 2015. O estilo da música e a postura de Vitor Ramil, presentes nos discos gravados na segunda metade dos anos 90, já estavam definidos. Assim se apresentou ao público o Vitor Ramil escritor, através da novela Pequod, ficção criada a partir de passagens da infância do autor, da relação com o pai, das suas andanças pelo extremo sul do Brasil e pelo Uruguai. Foi a partir do lançamento deste primeiro livro, em 1995, que o artista passou a se ocupar duplamente, com a música e com a literatura.

A busca pela “Estética do Frio” deu-lhe a convicção de que o Rio Grande do Sul não estava à margem do centro do Brasil, mas sim no centro de uma outra história. Nas andanças que a vida de um músico impõe, ele deixou o Rio Grande do Sul e foi para o Rio de Janeiro, mas nesta época tornou a viver nos pagos gaúchos.

O pé na tradição musical de seu local de origem, o Rio Grande do Sul, e o contexto da experimentação, das invenções mais radicais da cena musical contemporânea são marcas fortes na trajetória de Ramil. Sua música e sua literatura são conhecidas no Brasil e no mundo, tendo ele passado pelo Uruguai, Colômbia, Argentina, Suíça, França e outros tantos lugares, levando a cultura e a arte gaúcha.

Dez álbuns musicais e livros, como “A estética do frio”, “Satolep” e “A primavera da pontuação”, são alguns dos componentes da obra de Ramil.

Luís Rubira
Escolhido para orador da Feira do Livro 2015, o professor da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Luís Rubira escreveu, recentemente, um livro sobre o patrono da Feira. Depois de 10 anos de estudo, apresentou a versão final que foi lançada em julho de 2015.

Redator(a): Shana Dockendorff 14157
Fonte: pelotas.com.br